31 julho 2010
30 julho 2010
Na Alemanha a situação não é diferente
Latino-americanas mais educadas se casam menos, diz estudo
As mulheres latino-americanas mais escolarizadas têm menos probabilidade de se casar do que as mulheres menos educadas ou que os homens igualmente educados, segundo afirma uma pesquisa da Universidade Harvard.
De acordo com a pesquisa - baseada em dados de censos de mais de 40 países - quando se casa, grande parte das mulheres latino-americanas mais escolarizadas tende a fazê-lo com homens menos educados.
No Brasil e na Colômbia, por exemplo, cerca de 40% das mulheres mais escolarizadas se casam com homens menos educados, enquanto que nos Estados Unidos essa proporção é de apenas 16%.
O estudo Schooling Can’t Buy me Love (Escolaridade não pode comprar o amor, em tradução livre) define como mulheres mais escolarizadas as que têm pelo menos nível secundário completo.
Capacidade no lar
Os autores da pesquisa concluem que os homens latino-americanos valorizam mais a capacidade de uma mulher no lar do que sua preparação acadêmica na hora de escolher uma esposa.
Segundo eles, a América Latina apresenta uma situação diferente da de outras regiões também analisadas, como países desenvolvidos ou do leste europeu.
“Identificamos que quando uma mulher se casa com um homem menos educado do que ela, tende a trabalhar mais, enquanto quando se casa com um homem igualmente escolarizado, tende a ficar em casa”, disse à BBC um dos autores do estudo, Ricardo Hausmann, ex-ministro de Planejamento da Venezuela.
Apesar disso, o estudo indica que quando as mulheres se casam com homens menos escolarizados, eles em sua maioria têm uma renda superior à média de seu perfil de idade e escolaridade.
“Talvez seja algo que a mulher lhe acrescente, que lhe dê mais conexões, mais contatos, mais mundo, ou pode ser que se o homem não fosse uma pessoa relativamente capaz, a mulher não teria se casado com ele”, comenta Hausmann, que é diretor do Centro de Desenvolvimento Internacional de Harvard.
Um estudo anterior do Fórum Econômico Mundial sobre a diferença entre os gêneros, do qual Hausmann participou, indicava que as mulheres latino-americanas haviam eliminado a diferença com os homens em termos de nível educacional e que hoje as mulheres são mais escolarizadas na média do que os homens na região.
“Parte da hipótese que se poderia ter é que se as condições educacionais são igualadas, os gêneros vão se igualando em outras dimensões. E uma das coisas que aparece é que efetivamente as mulheres mais educadas tendem a trabalhar mais, mas há também toda essa complexa dinâmica em torno do casamento”, afirma Hausmann.
“Não esperávamos descobrir que mais educação implica também mais dificuldade de se casar”, diz.
De acordo com a pesquisa - baseada em dados de censos de mais de 40 países - quando se casa, grande parte das mulheres latino-americanas mais escolarizadas tende a fazê-lo com homens menos educados.
No Brasil e na Colômbia, por exemplo, cerca de 40% das mulheres mais escolarizadas se casam com homens menos educados, enquanto que nos Estados Unidos essa proporção é de apenas 16%.
O estudo Schooling Can’t Buy me Love (Escolaridade não pode comprar o amor, em tradução livre) define como mulheres mais escolarizadas as que têm pelo menos nível secundário completo.
Capacidade no lar
Os autores da pesquisa concluem que os homens latino-americanos valorizam mais a capacidade de uma mulher no lar do que sua preparação acadêmica na hora de escolher uma esposa.
Segundo eles, a América Latina apresenta uma situação diferente da de outras regiões também analisadas, como países desenvolvidos ou do leste europeu.
“Identificamos que quando uma mulher se casa com um homem menos educado do que ela, tende a trabalhar mais, enquanto quando se casa com um homem igualmente escolarizado, tende a ficar em casa”, disse à BBC um dos autores do estudo, Ricardo Hausmann, ex-ministro de Planejamento da Venezuela.
Apesar disso, o estudo indica que quando as mulheres se casam com homens menos escolarizados, eles em sua maioria têm uma renda superior à média de seu perfil de idade e escolaridade.
“Talvez seja algo que a mulher lhe acrescente, que lhe dê mais conexões, mais contatos, mais mundo, ou pode ser que se o homem não fosse uma pessoa relativamente capaz, a mulher não teria se casado com ele”, comenta Hausmann, que é diretor do Centro de Desenvolvimento Internacional de Harvard.
Um estudo anterior do Fórum Econômico Mundial sobre a diferença entre os gêneros, do qual Hausmann participou, indicava que as mulheres latino-americanas haviam eliminado a diferença com os homens em termos de nível educacional e que hoje as mulheres são mais escolarizadas na média do que os homens na região.
“Parte da hipótese que se poderia ter é que se as condições educacionais são igualadas, os gêneros vão se igualando em outras dimensões. E uma das coisas que aparece é que efetivamente as mulheres mais educadas tendem a trabalhar mais, mas há também toda essa complexa dinâmica em torno do casamento”, afirma Hausmann.
“Não esperávamos descobrir que mais educação implica também mais dificuldade de se casar”, diz.
Dilma terá 72 inserções a mais que Serra na TV
Agência Estado
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, terá 46% a mais de exposição que seu adversário José Serra (PSDB) nas inserções de propaganda eleitoral - vídeos e áudios de 30 segundos que são considerados os instrumentos mais efetivos de marketing político nas campanhas.
Dilma ocupará 115 minutos - terá direito a 230 inserções. Serra ficará com 79 minutos, ou 158 inserções. A desvantagem do tucano, no total, será de 72 inserções ou 36 minutos - quase 50 segundos por dia.
Nos 45 dias do horário eleitoral relativo ao primeiro turno, os brasileiros serão submetidos a um bombardeio de 22 horas e meia de inserções, distribuídas ao longo dos intervalos comerciais de cada uma das emissoras de rádio e televisão. No caso específico da propaganda dos candidatos a presidente, serão 4 horas e meia de inserções ao longo dos 45 dias.
As inserções são vistas pelos marqueteiros políticos como as armas mais poderosas de propaganda porque elas chegam de surpresa aos eleitores, misturadas à publicidade comercial e em horários diversos. Mesmo os espectadores desinteressados em política as assistem.
A candidata do PT terá tempo maior nas inserções porque a legislação determina que dois terços desse tempo sejam distribuídos de acordo com o tamanho das bancadas dos partidos ou coligações eleitas para a Câmara dos Deputados. O tempo restante é dividido igualmente entre todos os candidatos.
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, terá 46% a mais de exposição que seu adversário José Serra (PSDB) nas inserções de propaganda eleitoral - vídeos e áudios de 30 segundos que são considerados os instrumentos mais efetivos de marketing político nas campanhas.
Dilma ocupará 115 minutos - terá direito a 230 inserções. Serra ficará com 79 minutos, ou 158 inserções. A desvantagem do tucano, no total, será de 72 inserções ou 36 minutos - quase 50 segundos por dia.
Nos 45 dias do horário eleitoral relativo ao primeiro turno, os brasileiros serão submetidos a um bombardeio de 22 horas e meia de inserções, distribuídas ao longo dos intervalos comerciais de cada uma das emissoras de rádio e televisão. No caso específico da propaganda dos candidatos a presidente, serão 4 horas e meia de inserções ao longo dos 45 dias.
As inserções são vistas pelos marqueteiros políticos como as armas mais poderosas de propaganda porque elas chegam de surpresa aos eleitores, misturadas à publicidade comercial e em horários diversos. Mesmo os espectadores desinteressados em política as assistem.
A candidata do PT terá tempo maior nas inserções porque a legislação determina que dois terços desse tempo sejam distribuídos de acordo com o tamanho das bancadas dos partidos ou coligações eleitas para a Câmara dos Deputados. O tempo restante é dividido igualmente entre todos os candidatos.
29 julho 2010
28 julho 2010
Limpando a casa
Estou fazendo faxina na casa.
Fiz muitas compras tanto no supermercado quanto no chinês (gosto de comida chinesa e japonesa).
Enquanto limpo, ouço Caetano Veloso "London, London" bem alto.
Minha filha chegará de Frankfurt com uma amiga para passar um mês comigo.
Estou super feliz.
Fiz muitas compras tanto no supermercado quanto no chinês (gosto de comida chinesa e japonesa).
Enquanto limpo, ouço Caetano Veloso "London, London" bem alto.
Minha filha chegará de Frankfurt com uma amiga para passar um mês comigo.
Estou super feliz.
Universidades alemãs procuram alunos brasileiros para intercâmbio
Estande na SBPC tem 12 instituições alemãs em busca de novos cientistas. Há oportunidades para alunos de graduação e pós-graduação.
Iberê Thenório Do G1, em Natal
Instituições alemãs estão procurando estudantes brasileiros para oferecer vagas de intercâmbio em nível superior e de pós-graduação. Em um estande montado na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal, 12 universidades e centros de pesquisas da Alemanha mostram seus projetos e convidam alunos e professores para formar parcerias na área científica.
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Iberê Thenório Do G1, em Natal
Instituições alemãs estão procurando estudantes brasileiros para oferecer vagas de intercâmbio em nível superior e de pós-graduação. Em um estande montado na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal, 12 universidades e centros de pesquisas da Alemanha mostram seus projetos e convidam alunos e professores para formar parcerias na área científica.
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Liga, Lula !
#ligalula contra apedrejamento no Irã
Condenada a morte por apedrejamento, a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani pode ter sua pena suspensa caso a mobilização internacional convença o governo islâmico.
Corre pela internet um abaixo-assinado para libertar a mulher acusada de adultério. Sakineh nega o crime. Mais de 114 mil assinaturas já foram arrecadadas, entre elas a de brasileiros famosos como Fernando Henrique Cardoso, Chico Buarque e Caetano Veloso.
Agora, surge no twitter a campanha “ligalula” para que o presidente brasileiro seja mais um a entrar em contato com o governo iraniano a fim de interceder por Sakineh.
Condenada a morte por apedrejamento, a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani pode ter sua pena suspensa caso a mobilização internacional convença o governo islâmico.
Corre pela internet um abaixo-assinado para libertar a mulher acusada de adultério. Sakineh nega o crime. Mais de 114 mil assinaturas já foram arrecadadas, entre elas a de brasileiros famosos como Fernando Henrique Cardoso, Chico Buarque e Caetano Veloso.
Agora, surge no twitter a campanha “ligalula” para que o presidente brasileiro seja mais um a entrar em contato com o governo iraniano a fim de interceder por Sakineh.
Morre ex deputado do Demo que encomendava mortes para seus programas televisivos
por Arnoldo Santos
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O ex-deputado estadual do Amazonas Wallace Souza morreu por volta das 16h30 (hora de Brasília) desta terça-feira, em São Paulo. Segundo informações da assessoria da família de Wallace, em Manaus, o ex-deputado foi vítima de uma infecção generalizada.
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Torcidas organizadas serão responsáveis por atos de seus integrantes
Na tentativa de acabar de vez com a violência no futebol, a quatro anos da Copa no Brasil, o presidente Lula sancionou projeto de lei que altera o Estatuto do Torcedor.
As medidas, que entram em vigor hoje, criminalizam atos de violência nos estádios e têm como principais alvos os cambistas, que ficam sujeitos a pegar até quatro anos de reclusão, e os torcedores violentos, que podem ser condenados a dois anos.
As torcidas organizadas terão que cadastrar os seus filiados e passarão a ser responsabilizadas por atos dos seus membros. Já os árbitros que interferirem para mudar o resultado dos jogos poderão pegar pena de até seis anos. O governo anunciou ainda a isenção de tributos para as empresas que constroem e reformam estádios para o Mundial.
As medidas, que entram em vigor hoje, criminalizam atos de violência nos estádios e têm como principais alvos os cambistas, que ficam sujeitos a pegar até quatro anos de reclusão, e os torcedores violentos, que podem ser condenados a dois anos.
As torcidas organizadas terão que cadastrar os seus filiados e passarão a ser responsabilizadas por atos dos seus membros. Já os árbitros que interferirem para mudar o resultado dos jogos poderão pegar pena de até seis anos. O governo anunciou ainda a isenção de tributos para as empresas que constroem e reformam estádios para o Mundial.
“Deixo o país mais preparado para dar salto de qualidade”
Ricardo Galuppo, Alexandre Freeland e Silvio Ribas
No final de oito anos de mandato, Lula promete voltar à militância do PT e trabalhar pela reforma política no Congresso.
A pouco mais de cinco meses de deixar o cargo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz um balanço dos oito anos de sua gestão e acredita que o Brasil está pronto para dar um salto de qualidade, chegando à posição de quinta maior economia do mundo em 2016, ano dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. "Deixo ao meu sucessor um país infinitamente mais sólido, justo e democrático", disse ele durante uma hora e meia de entrevista concedida esta semana aos jornais Brasil Econômico e O Dia. Em seu gabinete no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória da Presidência, Lula também revelou os planos que tem a partir de 2011, na condição de ex-presidente. Quer transferir a experiência brasileira em programas sociais para países da África e América Latina, além de reassumir o papel de militante do PT. Como líder do partido, promete negociar uma reforma política ampla. Descontraído e sem explicitar nomes, ainda fez as críticas habituais ao candidato José Serra (PSDB) e ao seu antecessor Fernando Henrique Cardoso.
Qual é a diferença entre o país que recebeu em 2003 e o que entregará ao seu sucessor ou sucessora?
