09 Fevereiro 2010

O povo se alegra na Alemanha


Depois de longos anos - 7 -, a suprema corte alemã decidiu hoje que o Hartz IV - a lei mais sacana que um partido - o SPD - de esquerda alemão fez contra o povo mais pobre - é inconstitucional.

Tudo terá que ser revisto.

Dificilmente o SPD se levantará desse baque.

O SPD alemão é o PSDB brasileiro. Se diz de centro-esquerda mos f%¨¨&de o povo.

Hurra !!!!!!!!!!!!

Brasileiro mui amigo do Brasil é condenado na Inglaterra

Empresário é condenado a pagar R$ 2 mi por lixo enviado ao Brasil

Daniel Gallas - BBC Brasil

Um brasileiro, dono de uma empresa britânica, que está sendo investigada por exportar lixo doméstico ilegalmente para o Brasil no ano passado foi condenado pela Justiça em Londres a pagar mais de 735 mil libras (equivalente a R$ 2,1 milhões) a outra empresa britânica.

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Charge Online do Bessinha

A Enxada e a Caneta

Zé Alagão trabalhando por você

(Teddy Vieira e Capitão Barduíno)

Certa vez uma caneta foi passear lá no sertão

Encontrou-se com uma enxada fazendo a plantação

A enxada, muito humilde, foi lhe fazer saudação

Mas a caneta soberba não quis pegar sua mão

E ainda por desaforo lhe passou uma repreensão

Disse a caneta pra enxada: não vem perto de mim não

Você está suja de terra, de terra suja do chão

Sabe com quem está falando, veja sua posição

E não se esqueça a distância da nossa separação

Eu sou a caneta soberba que escreve nos tabelião

Eu escrevo pros governos as leis da constituição

Escrevi em papel de linho, pros ricaços e barão

Só ando na mão dos mestres, dos homens de posição

A enxada respondeu: que bateu vivo no chão

Pra poder dar o que comer e vestir o seu patrão

Eu vim no mundo primeiro quase no tempo de Adão

Se não fosse o meu sustento não tinha instrução.

(Fonte: Conversa Afiada)

Homenagem aos nordestinos residentes em São Paulo e abandonados pelo Serra e Kassab

Fernando Henrique Cardoso, o Procriador, falou



"Dilma não é líder, é reflexo de um líder."

E eu digo:

"Serra não é líder, é reflexo de um líder."

Dá água na boca

Ver a Marina ao lado dos 'puros' Demos, Peessedebistas e Pepeesses.

É assistir os vermes saindo da terra, é assistir a derrota consumada.

"PV, PSDB, DEM e PPS formalizaram acordo ontem para ter o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) como o candidato da aliança ao governo do Rio. O ex-prefeito Cesar Maia, do DEM, deverá concorrer ao Senado.

A decisão sobre a chapa foi tomada à tarde em reunião de lideranças locais dos quatro partidos no apartamento do ex-governador Marcello Alencar (PSDB), no Rio.

Ficou acertado que Gabeira terá um tucano como candidato a vice-governador, possivelmente o ex-deputado federal Márcio Fortes. O DEM indicará um candidato ao Senado. O PPS, o outro.

Gabeira disse à Folha, por telefone, que desistiu de concorrer ao Senado porque a coalizão não tinha outra alternativa para disputar a sucessão do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB).

"Ficou difícil para mim sair de uma eleição [para prefeito do Rio, em 2008] com 1,5 milhão de votos e apoiar qualquer candidato. Disse aos partidos coligados que se sentissem confortáveis, pois eu sairia para disputar o governo", afirmou."


Fonte: Databranda

Projeto de lei aperta cerca contra empresas envolvidas em corrupção

O presidente Lula assinou, nesta segunda-feira (8/2), mensagem que encaminha ao Congresso Nacional projeto de lei que institui a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas por atos de corrupção praticados contra a Administração Pública nacional e estrangeira. O ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, explicou que o projeto tem por finalidade preencher as lacunas da legislação atual que é falha e incompleta no que diz respeito a medidas repressivas diretas contra as empresas envolvidas em corrupção.

De acordo com o ministro, o projeto prevê multas entre 1% e 30% da receita bruta da empresa. Hage fez questão de afirmar que a legislação proposta cumpre compromisso das convenções da ONU, OEA e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“Estou certo que este projeto merecerá acolhida do Congresso Nacional”, enfatizou o ministro na cerimônia ocorrida no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.


