29 Agosto 2010

Aviso aos navegantes

Estou indo hoje novamente para Prerow.

Ficarei fora até o dia 08.09.

Certamente não deixarei de ir a um internet-café para me inteirar da monumental vantagem que Dilma conseguirá a cada dia que passa.

E me informar sobre a derrota do Mais Preparado.

Tenham uma boa semana.

P.S. Meu título de eleitora e passaporte estão prontos para eu ir a Berlim votar na Dilma.



Por Fernando Augusto Botelho ...

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o secretário-geral do partido, José Eduardo Cardozo, deram entrevista coletiva explicando o processo na justiça que moveram contra José Serra, por acusações levianas, eleitoreiras e sem fundamento, porque difama o partido como um todo, acusando de violar sigilo fiscal de tucanos envolvidos em escândalos de corrupção no governo FHC, como Ricardo Sérgio de Oliveira, Gregório Marim Preciado, Luiz Carlos Mendonça de Barros, além de Eduardo Jorge Caldas Pereira, sem sequer apontar um único autor do PT envolvido).

Do blog do Nassif

Frase do Dia


O dia foi espetacular! O ponto alto foi o encontro do José Serra em apoio aos militares. Um sucesso!”.

Candidato a vice do Serra, Indio Merendeiro

28 Agosto 2010

Charge Online do Bessinha

Charge Online do Bessinha

Hahahahahaha ... !!!!!!!!!!!!!!!!

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO JOGOU A TOALHA

"O Brasil já tem uma presidente"

Presidente do Ibope admite que errou ao prever que Lula não faria o sucessor e diz que Dilma Rousseff será eleita no primeiro turno

Octávio Costa e Sérgio Pardellas

Para Montenegro, o PSDB fez uma campanha velha e sem novidade

Há exatamente um ano, o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não faria o sucessor, apesar da alta popularidade. Na ocasião, o responsável por um dos mais tradicionais institutos de pesquisas do País assegurava que o presidente não conseguiria transferir seu prestígio pessoal para um "poste", como tratava a ex-ministra Dilma Rousseff. Agora, a um mês das eleições e respaldado por números apresentados em pesquisas diárias, Montenegro faz um mea-culpa. "Errei e peço desculpas. Na vida, às vezes, você se engana", afirmou. "O Brasil já tem uma presidente. É Dilma Rousseff." Segundo Montenegro, a ex-ministra da Casa Civil vem se conduzindo de forma convincente e confirma, na prática, o que o presidente disse sobre ela na histórica entrevista concedida à ISTOÉ na primeira semana de agosto: "Lula acertou. Dilma é um animal político. Está mostrando muito mais capacidade do que os adversários."

O tucano José Serra, na opinião do presidente do Ibope, faz uma campanha sem novidade, velha e antiga. "O PSDB está perdido", assegura. Neste fim de semana, o Ibope vai divulgar uma nova pesquisa, que confirmará a categórica vantagem da petista. "Fazemos pesquisas ­diárias. E Dilma não para de crescer. Abriu 20 pontos em Minas, onde Serra já esteve na frente. Empatou em São Paulo, mas ali também vai passar. Essa eleição acabou", conclui Montenegro.

Istoé -

O sr. disse que o presidente Lula não conseguiria transferir seu prestígio para a ex-ministra Dilma Rousseff, mas as pesquisas mostram o contrário. O sr. ain­da sustenta que o presidente não fará o sucessor?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Eu nunca vi, em quase 40 anos de Ibope, uma mudança na curva, como aconteceu nesta eleição, reverter de novo. Por mais que ainda faltem 30 e poucos dias para a eleição, o Brasil já tem uma presidente. É Dilma Rousseff. Ela tem 80% de chances de resolver a eleição no primeiro turno. Mas, se não for eleita agora, será no segundo turno.