Tenho a convicção de que entregarei um Brasil infinitamente mais sólido, justo e democrático do que o de 1º de Janeiro de 2003. A situação económica é infinitamente melhor, com estabilidade e crescimento. As reservas cambiais são suficientes para enfrentar qualquer crise externa, como as ocorridas na Rússia, México ou mesmo a do ‘subprime', gerada nos Estados Unidos. O salário do trabalhador está crescendo. As classes D e E deram um salto de qualidade e a C ganhou projecção. A educação melhorou substancialmente, conforme revelam dados do ministério, embora muito da qualidade do ensino básico dependa de Estados e municípios e não da União. A pobreza recuou muito. E, sobretudo, o Brasil ganhou respeitabilidade no mundo e auto-estima no plano interno. Deixo o país mais preparado para continuar dando um salto de qualidade. Se continuarmos crescendo nesse ritmo actual ao longo dos próximos anos, estaremos entre as cinco maiores economias do mundo em 2016, ano da Olimpíada do Rio.
Olhando para trás, o que gostaria de ter feito diferente?
Na reflexão que fizer depois de meu mandato, vou perceber o que deveria fazer e não fiz. O líder espanhol Felipe Gonzáles costuma dizer que ex-presidente é como um vaso chinês. Enquanto está no poder é posto no lugar mais nobre da sala. Depois, ninguém nunca sabe o que fazer com ele. Pode virar uma peça incómoda, um chato que fica lamentando a vida. Para mim, o melhor ex-presidente é o que não dá palpite. Eu quero ser o melhor ex-presidente. E quando estiver nessa condição, certamente, vou reflectir sobre meu governo. A reforma tributária, por exemplo, que não consegui fazer. Parece que tinha um inimigo oculto, que impedia a coisa de andar. Mandei dois projectos de lei para o Congresso. A primeira proposta entreguei junto com os 27 governadores, em Abril de 2003. Na segunda, em Fevereiro de 2008, com o apoio de sindicalistas, empresários e líderes políticos, pensei que iria ser votada em três meses. Nada até hoje.
Por que não andou?
Acho que cada um tem uma reforma na cabeça. Apesar de enviar duas propostas que também não foram votadas, outra reforma à qual vou me dedicar é a da política. Precisamos do financiamento público de campanha, para saber quanto custa o voto com toda a transparência. A partir de 1º de Janeiro de 2011 serei um militante do meu partido, o PT, e vou batalhar junto ao Congresso Nacional pela reforma política todo dia. Não é possível um governador cassado a menos de um ano de terminar o mandato poder concorrer logo depois ao Senado e ser eleito para mais oito. Também é preciso criar um sistema político no qual seja possível fazer acordos efectivos com os partidos e não ter de ficar negociando separadamente com terceiros. Independentemente de ter um Congresso de esquerda ou direita, queria ver coligações envolvendo certos partidários, como há em outros países.
Ainda falta muito por fazer.
Sim, claro. Mas tudo será mais fácil de agora em diante. O Brasil mudou de cara e avançou em várias áreas. A classe C reúne agora mais de 30 milhões de pessoas. Na crise, foram os pobres que saíram às compras quando as classes A e B ficaram com medo. Na véspera do Natal de 2008 ousei convocar o brasileiro em rede nacional de rádio e televisão a consumir, explicando que essa era a maneira de manter a roda da economia girando. Se as pessoas parassem de comprar, a empresa pararia de produzir e o próprio trabalhador correria o risco de perder o emprego. Comprar era uma forma de gerar emprego. Por isso, mostrei que o momento permitia que as pessoas se endividassem, desde que não comprometessem sua renda. Fiquei brigando com a indústria automobilística por um ano para que as prestações dos carros novos coubessem no salário do trabalhador. O importante não era o preço final, mas o número de prestações. A desoneração fiscal esticou o prazo do financiamento para até 80 meses. Caber no bolso é fundamental para fomentar as vendas.
Fará indicações de ministros num eventual governo de Dilma Rousseff?
Não posso escalar ministério para a companheira Dilma. Ela terá total liberdade de escolha e encontrará dentro do governo e nos partidos aliados quem pode formar seu governo. Tenho certeza que formará uma equipa extraordinária. Aí, sim, poderia contribuir com ela para dizer o que houve de errado no governo para que não se repita de novo.
A pouco mais de cinco meses de deixar o cargo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz um balanço dos oito anos de sua gestão e acredita que o Brasil está pronto para dar um salto de qualidade, chegando à posição de quinta maior economia do mundo em 2016, ano dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. "Deixo ao meu sucessor um país infinitamente mais sólido, justo e democrático", disse ele durante uma hora e meia de entrevista concedida esta semana aos jornais Brasil Econômico e O Dia. Em seu gabinete no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória da Presidência, Lula também revelou os planos que tem a partir de 2011, na condição de ex-presidente. Quer transferir a experiência brasileira em programas sociais para países da África e América Latina, além de reassumir o papel de militante do PT. Como líder do partido, promete negociar uma reforma política ampla. Descontraído e sem explicitar nomes, ainda fez as críticas habituais ao candidato José Serra (PSDB) e ao seu antecessor Fernando Henrique Cardoso.
Qual é a diferença entre o país que recebeu em 2003 e o que entregará ao seu sucessor ou sucessora?
Tenho a convicção de que entregarei um Brasil infinitamente mais sólido, justo e democrático do que o de 1º de Janeiro de 2003. A situação económica é infinitamente melhor, com estabilidade e crescimento. As reservas cambiais são suficientes para enfrentar qualquer crise externa, como as ocorridas na Rússia, México ou mesmo a do ‘subprime', gerada nos Estados Unidos. O salário do trabalhador está crescendo. As classes D e E deram um salto de qualidade e a C ganhou projecção. A educação melhorou substancialmente, conforme revelam dados do ministério, embora muito da qualidade do ensino básico dependa de Estados e municípios e não da União. A pobreza recuou muito. E, sobretudo, o Brasil ganhou respeitabilidade no mundo e auto-estima no plano interno. Deixo o país mais preparado para continuar dando um salto de qualidade. Se continuarmos crescendo nesse ritmo actual ao longo dos próximos anos, estaremos entre as cinco maiores economias do mundo em 2016, ano da Olimpíada do Rio.
Olhando para trás, o que gostaria de ter feito diferente?
Na reflexão que fizer depois de meu mandato, vou perceber o que deveria fazer e não fiz. O líder espanhol Felipe Gonzáles costuma dizer que ex-presidente é como um vaso chinês. Enquanto está no poder é posto no lugar mais nobre da sala. Depois, ninguém nunca sabe o que fazer com ele. Pode virar uma peça incómoda, um chato que fica lamentando a vida. Para mim, o melhor ex-presidente é o que não dá palpite. Eu quero ser o melhor ex-presidente. E quando estiver nessa condição, certamente, vou reflectir sobre meu governo. A reforma tributária, por exemplo, que não consegui fazer. Parece que tinha um inimigo oculto, que impedia a coisa de andar. Mandei dois projectos de lei para o Congresso. A primeira proposta entreguei junto com os 27 governadores, em Abril de 2003. Na segunda, em Fevereiro de 2008, com o apoio de sindicalistas, empresários e líderes políticos, pensei que iria ser votada em três meses. Nada até hoje.
Por que não andou?
Acho que cada um tem uma reforma na cabeça. Apesar de enviar duas propostas que também não foram votadas, outra reforma à qual vou me dedicar é a da política. Precisamos do financiamento público de campanha, para saber quanto custa o voto com toda a transparência. A partir de 1º de Janeiro de 2011 serei um militante do meu partido, o PT, e vou batalhar junto ao Congresso Nacional pela reforma política todo dia. Não é possível um governador cassado a menos de um ano de terminar o mandato poder concorrer logo depois ao Senado e ser eleito para mais oito. Também é preciso criar um sistema político no qual seja possível fazer acordos efectivos com os partidos e não ter de ficar negociando separadamente com terceiros. Independentemente de ter um Congresso de esquerda ou direita, queria ver coligações envolvendo certos partidários, como há em outros países.
Ainda falta muito por fazer.
Sim, claro. Mas tudo será mais fácil de agora em diante. O Brasil mudou de cara e avançou em várias áreas. A classe C reúne agora mais de 30 milhões de pessoas. Na crise, foram os pobres que saíram às compras quando as classes A e B ficaram com medo. Na véspera do Natal de 2008 ousei convocar o brasileiro em rede nacional de rádio e televisão a consumir, explicando que essa era a maneira de manter a roda da economia girando. Se as pessoas parassem de comprar, a empresa pararia de produzir e o próprio trabalhador correria o risco de perder o emprego. Comprar era uma forma de gerar emprego. Por isso, mostrei que o momento permitia que as pessoas se endividassem, desde que não comprometessem sua renda. Fiquei brigando com a indústria automobilística por um ano para que as prestações dos carros novos coubessem no salário do trabalhador. O importante não era o preço final, mas o número de prestações. A desoneração fiscal esticou o prazo do financiamento para até 80 meses. Caber no bolso é fundamental para fomentar as vendas.
Fará indicações de ministros num eventual governo de Dilma Rousseff?
Não posso escalar ministério para a companheira Dilma. Ela terá total liberdade de escolha e encontrará dentro do governo e nos partidos aliados quem pode formar seu governo. Tenho certeza que formará uma equipa extraordinária. Aí, sim, poderia contribuir com ela para dizer o que houve de errado no governo para que não se repita de novo.
27 julho 2010
Reuters tucanou ?
Reuters hoje pela manhã (9:17 hora da Alemanha) mostrava o Serra tão acintosamente que até parecia ser ele o único candidato à presidência do Brasil.
26 julho 2010
Brasil vence Rússia e fica com título da Liga Mundial
A seleção brasileira é a maior vencedora da história da Liga Mundial de vôlei. Neste domingo, em partida disputada em Córdoba, na Argentina, a equipe de Bernardinho superou a Rússia por 3 sets a 1, com parciais de 25/22, 25/22, 16/25 e 25/23, e conquistou o seu nono título na competição, um a mais do que a segunda maior ganhadora Itália.
Este foi ainda o oitavo título que o Brasil conquistou nas últimas dez Ligas Mundiais - só não venceu em 2008 e em 2002, quando perdeu a final para a Rússia. A outra conquista brasileira foi em 1993, sobre os próprios russos.
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Este foi ainda o oitavo título que o Brasil conquistou nas últimas dez Ligas Mundiais - só não venceu em 2008 e em 2002, quando perdeu a final para a Rússia. A outra conquista brasileira foi em 1993, sobre os próprios russos.
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Êta americanos burros !
A recuperação da economia dos EUA não tem sido capaz de evitar a falência de bancos no país. Já são 103 as instituições fechadas este ano. No mesmo período de 2009, 64 faliram.
A arma negra de Chávez
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ameaçou suspender a venda de petróleo aos Estados Unidos no caso de um ataque militar da Colômbia, aliada de Washington. Treze por cento do petróleo comprado pelos EUA vêm da Venezuela, que obtém com o produto 80% de suas receitas de exportação. Chávez depende da verba para prosseguir com seu polêmico programa de ações sociais.
Marta lidera voto ao Senado, com Tuma e Quércia em 2º
Pesquisa Datafolha feita em parceria com a Rede Globo mostra que a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT) lidera a corrida ao Senado no Estado. Ela tem 32% das intenções de voto.
O senador Romeu Tuma (PTB) e o ex-governador Orestes Quércia (PMDB) estão tecnicamente empatados na disputa pela segunda cadeira, com 22% e 21%, respectivamente.
O senador Romeu Tuma (PTB) e o ex-governador Orestes Quércia (PMDB) estão tecnicamente empatados na disputa pela segunda cadeira, com 22% e 21%, respectivamente.
Uma imagem fala mais que 1000 palavras
O VICE DE SERRA
O emergente da Barra, Índio da Costa, imposto pelo Demo como vice de José Serra, em pouco mais de uma semana já mostrou em que time joga. É jovem para a política, mas velho no ideário, pois está sintonizado na linguagem da Guerra Fria, que tanto mal causou ao Brasil. Resta agora saber exatamente que setores o instruíram para lançar as baboseiras que anda dizendo. Este Índio inclusive envergonha a etnia indígena, porque o seu nome associa negativamente a esse grupo que faz parte da nacionalidade brasileira. E depõe também contra o Rio de Janeiro.
Na verdade, a cria de Cesar Maia é um exemplo concreto da mediocridade da direita brasileira, que quando se vê em momento de aperto, no caso em função da campanha eleitoral, apela para tudo, inclusive a mentira e a manipulação da informação, imaginando que com isso obterá dividendos eleitorais.
Os argumentos levantados pelo (tiremos o índio em homenagem aos indígenas) da Costa são oriundos do manancial programático da CIA na América Latina e que Serra também encampou. Na verdade o candidato do PSDB começou com a história de narcotráfico tentando envolver o governo boliviano. Não colou, apenas demonstrou o perigo para a integração latino-americana que representa o ideário tucano.
Associar a esquerda na América Latina com o narcotráfico, como fez da Costa em relação ao PT e as Farcs, faz parte do jogo de queimar a imagem de grupos que não aceitam o ideário da potência hegemônica. É o que fez o deputado da Costa, o que não chega a ser propriamente uma novidade. No mesmo diapasão da direita se insere o recente pronunciamento do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Alejandro Aguirre. Este dirigente máximo da entidade que representa o patronato midiático das Américas gratuitamente destilou ódio contra o Presidente Lula, considerando-o um dos “falsos democratas” da região. Aguirre também se valeu do linguajar da Guerra Fria para atacar o Presidente brasileiro.
Na verdade, os integrantes da SIP, responsáveis pelo jornalismo de mercado que se lê, vê e ouve na região, andam muito preocupados com ampliação dos debates sobre a mídia na região e que o Brasil começa a dar os primeiros passos, sobretudo depois da realização da I Confecom (Conferência Nacional de Comunicação).