Fonte: Blog do Planalto

Pergunta que não quer calar


Soninha Francine, a subprefeita da Lapa e pré-candidata do PPS ao governo de São Paulo, posou nua para um calendário.

Ela quer estimular o uso de bicicleta.

Pergunta: o que tem bicicleta com nudez ?

Charge Online do Bessinha

Fernando Henrique Cardoso precisa de amigos

Por Gilson Caroni Filho, 08.02.2010

Em seu texto “Luto e Melancolia”, Freud diz que manifestações melancólicas assumem várias formas clínicas, se caracterizando, entre outros sintomas, “por uma depressão profundamente dolorosa, uma suspensão do interesse pelo mundo externo, diminuição do sentimento de auto-estima e inibição de todas as atividades.” A identificação com o objeto perdido é inevitável e, na medida em que não consegue incorporação simbólica, o que sobra ao sujeito é a identificação com o vazio de um pai ausente.

Se a psicanálise sofre hoje contestações de diferentes ordens, as palavras do seu criador sobre o comportamento melancólico se encaixam como uma luva para o amontoado de sandices que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso escreveu e disse no último domingo, 7/02, tentando deter e repudiar a impopularidade que o persegue desde o segundo mandato.

Há alguns anos, Carlos Heitor Cony, em artigo na Folha de São Paulo, não poupou palavras para melhor definir o “príncipe dos sociólogos: “Diziam seus admiradores que FHC era uma cabeça, um intelectual, um produtor de coisas inteligentes. Sua exposição no cargo mais alto do país rebaixou-o à dimensão de um demagogo banal, incapaz de articular um argumento alem do insulto aos que não acreditam nele e o acusam inclusive de improbidade.”

Isso é FHC. A exigência egóica de ser admirado o torna, paradoxalmente, um líder sem liderados. Um prócer a ser evitado em anos eleitorais. Para quem acredita que fez um grande favor ao mundo nascendo, sua irritabilidade é permanente e justificada.

Afinal, deve ser duro para quem esteve no poder durante oito anos, constatar que o resto do mundo político não reconhece sua importância. Pior, o que ganha realce são os erros grosseiros de um dirigente que governou de acordo com os humores do capital financeiro.

Seu governo passou para a história como um modelo que acentuava a exclusão social e penalizava as classes de menor renda. A estratégia de estabilização de preços baseada na captação de capital externo de curto prazo, através da sobrevalorização da moeda e da manutenção de elevadas taxas de juros, levou o país a níveis de desemprego sem precedentes, à desarticulação da estrutura produtiva e à deterioração do tecido social no campo e na cidade.

O mau desempenho do comércio brasileiro na época foi minuciosamente construído pela equipe de FHC que, realizando uma abertura irresponsável da economia, pôs em prática políticas monetárias e cambiais que minaram em grande parte nossa capacidade de competição internacional.

Mostrando a miopia fiscalista que o orienta até hoje, Cardoso escreveu em seu artigo (“Sem medo do passado”), publicado no Globo: “Esqueceu-se [Lula] dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal.”

A entrega do patrimônio público ainda é apresentada como fórmula eficaz de fazer caixa. O que FHC faz questão de esquecer faz parte de sua história: grande parte do programa de privatização brasileiro foi financiada pelo BNDES. No cassino tucano, muitas empresas privatizadas não queriam fazer investimento aqui e se aproveitavam de polpudos créditos que também beneficiavam transnacionais já instaladas no país. O argumento utilizado era o de que a vinda desses setores permitiria agregar elementos de financiamento ao desenvolvimento nacional.

Quando se lê um artigo assim, descontextualizado, mal costurado em seus argumentos, é que nos damos contas da importância de olhar pelo retrovisor. É ele que sinaliza as perspectivas do futuro. Nesse ponto, o texto de Cardoso é didático, quase leitura obrigatória.

FHC sabe que a grande mídia corporativa exercerá o prestimoso papel de guiar suas mãos na hora de legitimar a irrelevância dos seus escritos. Somente os exércitos de colunistas destacados pelas famílias que controlam os meios de comunicação garantem sua vida política vegetativa.