Istoé -

A que o sr. atribui essa virada?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Houve uma série de fatores. Primeiro a transferência do Lula, que realmente vai sair como o melhor presidente do Brasil. Um pouco acima até do patamar de Getúlio Vargas e de Juscelino Kubitschek. O segundo ponto é o preparo da candidata Dilma. Ela tem mostrado capacidade de gestão, equilíbrio, tranquilidade e firmeza. A terceira razão é seu bom desempenho na televisão, inclusive nos debates e entrevistas. Lula acertou ao dizer, em entrevista à ISTOÉ, que ela era um animal político. Está mostrando muito mais capacidade que os adversários e mostra que tem preparo para ser presidente.

Istoé -

Mas há um ano o sr. declarou que Lula dificilmente faria o sucessor.

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Errei. Eu dizia de uma forma clara que, apesar de o Lula estar bem, ele não elegeria um poste. Foi uma declaração extemporânea, descuidada e muito mais fundamentada num pensamento político do que com base em pesquisas. Foi um pensamento meu. Acho que eu tinha o direito de pensar daquela forma, mas não tinha o direito de tornar público. Peço desculpas. Na vida, às vezes, você se engana.

Istoé -

O que mais o surpreendeu desde o momento do lançamento das candidaturas?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

A oposição errou e essa é a quarta razão para o sucesso de Dilma. A campanha do Serra está velha e antiga. Não tem novidade. O PSDB repete 2002 e 2006. Está transmitindo para o eleitor uma coisa envelhecida. Vejo um despreparo total. O PSDB está perdido, da mesma forma que o Lula ficou nas eleições de 1994 e 1998 contra o Plano Real. Na ocasião, ele não sabia se criticava ou se apoiava e perdeu duas eleições.

Istoé -

O bom momento da economia, a geração de empregos e o consumo em alta não fazem do governo Lula um cabo eleitoral imbatível?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Essa, para mim, é a razão principal. O Brasil nunca viveu um momento tão bom. E as pessoas estão com medo de perder esse momento. O Plano Real acabou derrotando o Lula duas vezes. Mas o Lula, com o governo dele, sem querer ou por querer, acabou criando um plano que eu chamo de imperial. É o império do bem, em que cerca de 80% a 90% das pessoas pelo menos subiram um degrau. Quem não comia passou a comer uma refeição por dia, quem comia uma refeição passou a fazer duas, quem nunca teve crédito passou a ter crédito, quem andava a pé passou a andar de bicicleta ou moto, quem tinha carro comprou um mais novo e quem nunca viajou de avião passou a viajar. Os industriais também estão felizes, vendendo o que nunca venderam. Os banqueiros idem.

Istoé -

Mas esse fator não pesou logo de início, quando os candidatos lançaram os seus nomes e Serra permaneceu vários meses na frente.

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

No início, houve transferência do Lula. Mas, de uns três meses para cá, o Lula está associando o êxito dele ao êxito do governo como um todo. E está mostrando que Dilma é a gestora desse governo. O braço direito dele. E as pessoas estão confiantes nisso e não estão querendo perder o que ganharam.

Istoé -

É possível dizer então que o programa de tevê do PT é mais eficiente do que o da oposição?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

A tevê ajudou na consolidação. Mas a virada de Dilma Rousseff na corrida para presidente da República se deu antes da tevê. Pelo menos antes do horário eleitoral gratuito.

Istoé -

Isso derruba o mito de que o programa eleitoral é capaz de virar a eleição?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Quando a eleição é disputada por candidatos pouco conhecidos, ele pode ser decisivo, sim. Por exemplo, a televisão está ajudando a eleição de Minas Gerais a se tornar mais dura. O Aécio está entrando agora, o Anastasia é o governador e eles estão mostrando as realizações do governo. Por isso, o Anastasia está crescendo. O Hélio Costa largou na frente porque já era uma pessoa muito mais conhecida do que o Anastasia. Mas, quando você pega uma eleição em que todos os candidatos são bem conhecidos, o uso da tevê é muito mais de manutenção e preenchimento do que para proporcionar uma virada.

Istoé -

E os debates? Eles podem mudar a eleição?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Só se houvesse um desastre. Cada eleitor acha que o seu candidato teve desempenho melhor. Vai ouvir o que está querendo ouvir. Já conhece as propostas anunciadas durante a propaganda eleitoral. Falando especificamente dessa eleição presidencial, repito que a população está de bem com a vida. Quer continuar esse bom momento. O Brasil quer Dilma presidente.