O setor impresso vive uma crise de graves proporções, que se manifesta com o fim de publicações seculares. No Rio de Janeiro, o exemplo mais recente foi o Jornal do Brasil, que acabou de anunciar o fim do impresso a partir de 1 de setembro próximo. Nos últimos dez ou 20 anos, antes mesmo da internet, o panorama não tem sido diferente. No ano passado, por exemplo, um jornal do município fluminense de Campos, o Monitor Campista, dos Diários Associados, fechou depois de 175 anos de existência. Com a Gazeta Mercantil em São Paulo aconteceu o mesmo e assim sucessivamente.
Mas o senhor Aguirre não está nem aí para essas coisas e só faz criticar quando em vários países o tema mídia entra em debate e são questionadas as facilidades concedidas ao setor.
Agora, mais do que lamúrias de sempre, o importante é aprofundar o debate sobre o tema e enfrentar a crise no setor impresso, pensar na criação de impressos que contribuam para romper com o esquema do pensamento único, cada vez mais acentuado no jornalismo de mercado. Uma das teses já surgidas e que tem por objetivo enfrentar a situação adversa é a criação de uma Fundação do Jornalismo Público, impresso. Na área audiovisual, em dezembro de 2007, foi criada a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), que se consolida. É claro que a idéia enfrenta resistência exatamente nos setores conservadores alinhados com a SIP, que temem a possibilidade do contraponto. Não percam por esperar, vão usar a velha e surrada cantilena de sempre, ou seja, de que a proposta vai acarretar restrições à liberdade de imprensa, quando é exatamente o contrário que acontecerá se for incrementada.
A discussão deve ser aprofundada. Não se pode esquecer que neste momento o Rio necessita de um jornal impresso diário, até para enfrentar a monopolização representada pelas Organizações Globo, por sinal proprietária numa mesma região de rádio, televisão e jornal, uma prática impedida de acontecer pela legislação de muitos países. Que grupo privado está disposto a criar um novo jornal concorrente de O Globo? Nenhum, em princípio.
E porque não o Estado brasileiro impulsionar a criação de uma mídia pública impressa, sob o controle da sociedade? Nada a ver com jornalismo chapa branca, que muitas vezes quem faz é exatamente a mídia de mercado que se ajoelha para receber publicidade do Estado. Com isso se estará matando vários coelhos em uma só cajadada, ou seja, se enfrentará o pensamento único e se ampliará o mercado de trabalho. Afinal, é dever do Estado zelar para que os brasileiros tenham direito à informação, um direito humano reconhecido em fóruns internacionais, sem imposições financeiras de nenhuma espécie. E isso resultará, sem dúvida, no avanço do processo democrático.
Em tempo: a denúncia (o certo é entre aspas) de Uribe segundo a qual a Venezuela abriga integrantes das Farcs em seu território remete às armas de destruição em massa que precederam a invasão e ocupação do Iraque. São as tais mentiras históricas que depois de “cumprida a missão” caem no esquecimento ou são simplesmente desmentidas.
Aspas para Hugo Chávez: as Farcs deveriam procurar outro caminho, pois o da luta armada, que foi uma opção nos anos 60, não serve mais para alcançar as transformações sociais. Aí está o Presidente do Uruguai, Jose Mujica, que pegou em armas e nos tempos atuais percorreu o caminho político institucional até se eleger em novembro do ano passado, depois de passar pelo Senado e ser Ministro.
Fonte
Na verdade, a cria de Cesar Maia é um exemplo concreto da mediocridade da direita brasileira, que quando se vê em momento de aperto, no caso em função da campanha eleitoral, apela para tudo, inclusive a mentira e a manipulação da informação, imaginando que com isso obterá dividendos eleitorais.
Os argumentos levantados pelo (tiremos o índio em homenagem aos indígenas) da Costa são oriundos do manancial programático da CIA na América Latina e que Serra também encampou. Na verdade o candidato do PSDB começou com a história de narcotráfico tentando envolver o governo boliviano. Não colou, apenas demonstrou o perigo para a integração latino-americana que representa o ideário tucano.
Associar a esquerda na América Latina com o narcotráfico, como fez da Costa em relação ao PT e as Farcs, faz parte do jogo de queimar a imagem de grupos que não aceitam o ideário da potência hegemônica. É o que fez o deputado da Costa, o que não chega a ser propriamente uma novidade. No mesmo diapasão da direita se insere o recente pronunciamento do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Alejandro Aguirre. Este dirigente máximo da entidade que representa o patronato midiático das Américas gratuitamente destilou ódio contra o Presidente Lula, considerando-o um dos “falsos democratas” da região. Aguirre também se valeu do linguajar da Guerra Fria para atacar o Presidente brasileiro.
Na verdade, os integrantes da SIP, responsáveis pelo jornalismo de mercado que se lê, vê e ouve na região, andam muito preocupados com ampliação dos debates sobre a mídia na região e que o Brasil começa a dar os primeiros passos, sobretudo depois da realização da I Confecom (Conferência Nacional de Comunicação).
O setor impresso vive uma crise de graves proporções, que se manifesta com o fim de publicações seculares. No Rio de Janeiro, o exemplo mais recente foi o Jornal do Brasil, que acabou de anunciar o fim do impresso a partir de 1 de setembro próximo. Nos últimos dez ou 20 anos, antes mesmo da internet, o panorama não tem sido diferente. No ano passado, por exemplo, um jornal do município fluminense de Campos, o Monitor Campista, dos Diários Associados, fechou depois de 175 anos de existência. Com a Gazeta Mercantil em São Paulo aconteceu o mesmo e assim sucessivamente.
Mas o senhor Aguirre não está nem aí para essas coisas e só faz criticar quando em vários países o tema mídia entra em debate e são questionadas as facilidades concedidas ao setor.
Agora, mais do que lamúrias de sempre, o importante é aprofundar o debate sobre o tema e enfrentar a crise no setor impresso, pensar na criação de impressos que contribuam para romper com o esquema do pensamento único, cada vez mais acentuado no jornalismo de mercado. Uma das teses já surgidas e que tem por objetivo enfrentar a situação adversa é a criação de uma Fundação do Jornalismo Público, impresso. Na área audiovisual, em dezembro de 2007, foi criada a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), que se consolida. É claro que a idéia enfrenta resistência exatamente nos setores conservadores alinhados com a SIP, que temem a possibilidade do contraponto. Não percam por esperar, vão usar a velha e surrada cantilena de sempre, ou seja, de que a proposta vai acarretar restrições à liberdade de imprensa, quando é exatamente o contrário que acontecerá se for incrementada.
A discussão deve ser aprofundada. Não se pode esquecer que neste momento o Rio necessita de um jornal impresso diário, até para enfrentar a monopolização representada pelas Organizações Globo, por sinal proprietária numa mesma região de rádio, televisão e jornal, uma prática impedida de acontecer pela legislação de muitos países. Que grupo privado está disposto a criar um novo jornal concorrente de O Globo? Nenhum, em princípio.
E porque não o Estado brasileiro impulsionar a criação de uma mídia pública impressa, sob o controle da sociedade? Nada a ver com jornalismo chapa branca, que muitas vezes quem faz é exatamente a mídia de mercado que se ajoelha para receber publicidade do Estado. Com isso se estará matando vários coelhos em uma só cajadada, ou seja, se enfrentará o pensamento único e se ampliará o mercado de trabalho. Afinal, é dever do Estado zelar para que os brasileiros tenham direito à informação, um direito humano reconhecido em fóruns internacionais, sem imposições financeiras de nenhuma espécie. E isso resultará, sem dúvida, no avanço do processo democrático.
Em tempo: a denúncia (o certo é entre aspas) de Uribe segundo a qual a Venezuela abriga integrantes das Farcs em seu território remete às armas de destruição em massa que precederam a invasão e ocupação do Iraque. São as tais mentiras históricas que depois de “cumprida a missão” caem no esquecimento ou são simplesmente desmentidas.
Aspas para Hugo Chávez: as Farcs deveriam procurar outro caminho, pois o da luta armada, que foi uma opção nos anos 60, não serve mais para alcançar as transformações sociais. Aí está o Presidente do Uruguai, Jose Mujica, que pegou em armas e nos tempos atuais percorreu o caminho político institucional até se eleger em novembro do ano passado, depois de passar pelo Senado e ser Ministro.
Fonte
25 julho 2010
Más companhias é com o Serra mesmo
Do Blog do ONI
Serra está tão atordoado que anda precisando de ajuda da imprensa para corrigir as bobagens que ele diz. Em entrevista ao programa 3 a 1, da TV Brasil, ele afirmou que num torneio de más companhias, “a candidata do governo perde disparado”. Falou a verdade: as suas companhias são muito piores e ele ganharia disparado o tal torneio.
Mas ao tratar do assunto, a Folha de S.Paulo deu uma ajudinha ao seu candidato em três parágrafos que são o samba do crioulo doido, como dizia o Stanislaw Ponte Preta. No primeiro parágrafo da matéria, generosamente intitulada “Serra se confunde ao atacar Dilma na TV”, a Folha escreve que o candidato tucano disse que sua adversária Dilma Rousseff (PT) venceria “disparado” um torneio de “más companhias”.
No parágrafo seguinte, porém, ao transcrever a declaração de Serra, lê-se o contrário. Serra afirma, e pode ser ouvido no vídeo, que “num torneio, a candidata do governo perde disparado em matéria de más companhias”.
Mas não satisfeita em ouvir o que Serra disse, a Folha o corrigiu: “Apesar de ter se confundido ao dizer a frase, Serra queria acusar Dilma de ser vencedora do torneio.”
O que seria do Serra se não fosse a Folha.
Mas ao tratar do assunto, a Folha de S.Paulo deu uma ajudinha ao seu candidato em três parágrafos que são o samba do crioulo doido, como dizia o Stanislaw Ponte Preta. No primeiro parágrafo da matéria, generosamente intitulada “Serra se confunde ao atacar Dilma na TV”, a Folha escreve que o candidato tucano disse que sua adversária Dilma Rousseff (PT) venceria “disparado” um torneio de “más companhias”.
No parágrafo seguinte, porém, ao transcrever a declaração de Serra, lê-se o contrário. Serra afirma, e pode ser ouvido no vídeo, que “num torneio, a candidata do governo perde disparado em matéria de más companhias”.
Mas não satisfeita em ouvir o que Serra disse, a Folha o corrigiu: “Apesar de ter se confundido ao dizer a frase, Serra queria acusar Dilma de ser vencedora do torneio.”
O que seria do Serra se não fosse a Folha.
Dona Carlota
Francisco Solano de Lima - João Pessoa - PB
A direita brasileira se parece com uma versão piorada de dona Carlota, a mulher de dom João VI. Ela aqui se tornou rainha, vivia rodeada de vassalos, bajulada por escravos, com todo luxo e conforto palaciano. Mas, mesmo assim reclamava de tudo, não gostava do povo nem da terra brasileira.
Dona Carlota era exótica, extravagante, vivia sempre praguejando, era descuidada com os filhos e mais ainda com o marido. Ela gostava mesmo era de andar, montar cavalo e trotear em terra brasileira levando a sua espingarda a tiracolo, assim bem livre, muito livre para dizer a verdade.
A história registra que dona Carlota Joaquina, quando estava embarcada na caravela, pronta para deixar o Brasil de volta para Portugal, conforme antes havia prometido, teria jogado os sapatos no mar e disse: "De este hogar no quiero ni llevar la tierra en mis sapatos".
Mas, para levar o dinheiro do Banco do Brasil, ela logo apoiou o marido com muito gosto e boa vontade, talvez pela primeira vez. Contudo, para dona Carlota, naquele contexto histórico, existem atenuantes: era espanhola, casou-se ainda adolescente, casamento encomendado, foi obrigada a se aportuguesar, e muito contrariada veio para o Brasil colônia, etc.
Apesar de tudo, o casal real deixou alguma coisa positiva, o Brasil colônia deu um pulo importante e foi incorporado ao Reino Unido. Além disto, deixou seu filho, o príncipe dom Pedro I. Assim, apesar de suas estripulias, dona Carlota conseguiu ser bem melhor do que a direita brasileira. Com um detalhe, em favor desta não existe atenuante, seja no passado ou no presente.
Um exemplo desse atraso é o posicionamento da mídia golpista e dos seus porta-vozes, marionetes, travestidos de jornalistas. A meta é desinformar, desmerecer, debochar, enfraquecer o Brasil por dentro e por fora. O maior projeto dessa oligarquia é continuar explorando o povo brasileiro, e se por acaso nisto houver algum risco, imaginam logo fugir para Miami, na Florida (US), a cidade preferida dos corruptos latino-americanos.
Duzentos anos depois, vem José Serra (PSDB-SP), que outrora enganando muita gente, dizia ser um democrata "progressista". Agora revelado de uma vez, procurou muito um candidato à vice-presidente, até que encontrou o seu preferido num lugar chamado Deserto do DEM. Neste local, digo, parodiando Osvaldo Aranha, "deserto de homens e de idéias", escolheu o deputado Índio da Costa, um jovem cara-pálida politicamente atrasado, mas tão atrasado que, neste quesito, supera com larga vantagem a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), e até mesmo, aquela senhora Cureau (Quirrô), mas que horror!
Dona Carlota era exótica, extravagante, vivia sempre praguejando, era descuidada com os filhos e mais ainda com o marido. Ela gostava mesmo era de andar, montar cavalo e trotear em terra brasileira levando a sua espingarda a tiracolo, assim bem livre, muito livre para dizer a verdade.
A história registra que dona Carlota Joaquina, quando estava embarcada na caravela, pronta para deixar o Brasil de volta para Portugal, conforme antes havia prometido, teria jogado os sapatos no mar e disse: "De este hogar no quiero ni llevar la tierra en mis sapatos".