Quando compara a ministra Dilma Rousseff a um boneco manipulado pelo presidente Lula não faz qualquer ponderação política, apenas evidencia que sua cabeça está longe de ser privilegiada. É uma mente que destila bile (que está na raiz da palavra melancolia) para desqualificar seus adversários. É o menestrel da política pequena buscando a facilidade da ribalta midiática.

Antes de dizer que “o PT “tenta desconstruir o seu mandato”, o ”príncipe” deveria dedicar mais tempo à leitura do que andaram falando sobre seu governo as principais lideranças do seu partido, em especial o governador de São Paulo. Uma boa sugestão seria o livro “Conversas com Economistas Brasileiros II”, que a Editora 34 lançou em 1999. Lá ele encontraria o seguinte trecho:

“A política cambial do primeiro governo Fernando Henrique Cardoso foi um desastre gratuito e total. Foi resultado de pouca reflexão analítica de seus condutores. Suas conseqüências foram devastadoras em muitas áreas da economia, inclusive comprometendo as metas fixadas no processo de privatização.”

Essa crítica, das mais contundentes feitas por um economista que participou dos dois mandatos do governo FHC, é de José Serra em entrevista a dois professores da FGV, Guido Mantega e José Márcio Rego. E agora, quem é o boneco de quem? Nem mesmo um governador que submergiu com as enchentes em São Paulo, levando com ele a suposta capacidade gerencial do tucanato, pôde endossar a política arrasada do ex-presidente. O que esperar da oposição? A compaixão que deve ser concedida aos incapazes?

As palavras do ex-presidente devem ser vistas como movimentos de descompressão da realidade. Quando, a partir da melancolia e solidão de sua maturidade, um ator político faz a volta à infância, o ridículo se apodera do cenário. Fernando Henrique precisa de amigos.

(*) Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil. Artigo publicado originalmente na Carta Maior.

08 Fevereiro 2010

Dublagem de filmes


Tenho assistido a muitos filmes ultimamente.

E vejo que a dublagem alemã é perfeita.

Há anos eu me perguntava por que os filmes americanos passavam primeiro no Brasil e só depois na Alemanha.

É que no Brasil os filmes recebem os diálogos escritos.

O que faz com que, ao assisitr, metade do filme seja perdida.

E os filmes na Alemanha são dublados.

O que faz com que assistamos o filme com prazer.

Ontem voltei a assistir Ran, de Kurosauwa, em japonês, com texto escrito em inglês.

E vi, depois de anos sem subtítulo, como é difícil ler e entender a história ao mesmo tempo.

Minha pergunta: por que não se cria, como na Alemanha, cursos nas escolas técnicas para a formação de dubladores de filmes?

Seria um filão para gerar trabalho com mão de obra especializada.

Venezuela: Caracas considera "inaceitável" mensagem do novo embaixador dos EUA no Brasil

Caracas, 06 fev (Lusa) - O ministro das Relações Exteriores da Venezuela considerou "inaceitável" a mensagem enviada pelo novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, instando o presidente Hugo Chávez a "não reprimir" e a "ouvir o povo venezuelano".

"As declarações do Sr. Shannon são inaceitáveis por traduzirem uma ingerência e serem desrespeitosas na sua forma e conteúdo", afirma o ministro em comunicado.

Segundo o chefe da diplomacia venezuelana "não é função de um diplomata, e menos de um diplomata credenciado num país amigo, pretender dar conselhos a um governo soberano. Esta declaração significa uma nova e grosseira intromissão do seu governo (EUA) nos assuntos internos da República Bolivariana da Venezuela".

Fonte: Expresso - Portugal

Charge Online do Bessinha

Igreja Católica alemã mergulhada num mar de lama

Os jornais e revistas alemães chegam hoje às bancas com um pedido de perdão da Igreja Católica pelas violências perpetradas pelos padres contra crianças que deviam ter respeitado.

O mesmo pedido de perdão foi lido em todas as igrejas do país nesse domingo.

Além do pedido de perdão a Igreja deveria expulsar esses padrecos nojentos e corruptos da Instituição.

Caso nada seja feito para eliminá-los, a Igreja fará o que sempre fez nesses casos: transfere os pedófilos de uma congregação para outra.

O que apenas favorece os pedófilos de se chegarem à 'carne fresca'.