Istoé -

A candidatura de Marina Silva não tem força para levar a eleição até o segundo turno?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Cada vez mais a vitória de Dilma no primeiro turno fica cristalizada. Temos pesquisas diárias que mostram que essa eleição presidencial acabou. Agora, mais uma vez, o Brasil está dando um show de democracia. É bom dizer que os três principais candidatos são excelentes. Todos têm passado político, currículo e história. A história da Marina Silva, por exemplo, é maravilhosa. A luta dela pelo meio ambiente é muito importante. Mas a Marina até outro dia estava com Lula e as pessoas a relacionam com o presidente. Você pega a luta do Serra e ela também é fantástica. E o Serra, até outro dia, também estava no palanque do Lula, na luta contra a ditadura.

Istoé -

O fato de Dilma nunca ter disputado uma eleição não deveria pesar a favor de José Serra?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

No Chile, Michele Bachelet tinha 80% de aprovação, mas não conseguiu fazer o sucessor. Por quê? Porque ele tinha passado. Já tinha concorrido. Quando você concorre, você pega experiência por um lado, mas a pessoa deixa de ser virgem, politicamente falando. Sempre há brigas que você tem que comprar e vem a rejeição. No caso da Dilma, o fato de ela nunca ter concorrido, ter sido sempre uma gestora, uma técnica, precisando só exercitar o seu lado político, ajudou muito.

Istoé -

Em que medida o fato de Dilma ser mulher a ajudou nessas eleições?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Acho que não ajudou muito. Mas é algo diferente. O Brasil já tem implementado coisas novas na política, como foi a eleição de um sindicalista. É um fato interessante, mas a competência do Lula e da Dilma ajudaram muito mais.

Istoé -

O atabalhoado processo de escolha do vice na chapa do PSDB prejudicou a candidatura de José Serra?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Não. Nunca vi vice ganhar eleição. Nem perder.

Istoé -

O sr. acredita que Lula possa puxar votos para candidatos do PT nos Estados, como em São Paulo, por exemplo?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Acho muito difícil. O Lula tinha toda essa popularidade em 2008, apoiou a Marta e ela perdeu do Gilberto Kassab, que estava fazendo uma boa administração.

Istoé -

Dilma eleita, qual a saída para a oposição?

CARLOS AUGUSTO MONTENEGRO -

Está provado que o modelo da oposição não deu certo. Talvez ganhe em alguns Estados importantes, como São Paulo, Minas, Paraná e Goiás. Sempre terá um papel importante. Mas essa eleição mostra que está na hora de uma reforma política. É preciso diminuir o número de partidos. Os programas partidários também precisam ser mais respeitados. Os partidos são os pilares da democracia.

Serra se garante ... no precipício

Agora vai !

Dilma abre 24 pontos de vantagem sobre Serra na pesquisa Ibope

Dez dias de exposição da Dilma na tv definiu o massacre sobre o candidato da oposição, Serra, o Meigo.

Dilma Rousseff abriu 24 pontos de vantagem sobre o tucano José Serra.

Se a eleição fosse hoje, ela venceria no primeiro turno, com 59% dos votos válidos.

Pesquisa Ibope/Estado/TV Globo:

Dilma - 51% ( oito pontos a mais)

Serra - 27% (antes 32).

Marina Silva, a Vigarista, - 7% (antes 8).

Somados, os adversários de dilma têm 35 pontos, 16 a menos do que ela.

A Dilma se aproxima da vitória de Lula na campanha de 2006. Na época, no primeiro turno, o então candidato petista teve 59% dos votos válidos como teto nas pesquisas.

Dilma ultrapassou Serra em São Paulo (42% a 35%)

Minas Gerais - 51% a 25%

Rio de Janeiro - 57% a 16%

Nordeste - 66% a 20%%

Sudeste - 44% a 30%

Norte/Centro-Oeste - 56% a 24%

Sul - 40% a 35%

Ricos e pobres. Dilma tem melhor desempenho entre os mais pobres. Dos que têm renda familiar de até um salário mínimo, 58% manifestam a intenção de votar nela, e 22% em Serra.