Mas, para levar o dinheiro do Banco do Brasil, ela logo apoiou o marido com muito gosto e boa vontade, talvez pela primeira vez. Contudo, para dona Carlota, naquele contexto histórico, existem atenuantes: era espanhola, casou-se ainda adolescente, casamento encomendado, foi obrigada a se aportuguesar, e muito contrariada veio para o Brasil colônia, etc.
Apesar de tudo, o casal real deixou alguma coisa positiva, o Brasil colônia deu um pulo importante e foi incorporado ao Reino Unido. Além disto, deixou seu filho, o príncipe dom Pedro I. Assim, apesar de suas estripulias, dona Carlota conseguiu ser bem melhor do que a direita brasileira. Com um detalhe, em favor desta não existe atenuante, seja no passado ou no presente.
Um exemplo desse atraso é o posicionamento da mídia golpista e dos seus porta-vozes, marionetes, travestidos de jornalistas. A meta é desinformar, desmerecer, debochar, enfraquecer o Brasil por dentro e por fora. O maior projeto dessa oligarquia é continuar explorando o povo brasileiro, e se por acaso nisto houver algum risco, imaginam logo fugir para Miami, na Florida (US), a cidade preferida dos corruptos latino-americanos.
Duzentos anos depois, vem José Serra (PSDB-SP), que outrora enganando muita gente, dizia ser um democrata "progressista". Agora revelado de uma vez, procurou muito um candidato à vice-presidente, até que encontrou o seu preferido num lugar chamado Deserto do DEM. Neste local, digo, parodiando Osvaldo Aranha, "deserto de homens e de idéias", escolheu o deputado Índio da Costa, um jovem cara-pálida politicamente atrasado, mas tão atrasado que, neste quesito, supera com larga vantagem a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), e até mesmo, aquela senhora Cureau (Quirrô), mas que horror!
24 julho 2010
Hora do riso

Em 16 anos com PSDB e PT Petrobras virou gigante
RIO - Mesmo com críticas ao evidente e recorrente uso da Petrobras como instrumento de política pública, a empresa deu um salto nos últimos 16 anos tanto na gestão tucana como na petista, ganhando mais força em 2007 após a descoberta do pré-sal.
Na era FH, a estatal começou sua escalada no mercado de capitais e aumentou a presença fora do país, principalmente após a compra da argentina Perez Companc, em 2002. Na gestão Lula foi descoberto o pré-sal e a indústria nacional foi impulsionada pelas obras da companhia.
Sob a batuta de Henri Philippe Reichstul e posteriormente de Francisco Gros, dois homens de mercado, e mais tarde com um viés mais político entregue ao atual presidente do PT, José Eduardo Dutra - que saiu para se candidatar a senador - e ao atual presidente José Sergio Gabrielli, a estatal conquistou em pouco tempo um lugar de destaque na indústria.
Na era FH, a estatal começou sua escalada no mercado de capitais e aumentou a presença fora do país, principalmente após a compra da argentina Perez Companc, em 2002. Na gestão Lula foi descoberto o pré-sal e a indústria nacional foi impulsionada pelas obras da companhia.
Sob a batuta de Henri Philippe Reichstul e posteriormente de Francisco Gros, dois homens de mercado, e mais tarde com um viés mais político entregue ao atual presidente do PT, José Eduardo Dutra - que saiu para se candidatar a senador - e ao atual presidente José Sergio Gabrielli, a estatal conquistou em pouco tempo um lugar de destaque na indústria.
23 julho 2010
E depois dizem que os argentinos não são criativos

Em virtude de economia (nanoestado), argentinos substituem soldado por bonecos em prisão .
Resultado: prisioneiros fogem sem serem "vistos" pelos bonecos-vigias.
Resultado: prisioneiros fogem sem serem "vistos" pelos bonecos-vigias.
Pergunta que não quer calar
Por que será que o PIG escreve sobre um processo que corre em segredo sobre a paternidade de uma suposta filha de José Alencar, vice-presidente da República, e nunca escreveu sobre o filho de Fernando Henrique Cardoso com a jornalista Miriam, da Globo?
Cadê o respeito que o PIG alega ter diante da vida privada de FHC mas esquece da do vice-presidente e do Lula e sua filha?
Esse PIG acha que a gente é idiota.
Juiz manda vice Alencar reconhecer mulher de 55 anos como filha
Cadê o respeito que o PIG alega ter diante da vida privada de FHC mas esquece da do vice-presidente e do Lula e sua filha?
Esse PIG acha que a gente é idiota.
Juiz manda vice Alencar reconhecer mulher de 55 anos como filha
22 julho 2010
Cristianizaram o Serra

por Tales Faria, Ig
“Em política tudo tem jeito.
Lembra da briga entre Orestes Quércia e Michel Temer no PMDB de São Paulo?
Todos achavam que chegara a um ponto insolúvel: Quércia candidato ao Senado na chapa do PSDB de José Serra, e Temer como vice da petista Dilma Rousseff.
Não é mesmo?
Mas eis que surge a magia da política.
E os diretórios municipais do PMDB de São Paulo foram encontrando a solução:
Apoiam Quercia para senador e a chapa Michel-Dilma para o Planalto, como mostra o informativo do diretório de Sorocaba, ao lado (os círculos vermelhos são da coluna)
E cristianizam José Serra.”
Lembra da briga entre Orestes Quércia e Michel Temer no PMDB de São Paulo?
Todos achavam que chegara a um ponto insolúvel: Quércia candidato ao Senado na chapa do PSDB de José Serra, e Temer como vice da petista Dilma Rousseff.
Não é mesmo?
Mas eis que surge a magia da política.
E os diretórios municipais do PMDB de São Paulo foram encontrando a solução:
Apoiam Quercia para senador e a chapa Michel-Dilma para o Planalto, como mostra o informativo do diretório de Sorocaba, ao lado (os círculos vermelhos são da coluna)
E cristianizam José Serra.”
Túnica cândida e a ficha limpa
Por Mauro Santayana Jornal do Brasil
É da chamada erudição de almanaque lembrar que o vocábulo candidato procede da túnica alva que os pretendentes aos cargos eletivos romanos usavam em suas campanhas. Essas túnicas eram lavadas todas as manhãs, para que nenhuma mancha eventual viesse a comprometer a sua pureza, a sua candidez. No momento em que percebesse o menor traço de sujeira em sua roupa, o candidato corria para trocá-la. Normalmente alguém do séquito levava uma túnica imaculada para a conveniente substituição.
Como lembrou o professor Robson Leite, em artigo de ontem, neste Jornal do Brasil, a Lei da Ficha Limpa, como ficou conhecida, nasceu no seio da cidadania brasileira, representada sobretudo por duas instituições respeitáveis: a CNBB e a OAB. Elas, baseando-se em uma conquista da Constituição de 1988, pediram aos cidadãos-eleitores que subscrevessem o projeto de iniciativa popular exigindo o atestado de conduta dos candidatos. Como era necessário preservar o direito dos acusados sem provas, chegou-se ao compromisso atual, em que os condenados por um juízo plural não podem ter sua candidatura admitida. Os interessados contestaram a constitucionalidade da lei, e o Supremo Tribunal Federal foi sábio em confirmá-la. A lei não extingue a presunção da inocência: ela apenas reconhece mais uma condição de inelegibilidade, além das já existentes. E já que falamos em Roma, e em erudição de almanaque, não custa relembrar a história de César e sua mulher, Pompeia, acusada injustamente de admitir Clódio a um ritual religioso feminino em sua casa. Se, conforme César justificou seu divórcio, à mulher de César não basta a honestidade, mas é necessária a aparência de conduta ilibada, o mesmo se pede de um candidato: ele deve vestir a túnica limpa.
Havia entre os candidatos romanos a esperteza de desvestir rapidamente a túnica, quando manchada, e tornar a vesti-la pelo avesso, a fim de esconder a sujeira. O candidato Indio da Costa faz lembrar esse expediente. Tendo escapado, graças a uma maioria subserviente, de uma comissão de inquérito na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em que era acusado de desvio de recursos destinados à merenda escolar, aproveitou a chance de vestir a túnica ao avesso, fazendo-se relator do projeto de Ficha Limpa. Agora, indicado para vice-presidente na chapa de José Serra – que caiu na esparrela de aceitá-lo – procura legitimar-se pelo simples fato de, com a costumeira assessoria técnica da Câmara dos Deputados, ter assinado o relatório aprovado.
É mesmo possível que o ex-genro do banqueiro Cacciola seja um rapaz absolutamente honesto. Mas é necessário dar conotação lateral à máxima de César: se à sua mulher era necessária, além da honestidade, a aparência, a um candidato a presidente da República (sempre uma eventualidade a um vice, embora indesejável) não bastam a honestidade e a credibilidade pública dessa conduta, mesmo que sejam aferíveis. São necessárias outras virtudes, como as da coragem moral, da inteligência de Estado, da capacidade de liderança, da experiência das coisas do mundo. Pelo que se conhece desse jovem protegido de Cesar Maia, ele é jejuno desses atributos.
Há ainda tempo para que o deputado Indio da Costa e seu partido caiam na realidade, e renunciem à candidatura insólita e inconveniente. Há, na coligação que apoia o ex-governador, nomes que inspiram mais confiança do eleitorado. Faltam apenas a consciência da ragione di stato e a necessária vontade política para que se substitua o postulante – se a aliança quer realmente ganhar a eleição.
Como lembrou o professor Robson Leite, em artigo de ontem, neste Jornal do Brasil, a Lei da Ficha Limpa, como ficou conhecida, nasceu no seio da cidadania brasileira, representada sobretudo por duas instituições respeitáveis: a CNBB e a OAB. Elas, baseando-se em uma conquista da Constituição de 1988, pediram aos cidadãos-eleitores que subscrevessem o projeto de iniciativa popular exigindo o atestado de conduta dos candidatos. Como era necessário preservar o direito dos acusados sem provas, chegou-se ao compromisso atual, em que os condenados por um juízo plural não podem ter sua candidatura admitida. Os interessados contestaram a constitucionalidade da lei, e o Supremo Tribunal Federal foi sábio em confirmá-la. A lei não extingue a presunção da inocência: ela apenas reconhece mais uma condição de inelegibilidade, além das já existentes. E já que falamos em Roma, e em erudição de almanaque, não custa relembrar a história de César e sua mulher, Pompeia, acusada injustamente de admitir Clódio a um ritual religioso feminino em sua casa. Se, conforme César justificou seu divórcio, à mulher de César não basta a honestidade, mas é necessária a aparência de conduta ilibada, o mesmo se pede de um candidato: ele deve vestir a túnica limpa.
Havia entre os candidatos romanos a esperteza de desvestir rapidamente a túnica, quando manchada, e tornar a vesti-la pelo avesso, a fim de esconder a sujeira. O candidato Indio da Costa faz lembrar esse expediente. Tendo escapado, graças a uma maioria subserviente, de uma comissão de inquérito na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em que era acusado de desvio de recursos destinados à merenda escolar, aproveitou a chance de vestir a túnica ao avesso, fazendo-se relator do projeto de Ficha Limpa. Agora, indicado para vice-presidente na chapa de José Serra – que caiu na esparrela de aceitá-lo – procura legitimar-se pelo simples fato de, com a costumeira assessoria técnica da Câmara dos Deputados, ter assinado o relatório aprovado.
É mesmo possível que o ex-genro do banqueiro Cacciola seja um rapaz absolutamente honesto. Mas é necessário dar conotação lateral à máxima de César: se à sua mulher era necessária, além da honestidade, a aparência, a um candidato a presidente da República (sempre uma eventualidade a um vice, embora indesejável) não bastam a honestidade e a credibilidade pública dessa conduta, mesmo que sejam aferíveis. São necessárias outras virtudes, como as da coragem moral, da inteligência de Estado, da capacidade de liderança, da experiência das coisas do mundo. Pelo que se conhece desse jovem protegido de Cesar Maia, ele é jejuno desses atributos.
Há ainda tempo para que o deputado Indio da Costa e seu partido caiam na realidade, e renunciem à candidatura insólita e inconveniente. Há, na coligação que apoia o ex-governador, nomes que inspiram mais confiança do eleitorado. Faltam apenas a consciência da ragione di stato e a necessária vontade política para que se substitua o postulante – se a aliança quer realmente ganhar a eleição.
Candidatura ao senado de Heráclito Fortes do PFL naufraga

W.Dias 57%, Mão Santa 30% e Heráclito 24%; já Ciro tem 14%
Nova pesquisa Amostragem / Meio Norte traz números inéditos para senador. Veja todos abaixo
O jornal Meio Norte divulga, a partir desta quinta-feira (22/07), resultado de pesquisa eleitoral encomendada junto ao Instituto Amostragem. Para começar os números somente com os candidatos a senador.
Wellington Dias (PT) aparece na frente, isolado, com 57,34%, seguido por Mão Santa (PSC), com 30,87% das intenções de voto e Heráclito Fortes (DEM) com 24,71%. Ciro Nogueira (PP) está em quarto lugar, com 14,87% e Antônio José Medeiros (PT) tem 10,64% das intenções de voto.
O jornal Meio Norte divulga, a partir desta quinta-feira (22/07), resultado de pesquisa eleitoral encomendada junto ao Instituto Amostragem. Para começar os números somente com os candidatos a senador.
Wellington Dias (PT) aparece na frente, isolado, com 57,34%, seguido por Mão Santa (PSC), com 30,87% das intenções de voto e Heráclito Fortes (DEM) com 24,71%. Ciro Nogueira (PP) está em quarto lugar, com 14,87% e Antônio José Medeiros (PT) tem 10,64% das intenções de voto.
Fonte
Colômbia extradita holandês detido ao Brasil
O Governo da Colômbia autorizou a extradição de um holandês ao Brasil.
O holandês Iwan Roy Dewradj Gajadhar, requerido pela Justiça Federal do Ceará, condenado por quatro anos de prisão por tráfico de entorpecentes, será transferido ao Brasil, de acordo com resolução publicada nesta quarta-feira.
O holandês Iwan Roy Dewradj Gajadhar, requerido pela Justiça Federal do Ceará, condenado por quatro anos de prisão por tráfico de entorpecentes, será transferido ao Brasil, de acordo com resolução publicada nesta quarta-feira.
Cepal prevê crescimento de 7,6% no Brasil e 5,2% na América Latina
Marcia Carmo - De Buenos Aires para a BBC Brasil
A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) prevê que a economia do Brasil deve crescer 7,6% neste ano e influenciar a expansão da economia da região, que deve ter um crescimento de 5,2% em 2010.
Os dados foram divulgados pelo órgão da ONU nesta quarta-feira, em Santiago, no Chile. De acordo com a secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, o crescimento regional "será mais alto do que o previsto" - em especial, na América do Sul.
"As maiores taxas de crescimento em 2010 observam-se na América do Sul, encabeçadas pela economia de maior tamanho, o Brasil, que crescerá 7,6%, seguido por Uruguai (7%), Paraguai (7,0%), Argentina (6,8%) e Peru (6,7%)", afirmou.
Oficialmente, o Ministério da Fazenda estima uma expansão de 6,5% para a economia brasileira, mas o próprio ministro Guido Mantega já chegou a falar em um crescimento de 7%.
Na última segunda-feira, o boletim Focus - divulgado semanalmente pelo Banco Central com base em consultas ao mercado - registrou a previsão de um crescimento de 7,2% do PIB do Brasil em 2010.
A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) prevê que a economia do Brasil deve crescer 7,6% neste ano e influenciar a expansão da economia da região, que deve ter um crescimento de 5,2% em 2010.
Os dados foram divulgados pelo órgão da ONU nesta quarta-feira, em Santiago, no Chile. De acordo com a secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, o crescimento regional "será mais alto do que o previsto" - em especial, na América do Sul.
"As maiores taxas de crescimento em 2010 observam-se na América do Sul, encabeçadas pela economia de maior tamanho, o Brasil, que crescerá 7,6%, seguido por Uruguai (7%), Paraguai (7,0%), Argentina (6,8%) e Peru (6,7%)", afirmou.
Oficialmente, o Ministério da Fazenda estima uma expansão de 6,5% para a economia brasileira, mas o próprio ministro Guido Mantega já chegou a falar em um crescimento de 7%.
Na última segunda-feira, o boletim Focus - divulgado semanalmente pelo Banco Central com base em consultas ao mercado - registrou a previsão de um crescimento de 7,2% do PIB do Brasil em 2010.
Juiz Fausto De Sanctis é indicado por associação para vaga no STF

Associação dos Juízes Federais vai entregar lista com seis nomes a Lula. Em agosto, ministro Eros Grau se aposenta e abre nova vaga no tribunal.
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21 julho 2010
"Vocês não perderam nada, vocês ganharam e ganharam muito ...
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Comentário: Perdemos no último domingo aqui em Hamburgo mais um sufrágio sobre o prolongamento das crianças que estão no primário permanecerem mais dois anos juntas.
Um colega meu de partido me disse: Estou desanimado, perdemos mais uma.
E eu lhe disse: nós não perdemos nada. Nós ganhamos mais experiência. E dos mais de 400 mil votos ganhamos acima de 200 mil.
E ele: Glória, você fala assim porque você tem o Lula no Brasil.
Eu me calei. Porque sei que o Lula é uma força motora maior do que uma Itaipu ou outra grande geradora de energia no mundo.
Eu tenho de onde tirar força e otimismo e acreditar que quando a gente quer, consegue. É só fazer melhor e melhor e acreditar em nossa capacidade. E insistir.
Um colega meu de partido me disse: Estou desanimado, perdemos mais uma.
E eu lhe disse: nós não perdemos nada. Nós ganhamos mais experiência. E dos mais de 400 mil votos ganhamos acima de 200 mil.
E ele: Glória, você fala assim porque você tem o Lula no Brasil.
Eu me calei. Porque sei que o Lula é uma força motora maior do que uma Itaipu ou outra grande geradora de energia no mundo.
Eu tenho de onde tirar força e otimismo e acreditar que quando a gente quer, consegue. É só fazer melhor e melhor e acreditar em nossa capacidade. E insistir.
Só um tolo não percebe o desespero da oposição e a antiga prática de tudo prometer e nada cumprir
Lula: oposição defende na campanha ações que antes criticava
BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira a oposição por defender no período eleitoral bandeiras que antes criticava, como a igualdade racial, de gênero e o combate à pobreza.
Lula disse que seu governo tem "um pensamento diferente" e uma forma distinta de agir, "enquanto tem gente neste país que não se contenta com os privilégios que tem e gostaria de impedir qualquer benefício real para os mais pobres".
Para ele, a oposição usou nos últimos anos como argumento a defesa da contenção dos gastos públicos para condenar as políticas do governo para a área social.
"Agora, às vésperas das eleições, ninguém mais contesta as prioridades antes criticadas. Nem sempre foi assim, e a sociedade enxerga essa distância entre o que se dizia antes e o que se declara agora", discursou o presidente durante solenidade de sanção do Estatuto da Igualdade Racial e do projeto de lei que cria a Universidade Federal de Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab).
Lula lembrou, por exemplo, que seu governo recebeu críticas e até "chegou a ser desdenhada pelos de sempre" quando decidiu criar um ministério para promover a igualdade racial no país.
"Em nome da economia de gastos públicos, o que se manifestava era... o preconceito do elitismo e da intolerância que ainda existia no nosso querido país."
(Reportagem de Fernando Exman)
Lula disse que seu governo tem "um pensamento diferente" e uma forma distinta de agir, "enquanto tem gente neste país que não se contenta com os privilégios que tem e gostaria de impedir qualquer benefício real para os mais pobres".
Para ele, a oposição usou nos últimos anos como argumento a defesa da contenção dos gastos públicos para condenar as políticas do governo para a área social.
"Agora, às vésperas das eleições, ninguém mais contesta as prioridades antes criticadas. Nem sempre foi assim, e a sociedade enxerga essa distância entre o que se dizia antes e o que se declara agora", discursou o presidente durante solenidade de sanção do Estatuto da Igualdade Racial e do projeto de lei que cria a Universidade Federal de Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab).
Lula lembrou, por exemplo, que seu governo recebeu críticas e até "chegou a ser desdenhada pelos de sempre" quando decidiu criar um ministério para promover a igualdade racial no país.
"Em nome da economia de gastos públicos, o que se manifestava era... o preconceito do elitismo e da intolerância que ainda existia no nosso querido país."
(Reportagem de Fernando Exman)
Número de eleitores cresceu 7,8%, diz TSE
Patricia Peixoto - BBC
O número de eleitores aptos a votar este ano está 7,8% maior do que o registrado na eleição de 2006. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou que serão 135.804.433 potenciais votos no dia 3 de outubro.
As mulheres ampliaram ligeiramente sua participação entre o eleitorado: elas representam 51,8%, contra os 51,5% verificados há quatro anos.
Outro grupo que concentra um grande número de eleitores está na faixa etária de 25 a 34 anos. De acordo com o TSE, eles são 24,1%.
O Estado de São Paulo segue na dianteira entre os Estados com maior número de eleitores em potencial, com 22,3% do total. Em seguida vêm Minas Gerais (10,6%) e Rio de Janeiro (8,5%).
No exterior, os eleitores somam 200.392 eleitores, que poderão votar apenas para presidente.
O número de eleitores aptos a votar este ano está 7,8% maior do que o registrado na eleição de 2006. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou que serão 135.804.433 potenciais votos no dia 3 de outubro.
As mulheres ampliaram ligeiramente sua participação entre o eleitorado: elas representam 51,8%, contra os 51,5% verificados há quatro anos.
Outro grupo que concentra um grande número de eleitores está na faixa etária de 25 a 34 anos. De acordo com o TSE, eles são 24,1%.
O Estado de São Paulo segue na dianteira entre os Estados com maior número de eleitores em potencial, com 22,3% do total. Em seguida vêm Minas Gerais (10,6%) e Rio de Janeiro (8,5%).
No exterior, os eleitores somam 200.392 eleitores, que poderão votar apenas para presidente.
Embraer fecha acordo de US$ 5 bi com empresa britânica por até 140 aviões
A fabricante brasileira de aviões Embraer anunciou nesta terça-feira o fechamento de um negócio de US$ 5 bilhões para venda de até 140 aeronaves para a britânica Flybe, que opera voos regionais na Grã-Bretanha, Irlanda e algumas cidades europeias.
A Flybe é uma das maiores operadoras de voos regionais de baixo custo na Grã-Bretanha, mas a empresa pretende expandir a sua operação na Europa.
Para isso, a companhia quer comprar 140 aeronaves Embraer 175, com 88 assentos.
Nesta terça-feira, a empresa fechou a compra de 35 aeronaves por US$ 1,3 bilhões. As duas companhias também fecharam um acordo que pode culminar na venda de outras 105 aeronaves para a Flybe, no valor de US$ 3,7 bilhões.
Ecológico
A primeira das 35 aeronaves deverá ser entregue em setembro de 2011, e a última em março de 2017.
Segundo o diretor da Flybe, Jim French, a empresa optou pelos jatos da Embraer porque pretende manter apenas aviões de duas fabricantes na sua frota. Além da Embraer, a Flybe compra aviões da canadense Bombardier.
"O 175 [da Embraer] vai permitir que nós sigamos com nossa estratégia de duas frotas. Além disso, o desempenho econômico e ambiental da aeronave se enquadra na política da Flybe de comprar apenas aviões com boa certificação ambiental", disse French.
Segundo o vice-presidente executivo da Embraer, Paulo César de Souza e Silva, a Flybe já possui hoje 14 aviões do tipo E-195 da Embraer.
"Com mais de 86% em comum com o Embraer 195, o E-175 continua cumprindo os requerimentos de eficiência econômica e conforto da Flybe", disse Silva, segundo nota da Flybe.
O anúncio do acordo entre a Flybe e a Embraer será feito nesta terça-feira em uma entrevista coletiva no Farnborough International Airshow, uma das maiores feiras do setor aéreo no mundo, que acontece no sul da Inglaterra.
Em setembro de 2006, a Flybe foi a primeira empresa a receber o E-195 da Embraer, considerada uma das aeronaves mais ecológicas da companhia brasileira.
Na época, as empresas fecharam um negócio de US$ 950 milhões por 26 aeronaves.
Comentário: a coisa está assim. A gente faz reserva na British Airline mas voa pela Flybe. Quando minha filha retornou de Wales, onde estudou um semestre na universidade de lá, reservei seu voo pela British. Ela porém voou numa máquina da Flybe.
A Flybe é uma das maiores operadoras de voos regionais de baixo custo na Grã-Bretanha, mas a empresa pretende expandir a sua operação na Europa.
Para isso, a companhia quer comprar 140 aeronaves Embraer 175, com 88 assentos.
Nesta terça-feira, a empresa fechou a compra de 35 aeronaves por US$ 1,3 bilhões. As duas companhias também fecharam um acordo que pode culminar na venda de outras 105 aeronaves para a Flybe, no valor de US$ 3,7 bilhões.
Ecológico
A primeira das 35 aeronaves deverá ser entregue em setembro de 2011, e a última em março de 2017.
Segundo o diretor da Flybe, Jim French, a empresa optou pelos jatos da Embraer porque pretende manter apenas aviões de duas fabricantes na sua frota. Além da Embraer, a Flybe compra aviões da canadense Bombardier.
"O 175 [da Embraer] vai permitir que nós sigamos com nossa estratégia de duas frotas. Além disso, o desempenho econômico e ambiental da aeronave se enquadra na política da Flybe de comprar apenas aviões com boa certificação ambiental", disse French.
Segundo o vice-presidente executivo da Embraer, Paulo César de Souza e Silva, a Flybe já possui hoje 14 aviões do tipo E-195 da Embraer.
"Com mais de 86% em comum com o Embraer 195, o E-175 continua cumprindo os requerimentos de eficiência econômica e conforto da Flybe", disse Silva, segundo nota da Flybe.
O anúncio do acordo entre a Flybe e a Embraer será feito nesta terça-feira em uma entrevista coletiva no Farnborough International Airshow, uma das maiores feiras do setor aéreo no mundo, que acontece no sul da Inglaterra.
Em setembro de 2006, a Flybe foi a primeira empresa a receber o E-195 da Embraer, considerada uma das aeronaves mais ecológicas da companhia brasileira.
Na época, as empresas fecharam um negócio de US$ 950 milhões por 26 aeronaves.
Comentário: a coisa está assim. A gente faz reserva na British Airline mas voa pela Flybe. Quando minha filha retornou de Wales, onde estudou um semestre na universidade de lá, reservei seu voo pela British. Ela porém voou numa máquina da Flybe.
20 julho 2010
De Hamburgo viajo eu, de Frankfurt viaja minha filha para votarmos em Berlim na Dilma

Deu no Expresso/Portugal
Brasil: Eleitores no exterior preparam-se para as presidenciais, 200 mil estão aptos a votar
Faltam menos de três meses para as eleições presidenciais no Brasil e os brasileiros que vivem no exterior já se preparam para exercer o seu direito, com cerca de 200 mil eleitores aptos a votar.
A organização das secções de votação para os brasileiros que estão no exterior fica a cargo do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Segundo um recente levantamento divulgado pela Agência Brasil, referente a junho, 200 394 eleitores dos cerca de três milhões de brasileiros no estrangeiro poderão votar no pleito.
A organização das secções de votação para os brasileiros que estão no exterior fica a cargo do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Segundo um recente levantamento divulgado pela Agência Brasil, referente a junho, 200 394 eleitores dos cerca de três milhões de brasileiros no estrangeiro poderão votar no pleito.