De um a dois salários mínimos - 53% a 26%.

R enda superior a cinco salários - 39% a 38%


Taxa de rejeição a Dilma - mantido os 17%.

Serra - 27%

Para dois terços da população, a ex-ministra tomará posse em janeiro como sucessora do atual presidente. Apenas 19% dos eleitores acham que Serra será o vitorioso.

Mulheres. Com boa parte de sua propaganda direcionada à conquista do eleitorado feminino - dando destaque à possibilidade de uma mulher assumir pela primeira vez a Presidência -, Dilma cresceu mais entre as mulheres (nove pontos) que entre os homens (cinco pontos).

Na simulação de segundo turno, a vantagem de Dilma entre as mulheres é agora praticamente a mesma que entre os homens, um fato inédito na campanha. O próprio Lula sempre teve mais votos entre os homens.

57% dos eleitores já assistiram a pelo menos um programa do horário eleitoral.

50% dos brasileiros preferem votar em um candidato apoiado pelo presidente, e 9% tendem a optar por um representante da oposição. Do total do eleitorado, 88% sabem que Dilma é a candidata de Lula.

O governo do presidente é considerado ótimo ou bom por 78% dos brasileiros. Outros 4% consideram a gestão Lula ruim ou péssima.


27 Agosto 2010

Quanta ironia!

Ilimar Franco

A direção do PSDB está atônita com o resultado da pesquisa Datafolha em São Paulo. A petista Dilma Rousseff passou à frente naquele local que deveria ser o bastião de Serra.

Para o PSDB nacional, a tarefa imediata de Serra é retomar a liderança entre os paulistas. O comando tucano avalia que, sem o claro reconhecimento dos paulistas, ficará muito difícil vender para o restante do país que Serra é o mais preparado para presidir o Brasil.

Comentário de um antigo colaborador e aliado dos tucanos, que acompanha de fora essas eleições: "A campanha do Serra dizia que a eleição seria resolvida em Minas Gerais, e agora parece que ela pode ser resolvida em São Paulo".

Charge Online do Bessinha

Festa de Verão



Tenho que me apressar.

Daqui a pouco começa a festa do die Linke para seus membros e convidados.

Irei com uma amiga brasileira que nada entende de política.

Ela nem sabe, por exemplo, que Hamburg agora está sendo governada por um cara da extrema direita do CDU.

E que o nome ministro da economia, um iraniano bilionário, financiou a campanha do Schill, um cara da extrema-direita que prometia acabar com as drogas e que foi flagrado cheirando cocaina no Rio de Janeiro, e que apoiou os oponentes à reforma de ensino, apoiada pela die Linke.

A minha esperança é que ela se interesse pelo que acontece em torno dela.

26 Agosto 2010

Charge Online do Bessinha

Site apócrifo contra Dilma sairá do ar

Assim determinou o ministro Joelson Dias, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O site usava cpf e nome do tesoureiro da candidata à presidência Marina.

Foi o próprio Odair Lucietto, tesoureiro da campanha da candidata Marina Silva (PV) que entrou com uma ação no TSE.

Agora é descobrir quem usou de meios ilícitos para difamar a candidata do PT Dilma Rousseff.

Lucietto também pediu que o verdadeiro autor da página seja multado por propaganda eleitoral irregular, num valor que vai de R$ 5 mil a R$ 30 mil, além de pedir o envio de uma cópia dos autos para o Ministério Público e, assim, permitir a instauração de um inquérito policial.