Indio na pré-História
Paulo Moreira Leite
As declarações de Indio da Costa, procurando estabelecer vínculos entre as FARC, o narcotráfico e a campanha de Dilma Rousseff são um escândalo — mas é preciso reconhecer que guardam coerência com sua legenda.
Herdeiro do PFL da ditadura militar o DEM possui políticos respeitáveis em seus quadros. Seria errado e injusto generalizar.
Mas embora tenha até mudado de nome o partido dá mostras seguidas de que jamais acertou as contas com seu passado sob o regime dos generais. Isso ficou claro num episódio constrangedor, quando Dilma Rousseff foi ao Congresso falar sobre uma crise na Receita Federal e o senador Agripino Maia disse que ela havia aprendido a mentir quando era torturada pela repressão política. Em um minuto, foi um passado de décadas que retornou ao presente. Chocante.
Um dos traços típicos daquele regime era fazer acusações sem prova. Compreende-se. Num tempo em que a Justiça chegava a cumprir funções decorativas, quem estava no exerício do poder podia exercitar a violência conforme suas conveniencias e interesses, sem razão para perder tempo com formalidades legais, não é mesmo?
As declarações de Indio da Costa pertencem a essa família. Qualquer cidadão que tenha se dado ao trabalho de estudar nossa vida pública na última década sabe que não é preciso ter muito trabalho para encontrar erros, desvios e contradições no PT e no governo Lula. É possível encontrar erros no mes passado, na semana passada, no minuto passado.
Mas Índio da Costa preferiu a mentira, a denuncia sem prova, o mau serviço de um tipo ruim de jornalismo que acusa e depois não consegue se sustentar. O esforço para vincular o PT às FARC e ao narcotráfico É um mau começo para quem acaba de entrar na campanha,
Herdeiro do PFL da ditadura militar o DEM possui políticos respeitáveis em seus quadros. Seria errado e injusto generalizar.
Mas embora tenha até mudado de nome o partido dá mostras seguidas de que jamais acertou as contas com seu passado sob o regime dos generais. Isso ficou claro num episódio constrangedor, quando Dilma Rousseff foi ao Congresso falar sobre uma crise na Receita Federal e o senador Agripino Maia disse que ela havia aprendido a mentir quando era torturada pela repressão política. Em um minuto, foi um passado de décadas que retornou ao presente. Chocante.
Um dos traços típicos daquele regime era fazer acusações sem prova. Compreende-se. Num tempo em que a Justiça chegava a cumprir funções decorativas, quem estava no exerício do poder podia exercitar a violência conforme suas conveniencias e interesses, sem razão para perder tempo com formalidades legais, não é mesmo?
As declarações de Indio da Costa pertencem a essa família. Qualquer cidadão que tenha se dado ao trabalho de estudar nossa vida pública na última década sabe que não é preciso ter muito trabalho para encontrar erros, desvios e contradições no PT e no governo Lula. É possível encontrar erros no mes passado, na semana passada, no minuto passado.
Mas Índio da Costa preferiu a mentira, a denuncia sem prova, o mau serviço de um tipo ruim de jornalismo que acusa e depois não consegue se sustentar. O esforço para vincular o PT às FARC e ao narcotráfico É um mau começo para quem acaba de entrar na campanha,
19 julho 2010
Auf der Straße leben? Viver na rua?
Na tarde do sábado, dia 10.07., visitei, junto a um pequeno grupo de cinco pessoas, diversas instalações no centro da cidade voltadas para o apoio dos Sem Teto ― em alemão Obdachlose―, que vivem em Hamburgo.
O encontro, promovido rotineiramente pelo jornal “Hinz&Kunzt”, se deu no prédio onde funciona sua central. (http://www.hinzundkunzt.de/)
Fomos levados a uma ampla sala reservada à introdução de informações sobre o passeio de duas horas. Diante de cada lugar, folhetos sobre a situação atual dos Sem Teto de Hamburgo e o Projeto “Hinz&Kunzt”.
Fred, nosso guia, a 17 anos um Obdachlos por fatalidade e posteriormente por opção, não deixou uma pergunta sem resposta. Apresentou a segurança de quem sabe do que fala.
O encontro, promovido rotineiramente pelo jornal “Hinz&Kunzt”, se deu no prédio onde funciona sua central. (http://www.hinzundkunzt.de/)
Fomos levados a uma ampla sala reservada à introdução de informações sobre o passeio de duas horas. Diante de cada lugar, folhetos sobre a situação atual dos Sem Teto de Hamburgo e o Projeto “Hinz&Kunzt”.
Fred, nosso guia, a 17 anos um Obdachlos por fatalidade e posteriormente por opção, não deixou uma pergunta sem resposta. Apresentou a segurança de quem sabe do que fala.
“Hinz&Kunzt”
Criado em 1993, com a finalidade de ajudar os Obdachlose a saírem da situação de desesperança em que se encontravam, o jornal“Hinz&Kunzt” já fez estória.
O primeiro jornal do gênero foi impresso na Inglaterra. Na Alemanha foi denominado “Hinz&Kunzt” (apelido de Heinrich e Konrad), em referência à alcunha originada na Idade Média e que tem sido usada desde então para denominar “Jedermann”, que significa todos ou cada um.
Inicialmente, a publicação mensal era em torno dos 100 mil exemplares. Ao longo dos seus 17 anos de existência foram vendidos mais de 14 milhões de jornais. Atualmente o número gira em torno dos 65 mil. Sua venda é feita em Hamburgo e cidades próximas por 400 vendedores ativos.
Fred nos explicou que 50% do jornal é financiado pelas vendas, a outra metade, por doações. Todos que escrevem para o jornal são profissionais da área.
Venda do jornal
É possível viver de maneira modesta com a ajuda dada pelo Estado alemão, que oferece casa, comida, aquecimento e assistência médica, além da contribuição à futura aposentadoria.
Todavia o Sem Teto tem optado por viver afastado desse mesmo Estado que ajuda mas controla. Ele sobrevive às custas da esmola ou da participação no projeto “Hinz&Kunzt”, onde recebe uma carteira de vendedor e, como capital inicial, 10 jornais gratuitos, que vende a 1,80 euro. Com o dinheiro ganho com a venda dos primeiros exemplares, o Sem Teto compra por 0,80 cents mais exemplares. É interessante notar que ao comprar o jornal, o Obdachlos não poderá devolver os exemplares não vendidos. O risco, portanto, é dele, o que faz com que compre de acordo com a saída do material adquirido.
No início do Projeto só os Obdachlose podiam vender o jornal. Com o passar do tempo, no entanto, mesmo depois de terem encontrado um local para morar, muitos dos Sem Teto optaram por continuar vendendo o jornal, o que gerou conflito com a proposta inicial.
Segundo Fred, no início do projeto, seis meses depois do Obdachlos conseguir um teto, deveria parar de vender o jornal. Porém, como inúmeros Sem Teto se saíram bem na profissão de vendedor, ameaçaram abandonar seus apartamentos se tivessem que parar com a venda.
Perguntei sobre como os pontos de venda são administrados, já que existem locais mais rentáveis que outros. Fred informou que depois de 8 semanas vendendo no mesmo ponto, o vendedor conquista o “direito” ao local.
A participação das mulheres nas vendas gira entre 17 a 20% dos vendedores.
A vida do Obdachlos ou Sem Teto
Pode parecer paradoxal mas o Obdachlos prefere o inverno ao verão. Paradoxal porque o inverno rigoroso, às vezes -15°C ou mesmo -20°C, desanima qualquer um a sair de casa, menos ainda dormir na rua. Para o Obdachlos no entanto o inverno não assusta. Ele dorme dentro de um saco forrado com uma grossa camada de penas. Quem já dormiu com um cobertor de pena de ganso sabe do que estou falando. A preferência se dá devido o dia escurecer por volta das 16 horas e ele poder se recolher mais cedo do que no verão, que escurece a partir das 22 horas. Ele dorme comumente em vãos de lojas, cemitérios ou debaixo de viadutos.
Como o Sem Teto se veste como qualquer outro cidadão asseado e segue os padrões elementares de convívio, não encontra dificuldade em entrar em qualquer prédio para usar o toalete.
Sobre seus pertences que carrega sempre consigo, Fred nos explicou que os Sem Teto podem depositar de graça seus pertences em “Stützpunkt”, os chamados pontos de apoio entre 7-9 e apanhar novamente entre 19-21 horas e circular com certa desenvoltura pela cidade.
Além desses pontos de apoio, existem à disposição dos Obdachlose locais onde eles comem, banham e fazem uso de máquina de lavar e secar roupas.
Visitamos um desses locais, mas apenas por fora, já que os Sem Teto não gostam de ser observados por curiosos quando comem e cuidam de sua higiene. Diferentemente de outros locais, onde as pessoas têm que pagar um preço simbólico de 2 euros para comer, por exemplo, tudo naquele local é gratuito. Desde a comida até o banho, com sabão e toalha inclusive, passando pelo uso de máquinas de lavar roupa até orientação feita por assistentes sociais.
Droga e álcool são proibidos no local. Porém, caso a pessoa chegue alcoolizada, tem que se comportar adequadamente.
Um ponto importantíssimo colocado por Fred foi a possibilidade do Obdachlos poder se registrar no local para receber cartas e se comunicar com as repartições do governo, caso necessário.
Número de Sem Teto
Segundo estatísticas, existe entre 1000 e 1500 Obdachlose em Hamburgo, dos quais 150 vivem no centro da cidade.
75% deles freqüentaram até a 8° série colegial ou têm algum tipo de formação profissional de nível médio.
Mesmo com o que sobrou do Estado Social alemão é estarrecedor saber que dentre os Sem Teto de Hamburgo encontram-se 200 a 300 crianças com idade entre 12 e 14 anos.
Sobrevivência
Fred nos contou que os Sem Teto solitários têm mais chance de encontrar um lugar para dormir do que os que andam em grupo, já que o solitário chama menos a atenção dos passantes e das autoridades.
Quando falo autoridade refiro-me especialmente à polícia que deve tratar um Obdachlos com a mesma deferência que trata um cidadão vestindo Armani. O tratamento usado deve ser o “Sie” (senhor(a) ), nunca Du (você). Devo ressaltar que a diferenciação entre os dois termos é marcante na sociedade alemã.
Despedimo-nos na estação central de trem com a sensação de ter conhecido um pouco mais sobre a vida de uma das cidades mais ricas da Europa.
18 julho 2010
E aí, o PT vai ficar quieto ou vai processar vice do Serra, o Índio-Merendeiro?

Vice de Serra, Indio Merendeiro, dá tiro no pé ao ligar PT a narcotráfico e guerrilha.
O candidato a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB), o deputado Indio Merendeiro, do partido mais corrupto do Brasil, o DEM-RJ, radicalizou o embate com o PT e acusou o partido de ligação com o tráfico e os guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
Ele fez os ataques em entrevista concedida sexta-feira ao portal "Mobiliza PSDB", que integra o aparato da campanha tucana na internet.
E o PT vai ficar quieto, calado?
O candidato a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB), o deputado Indio Merendeiro, do partido mais corrupto do Brasil, o DEM-RJ, radicalizou o embate com o PT e acusou o partido de ligação com o tráfico e os guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
Ele fez os ataques em entrevista concedida sexta-feira ao portal "Mobiliza PSDB", que integra o aparato da campanha tucana na internet.
E o PT vai ficar quieto, calado?
P.S A foto do Índio Merendeiro encontrei aqui. Como não consegui provar se é verdadeira nem tão pouco se é falsa publico com direito a dúvida.
Serra e sua "origem" pernambucana
Brasil, eleições 2010
Francisco Solano de Lima - João Pessoa - PB
Em 2009 iniciou-se o processo eleitoral de renovação democrática dos governos progressistas da América do Sul. Dois países passaram pelo teste. Uruguai foi o primeiro, onde o presidente Tabaré Vázquez conseguiu fazer o seu sucessor Pepi Mujica, que vai continuar o avanço democrático e popular.
A Bolívia foi o segundo teste, onde o presidente Evo Morales foi reeleito juntamente com o vice-presidente para um mandato de cinco anos, além de fazer uma maioria de dois terços no Parlamento. Uma vitória acachapante que encolheu o poder político das oligarquias da direita golpista.
O Chile, infelizmente não passou no teste, o processo foi decidido no segundo turno com a vitória da direita. Esperava-se que a presidenta Michelle Bachelet, com grande popularidade pudesse fazer o seu sucessor. Mas, a frente de centro esquerda fragmentada no primeiro turno, chegou ao segundo sem conseguir a unidade necessária, e o resultado foi uma derrota.
Em 2010 as eleições na Colômbia, nenhuma surpresa, tudo como dantes no quartel de Abrantes. Em outubro próximo será a vez do Brasil. Em 2011 vai ser a vez da Argentina e do Peru. Em Lima, a filha do corrupto Fujimori, Keiko Fujimori, vai participar do pleito, talvez seja uma provável candidata.
No Brasil, a sociedade se fortalece, o país se desenvolve e ocupa lugar de destaque no cenário mundial, tudo em menos de oito anos. Os brasileiros com imensa responsabilidade na próxima eleição presidencial, que vai eleger a candidata indicada pelo presidente Lula, a ex-ministra Dilma Vana Rousseff. Tudo indica que vai ser uma eleição plebiscitária. De um lado o presidente Lula, a sua candidata Dilma, os trabalhadores, as forças populares e os aliados progressistas. Do outro lado, a oposição DEM-PSDB-PPS-PV, mais a mídia PIG e os agentes da sabotagem interna e externa.
Do resultado dessa eleição depende a continuidade e o avanço das conquistas. Neste contexto, joga-se uma partida decisiva, joga-se o presente e o futuro do povo brasileiro, e o que acontecer no Brasil vai impactar fortemente a América Latina.
O Brasil precisa continuar no rumo certo, portanto, brasileiras e brasileiros de todos os quadrantes da pátria, votem na continuidade do progresso, para que em outubro de 2010, das urnas possa sair um brado retumbante, Dilma !!
A Bolívia foi o segundo teste, onde o presidente Evo Morales foi reeleito juntamente com o vice-presidente para um mandato de cinco anos, além de fazer uma maioria de dois terços no Parlamento. Uma vitória acachapante que encolheu o poder político das oligarquias da direita golpista.
O Chile, infelizmente não passou no teste, o processo foi decidido no segundo turno com a vitória da direita. Esperava-se que a presidenta Michelle Bachelet, com grande popularidade pudesse fazer o seu sucessor. Mas, a frente de centro esquerda fragmentada no primeiro turno, chegou ao segundo sem conseguir a unidade necessária, e o resultado foi uma derrota.
Em 2010 as eleições na Colômbia, nenhuma surpresa, tudo como dantes no quartel de Abrantes. Em outubro próximo será a vez do Brasil. Em 2011 vai ser a vez da Argentina e do Peru. Em Lima, a filha do corrupto Fujimori, Keiko Fujimori, vai participar do pleito, talvez seja uma provável candidata.
No Brasil, a sociedade se fortalece, o país se desenvolve e ocupa lugar de destaque no cenário mundial, tudo em menos de oito anos. Os brasileiros com imensa responsabilidade na próxima eleição presidencial, que vai eleger a candidata indicada pelo presidente Lula, a ex-ministra Dilma Vana Rousseff. Tudo indica que vai ser uma eleição plebiscitária. De um lado o presidente Lula, a sua candidata Dilma, os trabalhadores, as forças populares e os aliados progressistas. Do outro lado, a oposição DEM-PSDB-PPS-PV, mais a mídia PIG e os agentes da sabotagem interna e externa.
Do resultado dessa eleição depende a continuidade e o avanço das conquistas. Neste contexto, joga-se uma partida decisiva, joga-se o presente e o futuro do povo brasileiro, e o que acontecer no Brasil vai impactar fortemente a América Latina.
O Brasil precisa continuar no rumo certo, portanto, brasileiras e brasileiros de todos os quadrantes da pátria, votem na continuidade do progresso, para que em outubro de 2010, das urnas possa sair um brado retumbante, Dilma !!
17 julho 2010
Dona Curau, "procuradora qualquer", tente

A dona Curau enlouqueceu.
Procuradora estuda ação que pode tirar Dilma do pleito
Tente, dona "Procuradora qualquer".
Que a senhora verá com quantos paus se faz uma canoa.
Aconselho a senhora a tirar umas boas férias e esfriar o cabeção nos ombros do Gilmar Dantas.
Se aquiete, ôxente.
Procuradora estuda ação que pode tirar Dilma do pleito
Tente, dona "Procuradora qualquer".
Que a senhora verá com quantos paus se faz uma canoa.
Aconselho a senhora a tirar umas boas férias e esfriar o cabeção nos ombros do Gilmar Dantas.
Se aquiete, ôxente.
16 julho 2010
Em tudo é preciso estratégia
Piada enviada por Milu Costa para esfriar um dia de calor de deserto
No confessionário, chega o pequenito (mas nosso velho conhecido) Joãozinho que confessa:
- Senhor Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- És tu, Joãozinho?
- Sou, Sr. Padre, sou eu.
- E com quem estiveste tu?
- Padre, eu já disse o meu pecado.... Ela que confesse o dela.
- Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel da farmácia?
- Os meus lábios estão selados, disse Joãozinho.
- Então foi a Maria do quiosque?
- Por mim, jamais o saberá...
- Ah! Ou não terá sido a Maria José florista?
- Não direi nunca!!!
- Já sei, só pode ter sido a Manuela da tabacaria!
- Senhor Padre, não insista!!!
- Vamos lá acabar com isto! Foi a Catarina da pastelaria, não foi?
- Senhor Padre, isto não faz sentido.
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
- És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva.
Vai então rezar vinte Pais-Nossos e dez Avé-Marias.... Vai com Deus, meu filho...
Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja.
O seu amigo Manecas desliza para junto dele e sussurra-lhe:
- E então? Conseguiste a Lista?
- Consegui. Já temos cinco mulheres casadas que dão umas por fora!!
Conclusão:
O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO, COMEÇA COM A ANÁLISE DO MERCADO...
- Senhor Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- És tu, Joãozinho?
- Sou, Sr. Padre, sou eu.
- E com quem estiveste tu?
- Padre, eu já disse o meu pecado.... Ela que confesse o dela.
- Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel da farmácia?
- Os meus lábios estão selados, disse Joãozinho.
- Então foi a Maria do quiosque?
- Por mim, jamais o saberá...
- Ah! Ou não terá sido a Maria José florista?
- Não direi nunca!!!
- Já sei, só pode ter sido a Manuela da tabacaria!
- Senhor Padre, não insista!!!
- Vamos lá acabar com isto! Foi a Catarina da pastelaria, não foi?
- Senhor Padre, isto não faz sentido.
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
- És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva.
Vai então rezar vinte Pais-Nossos e dez Avé-Marias.... Vai com Deus, meu filho...
Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja.
O seu amigo Manecas desliza para junto dele e sussurra-lhe:
- E então? Conseguiste a Lista?
- Consegui. Já temos cinco mulheres casadas que dão umas por fora!!
Conclusão:
O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO, COMEÇA COM A ANÁLISE DO MERCADO...
Finalmente!
Comentário deixado por Murilo no post Parabens aos parlamentares franceses
Aqí na Dinamarca, as coisas caminham pro mesmo lado.
Sei, por ter vivido na Noruega, e mais de 8 vezes ao ano, vou até la visitar amigos, q deverá haver lei proibindo o uso dos tais véus.
Na Bélgica, já foram banidos.
Mas, prá qem mora no Brasil, fica quase impossível entender a coisa.
E acham q somos "intolerantes, racistas, etc" ...
Demagogia.
Qem vive por esses lados do planeta, sabe o qto sao urgentes tais leis.
Inté,
Murilo
Sei, por ter vivido na Noruega, e mais de 8 vezes ao ano, vou até la visitar amigos, q deverá haver lei proibindo o uso dos tais véus.
Na Bélgica, já foram banidos.
Mas, prá qem mora no Brasil, fica quase impossível entender a coisa.
E acham q somos "intolerantes, racistas, etc" ...
Demagogia.
Qem vive por esses lados do planeta, sabe o qto sao urgentes tais leis.
Inté,
Murilo
15 julho 2010
Novo índice aponta menos pobres no Brasil do que o governo
Rogerio Wassermann - Da BBC Brasil em Londres
Um novo índice de medição da pobreza, que não leva em consideração direta a renda, indica que o Brasil tem menos pessoas pobres do que aponta a medição oficial do governo.
O novo Índice de Pobreza Multidimensional (MPI, na sigla em inglês), divulgado nesta quarta-feira, diz que 8,5% da população brasileira pode ser considerada pobre.
A avaliação leva em conta o acesso da população a dez itens relacionados à saúde, à educação e ao padrão de vida.
A porcentagem de pobres apontada pelo MPI é maior do que a enxergada pelo Banco Mundial (Bird), que diz que 5% dos brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza absoluta (têm renda inferior a US$ 1,25 por dia, de acordo com a regra adotada pelo Bird).
Mas ela é bem menor de que a proporção de brasileiros em pobreza absoluta divulgada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, órgão ligado ao governo), que é de 28,8%. Segundo a regra adotada pelo Ipea, estão em pobreza absoluta os membros de famílias com rendimento médio por pessoa de até meio salário mínimo mensal.
O MPI foi desenvolvido pelo centro de pesquisas britânico The Oxford Poverty and Human Development Initiative (OPHI), com o apoio das Nações Unidas, e deverá ser utilizado pela ONU em seu relatório anual de desenvolvimento humano.
Para os criadores do novo índice, ele apresenta um quadro mais preciso da pobreza do que a simples medição do nível de renda.
Números absolutos
A nova medição, que no caso do Brasil toma como base dados coletados em 2003, indica um total de 16,2 milhões de pessoas consideradas pobres no país – o 13º maior número absoluto entre os 104 países em desenvolvimento incluídos na pesquisa.
No mundo todo, esse total chega a 1,7 bilhão de pessoas, 400 milhões a mais do que na medição da pobreza absoluta pelos critérios do Banco Mundial.
A medição indica que somente na Índia há 645 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, quantidade superior à soma de todos os países da África subsaariana. Apesar disso, a Índia tem a 31ª maior proporção de pobres (55,4% da população) entre os países avaliados.
O Níger é o país com a maior proporção de pobres no mundo, segundo o novo índice (92,7%), seguido de Etiópia (90%), Mali (87,1%) e República Centro-Africana (86,4%).
Os países com a menor proporção de pobres são Eslováquia e Eslovênia (próximo a 0%), República Checa (0,01%), Belarus (0,02%) e Letônia (0,3%).
A China, país mais populoso do mundo, com 1,3 bilhão de habitantes, tem um índice de pobreza pelo MPI de 12,5%.
Entre os países da América Latina, o Uruguai é o que tem a menor proporção de pobres pelo novo índice (1,7%), seguido de Equador (2,2%), Argentina (3%) e México (4%).
Ponto fraco
Entre os itens medidos pelo novo índice, a educação aparece como o ponto fraco do Brasil.
Segundo o relatório do OPHI, 20,2% da população brasileira tem algum tipo de privação nessa área, contra 5,2% no setor de saúde e 2,8% nos itens de padrão de vida.
Para efeito de comparação, na China a proporção de pessoas com privações é bem menor do que no Brasil na área de educação (10,9%), mas superior nos setores de saúde (11,3%) e de padrão de vida (12,4%).
O estudo da OPHI também mede a intensidade da pobreza, ao analisar a proporção das pessoas consideradas pobres em relação à quantidade de itens nos quais têm privações.
O MPI considera pobres aqueles que têm privações em três ou mais dos dez itens considerados, o que engloba 8,5% da população.
Mas apenas 2,3% da população tem privações em quatro ou mais itens, 0,9% em cinco ou mais e 0,3% em seis ou mais itens. A proporção de pessoas com privações em mais de sete itens é próxima de zero.
No Níger, país com a maior proporção de pobres no mundo, segundo o estudo, 7% da população não tem acesso a nenhum dos dez itens considerados.
Um novo índice de medição da pobreza, que não leva em consideração direta a renda, indica que o Brasil tem menos pessoas pobres do que aponta a medição oficial do governo.
O novo Índice de Pobreza Multidimensional (MPI, na sigla em inglês), divulgado nesta quarta-feira, diz que 8,5% da população brasileira pode ser considerada pobre.
A avaliação leva em conta o acesso da população a dez itens relacionados à saúde, à educação e ao padrão de vida.
A porcentagem de pobres apontada pelo MPI é maior do que a enxergada pelo Banco Mundial (Bird), que diz que 5% dos brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza absoluta (têm renda inferior a US$ 1,25 por dia, de acordo com a regra adotada pelo Bird).
Mas ela é bem menor de que a proporção de brasileiros em pobreza absoluta divulgada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, órgão ligado ao governo), que é de 28,8%. Segundo a regra adotada pelo Ipea, estão em pobreza absoluta os membros de famílias com rendimento médio por pessoa de até meio salário mínimo mensal.
O MPI foi desenvolvido pelo centro de pesquisas britânico The Oxford Poverty and Human Development Initiative (OPHI), com o apoio das Nações Unidas, e deverá ser utilizado pela ONU em seu relatório anual de desenvolvimento humano.
Para os criadores do novo índice, ele apresenta um quadro mais preciso da pobreza do que a simples medição do nível de renda.
Números absolutos
A nova medição, que no caso do Brasil toma como base dados coletados em 2003, indica um total de 16,2 milhões de pessoas consideradas pobres no país – o 13º maior número absoluto entre os 104 países em desenvolvimento incluídos na pesquisa.
No mundo todo, esse total chega a 1,7 bilhão de pessoas, 400 milhões a mais do que na medição da pobreza absoluta pelos critérios do Banco Mundial.
A medição indica que somente na Índia há 645 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, quantidade superior à soma de todos os países da África subsaariana. Apesar disso, a Índia tem a 31ª maior proporção de pobres (55,4% da população) entre os países avaliados.
O Níger é o país com a maior proporção de pobres no mundo, segundo o novo índice (92,7%), seguido de Etiópia (90%), Mali (87,1%) e República Centro-Africana (86,4%).
Os países com a menor proporção de pobres são Eslováquia e Eslovênia (próximo a 0%), República Checa (0,01%), Belarus (0,02%) e Letônia (0,3%).
A China, país mais populoso do mundo, com 1,3 bilhão de habitantes, tem um índice de pobreza pelo MPI de 12,5%.
Entre os países da América Latina, o Uruguai é o que tem a menor proporção de pobres pelo novo índice (1,7%), seguido de Equador (2,2%), Argentina (3%) e México (4%).
Ponto fraco
Entre os itens medidos pelo novo índice, a educação aparece como o ponto fraco do Brasil.
Segundo o relatório do OPHI, 20,2% da população brasileira tem algum tipo de privação nessa área, contra 5,2% no setor de saúde e 2,8% nos itens de padrão de vida.
Para efeito de comparação, na China a proporção de pessoas com privações é bem menor do que no Brasil na área de educação (10,9%), mas superior nos setores de saúde (11,3%) e de padrão de vida (12,4%).
O estudo da OPHI também mede a intensidade da pobreza, ao analisar a proporção das pessoas consideradas pobres em relação à quantidade de itens nos quais têm privações.
O MPI considera pobres aqueles que têm privações em três ou mais dos dez itens considerados, o que engloba 8,5% da população.
Mas apenas 2,3% da população tem privações em quatro ou mais itens, 0,9% em cinco ou mais e 0,3% em seis ou mais itens. A proporção de pessoas com privações em mais de sete itens é próxima de zero.
No Níger, país com a maior proporção de pobres no mundo, segundo o estudo, 7% da população não tem acesso a nenhum dos dez itens considerados.
14 julho 2010
Adeus, Serra !
Brasil registra recorde de 1,5 mi de novos empregos no 1º semestre, diz Lupi
por SOFIA FERNANDES
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou nesta quarta-feira que o primeiro semestre de 2010 teve um recorde de geração de empregos para o período, com 1,5 milhão de novos postos. Os dados consolidados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) serão anunciados amanhã pelo governo.
O recorde para o período era de 2008, quando, segundo Lupi, o Brasil registrou a criação de 1,1 milhão de novos empregos. No primeiro semestre de 2009, em que a economia sofria com os efeitos da crise econômica, foram 299 mil.
De acordo com o ministro, o segundo semestre não será tão forte, e o ano fechará com 2,5 milhões de novos empregos. "Vamos chegar à minha meta de 2,5 milhões no ano", afirmou Lupi, depois de anunciar a criação do sistema HomologNet, que propõe agilizar a homologação da rescisão de contratos de trabalho.
Fonte: Ditabranda
O recorde para o período era de 2008, quando, segundo Lupi, o Brasil registrou a criação de 1,1 milhão de novos empregos. No primeiro semestre de 2009, em que a economia sofria com os efeitos da crise econômica, foram 299 mil.
De acordo com o ministro, o segundo semestre não será tão forte, e o ano fechará com 2,5 milhões de novos empregos. "Vamos chegar à minha meta de 2,5 milhões no ano", afirmou Lupi, depois de anunciar a criação do sistema HomologNet, que propõe agilizar a homologação da rescisão de contratos de trabalho.
Fonte: Ditabranda
Parabens aos parlamentares franceses
Deputados aprovam proibição de véus islâmicos em público na França
A Câmara Baixa do Parlamento da França aprovou nesta terça-feira um projeto de lei que proíbe o uso em público de vestimentas que escondam a maior parte do rosto, como alguns tipos de véus usados por mulheres muçulmanas.
O veto ao uso destas vestimentas em público foi aprovado por 335 votos contra um. No entanto, a maior parte da oposição na casa, que tem 577 cadeiras, se absteve da votação.
Para se tornar lei, o projeto agora precisa ser aprovado pelo Senado, em uma votação que está marcada para o mês de setembro.
Leia mais na BBC
O veto ao uso destas vestimentas em público foi aprovado por 335 votos contra um. No entanto, a maior parte da oposição na casa, que tem 577 cadeiras, se absteve da votação.
Para se tornar lei, o projeto agora precisa ser aprovado pelo Senado, em uma votação que está marcada para o mês de setembro.
Leia mais na BBC
13 julho 2010
Pergunta
Gente, como estou há muito tempo fora do Brasil, estou por fora de certos termos.
Soube que existe uma lei no Brasil que diz que um casal que more mais de dois anos juntos passam automaticamente ao status de casados, com direitos e deveres.
Dúvidas: quando duas pessoa não casadas oficialmente vivem juntas, elas se apresentam como " meu marido" "minha esposa" ou como "meu namorado" minha namorada"?
A partir de quando, se é que, passam a se denominar marido e mulher e não apenas namorados?
Obrigada pela dica.
Soube que existe uma lei no Brasil que diz que um casal que more mais de dois anos juntos passam automaticamente ao status de casados, com direitos e deveres.
Dúvidas: quando duas pessoa não casadas oficialmente vivem juntas, elas se apresentam como " meu marido" "minha esposa" ou como "meu namorado" minha namorada"?
A partir de quando, se é que, passam a se denominar marido e mulher e não apenas namorados?
Obrigada pela dica.
JB: apenas versão na Internet
O "Jornal do Brasil", um dos mais antigos do país — que teve a sua primeira edição impressa em 1891 —, vai deixar de circular.
A data para o fim da versão em papel será decidida entre amanhã e quinta-feira, disse ontem o empresário Nelson Tanure, dono da marca.
Com dívidas estimadas em R$ 100 milhões e vendo a circulação despencar, Tanure tentou encontrar um comprador para o jornal. Sem sucesso na sua empreitada, decidiu manter o jornal só na internet.
— A decisão de acabar com o papel está sendo tomada esta semana. Teremos uma decisão na quarta-feira ou na quinta-feira. Provavelmente, seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet. É algo que está acontecendo no mundo todo — disse Nelson Tanure.
Ontem, Tanure confirmou a saída de Pedro Grossi, que ocupava a presidência do "JB" há apenas quatro meses: — Eu demiti o Pedro Grossi porque ele era a favor de continuar no papel — disse.
Em carta a editores e diretores do "JB", e reproduzida no site "Janela Publicitária", Grossi diz que "Em almoço realizado hoje (ontem), na presença do Dr. Ronaldo Carvalho e da Dra. Angela Moreira, o Dr. Nelson Tanure informou que publicará na edição de amanhã (hoje) do Jornal do Brasil (JB) uma notificação assinada pela direção da empresa e dirigida aos leitores na qual explica a transposição do jornal escrito para o tecnológico.Considerando que isto contraria a razão pela qual fui contratado, solicito, sem perda de meus direitos, que o expediente do jornal e de todas as revistas não conste mais meu nome".
Procurado pelo GLOBO, Grossi, no entanto, diz que só deixará o cargo de diretor-presidente do "JB" assim que a empresa anunciar o fim da publicação impressa.
— Enquanto tiver jornal impresso, eu continuo presidente. Quando for comunicada a transposição do papel para a internet, eu estou fora. Não fui contratado para isso — afirmou Grossi.
Segundo a sua assessoria de imprensa, o "Jornal do Brasil" conta com 180 funcionários, sendo 60 jornalistas, que trabalham na redação. O "JB" tem hoje tiragem de 17 mil exemplares nos dias de semana e de 22 mil aos domingos.
Na redação do jornal, o clima é de tristeza e nervosismo. Ontem, dois funcionários passaram mal e voltaram para casa.
Até agora só foram depositados R$ 800 na conta dos empregados referentes ao mês trabalhado em junho. Ainda não houve comunicado formal sobre o destino do jornal.
O diário é editado na Casa Brasil e em seu prédio anexo, no Rio Comprido. Segundo funcionários, a Casa Brasil, onde ficavam os executivos da empresa, será devolvida.
A presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio, Suzana Blass, disse que pedirá audiência com Tanure para discutir o futuro dos empregados: — Queremos garantir uma empregabilidade mínima e o pagamentos da rescisão.
Diretor-executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira, lamentou o fim da versão impressa do "JB", mas fez questão de frisar que este é um caso isolado e que aposta no crescimento da circulação dos jornais no país este ano:
— É lamentável que o JB termine. Foi um processo de equívocos empresariais que resultaram em decadência editorial.
Em 2009, a circulação diária de jornais pagos no país foi de 8,193 milhões, recuo de 3,46% em relação a 2008, quando a circulação crescera 5%. Os números incluem a tiragem do "JB", apesar de o jornal ter deixado a associação em 2004.
A ANJ não fornece dados específicos sobre qualquer jornal.
Segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC), no primeiro quadrimestre deste ano, o setor já registrou um crescimento de 1,5%. Desde setembro de 2008, o "JB" não era mais auditado pelo IVC.
O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, também lamenta o processo de decadência do jornal.
— É uma notícia triste e mostra o momento nocivo por que passa o mercado jornalístico — diz ele.
Azêdo lembra que o "JB" era um paradigma para coberturas importantes e recorda edições memoráveis, como a de 13 de dezembro de 1968, data do Ato Institucional Número 5 (AI-5), que acabou com garantias constitucionais e deu ao presidente da República poder de fechar o Congresso.
Naquele dia, o "JB" publicou a previsão do tempo na primeira página, dizendo que as condições climáticas eram adversas.
Nelson Tanure arrendou o "JB" em 2001. Entre 2002 e 2003, o empresário teve os direitos de publicação da revista americana especializada em economia "Forbes" no Brasil. Em 2003, arrendou o diário econômico "Gazeta Mercantil".
Em grave crise e com dívida trabalhista superior a R$ 200 milhões, Tanure rescindiu o contrato de licenciamento do uso da marca e devolveu o jornal a seu antigo dono Luiz Fernando Levy.
Em junho de 2009, a "Gazeta" deixou de circular.
Fonte: O Globo
A data para o fim da versão em papel será decidida entre amanhã e quinta-feira, disse ontem o empresário Nelson Tanure, dono da marca.
Com dívidas estimadas em R$ 100 milhões e vendo a circulação despencar, Tanure tentou encontrar um comprador para o jornal. Sem sucesso na sua empreitada, decidiu manter o jornal só na internet.
— A decisão de acabar com o papel está sendo tomada esta semana. Teremos uma decisão na quarta-feira ou na quinta-feira. Provavelmente, seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet. É algo que está acontecendo no mundo todo — disse Nelson Tanure.
Ontem, Tanure confirmou a saída de Pedro Grossi, que ocupava a presidência do "JB" há apenas quatro meses: — Eu demiti o Pedro Grossi porque ele era a favor de continuar no papel — disse.
Em carta a editores e diretores do "JB", e reproduzida no site "Janela Publicitária", Grossi diz que "Em almoço realizado hoje (ontem), na presença do Dr. Ronaldo Carvalho e da Dra. Angela Moreira, o Dr. Nelson Tanure informou que publicará na edição de amanhã (hoje) do Jornal do Brasil (JB) uma notificação assinada pela direção da empresa e dirigida aos leitores na qual explica a transposição do jornal escrito para o tecnológico.Considerando que isto contraria a razão pela qual fui contratado, solicito, sem perda de meus direitos, que o expediente do jornal e de todas as revistas não conste mais meu nome".
Procurado pelo GLOBO, Grossi, no entanto, diz que só deixará o cargo de diretor-presidente do "JB" assim que a empresa anunciar o fim da publicação impressa.
— Enquanto tiver jornal impresso, eu continuo presidente. Quando for comunicada a transposição do papel para a internet, eu estou fora. Não fui contratado para isso — afirmou Grossi.
Segundo a sua assessoria de imprensa, o "Jornal do Brasil" conta com 180 funcionários, sendo 60 jornalistas, que trabalham na redação. O "JB" tem hoje tiragem de 17 mil exemplares nos dias de semana e de 22 mil aos domingos.
Na redação do jornal, o clima é de tristeza e nervosismo. Ontem, dois funcionários passaram mal e voltaram para casa.
Até agora só foram depositados R$ 800 na conta dos empregados referentes ao mês trabalhado em junho. Ainda não houve comunicado formal sobre o destino do jornal.
O diário é editado na Casa Brasil e em seu prédio anexo, no Rio Comprido. Segundo funcionários, a Casa Brasil, onde ficavam os executivos da empresa, será devolvida.
A presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio, Suzana Blass, disse que pedirá audiência com Tanure para discutir o futuro dos empregados: — Queremos garantir uma empregabilidade mínima e o pagamentos da rescisão.
Diretor-executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira, lamentou o fim da versão impressa do "JB", mas fez questão de frisar que este é um caso isolado e que aposta no crescimento da circulação dos jornais no país este ano:
— É lamentável que o JB termine. Foi um processo de equívocos empresariais que resultaram em decadência editorial.
Em 2009, a circulação diária de jornais pagos no país foi de 8,193 milhões, recuo de 3,46% em relação a 2008, quando a circulação crescera 5%. Os números incluem a tiragem do "JB", apesar de o jornal ter deixado a associação em 2004.
A ANJ não fornece dados específicos sobre qualquer jornal.
Segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC), no primeiro quadrimestre deste ano, o setor já registrou um crescimento de 1,5%. Desde setembro de 2008, o "JB" não era mais auditado pelo IVC.
O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, também lamenta o processo de decadência do jornal.
— É uma notícia triste e mostra o momento nocivo por que passa o mercado jornalístico — diz ele.
Azêdo lembra que o "JB" era um paradigma para coberturas importantes e recorda edições memoráveis, como a de 13 de dezembro de 1968, data do Ato Institucional Número 5 (AI-5), que acabou com garantias constitucionais e deu ao presidente da República poder de fechar o Congresso.
Naquele dia, o "JB" publicou a previsão do tempo na primeira página, dizendo que as condições climáticas eram adversas.
Nelson Tanure arrendou o "JB" em 2001. Entre 2002 e 2003, o empresário teve os direitos de publicação da revista americana especializada em economia "Forbes" no Brasil. Em 2003, arrendou o diário econômico "Gazeta Mercantil".
Em grave crise e com dívida trabalhista superior a R$ 200 milhões, Tanure rescindiu o contrato de licenciamento do uso da marca e devolveu o jornal a seu antigo dono Luiz Fernando Levy.
Em junho de 2009, a "Gazeta" deixou de circular.
Fonte: O Globo
Reflexão

Cheguei agora há pouco do passeio matinal com minha cachorra.
Ao apanhar suas fezes (não digo "bosta" porque é feio, vulgar) lembrei do antigo PFL e agora Demo.
E perguntei-me: Agora que o partido do demo está em estado terminal, qual será o próximo nome que Bornhausen e sua trupe darão ao antigo partido?
Ao apanhar suas fezes (não digo "bosta" porque é feio, vulgar) lembrei do antigo PFL e agora Demo.
E perguntei-me: Agora que o partido do demo está em estado terminal, qual será o próximo nome que Bornhausen e sua trupe darão ao antigo partido?
12 julho 2010
Hora do riso
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