Humoristas de passeata


Uma passeata, para ser eficiente, tem que ser legítima
Coluna Hildegard Angel – JB – Quarta-feira, 25/08/2010
EM BOA hora, os humoristas saíram em passeata na Praia de Ipanema para protestar contra a impossibilidade de se fazer piadas políticas em época de eleição. A política, como sabemos, é o filé mignon do humor de qualidade… MAS ESSE protesto oportuno se descaracteriza e fica comprometido quando dá a entender que a censura se deve ao governo. Não é verdade… A LEI das Eleições, 9.504, data de 1997 e, na minirreforma, ganhou penduricalhos que a “turbinaram”, com substitutivos e emendas no que diz respeito ao humor, cujos autores têm nome: são os deputados, do PCdoB, Flavio Dino, candidato a governador do Maranhão, e Manuela D’ÁvilaPARA ESSA minirreforma ser aprovada no Plenário da Câmara, os deputados votaram. O TSE apenas cumpre o que está escrito… ENTÃO, NÃO É Lula, não é Dilma, não é o ministro Lewandowski nem é o Franklyn Martins (conforme menção leviana de um dos humoristas desfilantes). São os nossos congressistas!… E ISSO os humoristas da passeata não disseram, não dizem, muito pelo contrário, querem deixar no ar a ideia de que o governo brasileiro cerceia a atividade do humor…

ESSA ATITUDE dúbia, manipuladora, só tira a legitimidade de uma causa que é boa, reduzindo-a a mero instrumento de campanha da oposição… SE NO Brasil de hoje houvesse censura ao humor, nós não teríamos visto, como vimos, no CQC da última segunda-feira, um humorista dizer que o Eike Batista “faturou” a dona Marisa Lula da Silva, nem o humorista ao lado acrescentar que “dona Marisa vai fazer uma coleira com o nome Eike escrito”… ELES SE referiam à atitude descontraída, perfeitamente natural, de ambos, durante um leilão beneficente que o programa acabara de exibir… FOSSE UMA ditadura com censura, como a que já tivemos, na mesma hora os estúdios da Band seriam invadidos por um batalhão militar, Marcelo Tas e seus humoristas seriam presos, colocados no pau de arara, teriam a pele esfolada, a unha arrancada, o olho furado e, se dessem sorte, seriam devolvidos depois pra casa com uma coleira de pregos no pescoço… MAS O mais provável é que virassem “comida pra peixe”, como se fazia na época.

E eu não estou fantasiando. Vi e vivi este filme nos anos 70 no Brasil… POR ISSO, senhores humoristas, façam seus protestos, sim, mas com legitimidade, pra não serem rotulados de humoristas “festivos”, como se usava dizer naquela época negra… OUTRA COISA que está muito na moda dizer, na linha dessa “campanha do medo”, é que há censura em nossa imprensa… NUNCA ANTES neste país se espinafrou tanto (pra não usar outra palavra) um presidente, sua família, seus ministros e aliados como nesta era Lula. E com total liberdade… JAMAIS OUVI, por exemplo, em época anterior, num programa de TV, um comentário tão constrangedor como esse do CQC em relação a uma primeira-dama. E não me venham aqui criticá-la, porque ela se dá ao respeito, sim!…

NOS ANOS FHC, jamais a imprensa tocou no assunto do filho criança do presidente com uma jornalista, morando ambos num conveniente endereço bem longe, em Barcelona, na Espanha… ESSE SILÊNCIO da imprensa não era apenas uma delicadeza com a primeira-dama. Era também o receio de possíveis retaliações comerciais, judiciais, Lei dos Danos Morais etc e tal. Medo que, curiosamente, este atual governo não inspira a jornalista algum. Agora, me digam: onde está a tão proclamada “censura”?…


Do blog do Valdir

Este país não era para nós



Por Brizola Neto

Desculpem a demora em postar, mas precisava acabar de editar um trecho do discurso feito por Lula ontem em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Creio que o trecho que selecionei é um dos grandes momentos da história das lutas sociais do povo brasileiro. Curiosamente, foi pronunciado no dia de aniversário da morte de Vargas, o primeiro governante brasileiro que passou a considerar o povo brasileiro personagem de nossa História. O discurso de Lula mostra que, 56 anos depois, o povo brasileiro está às portas de ser, definitiva e irrevogavelmente, protagonista da História brasileira.

Assista o vídeo e divulgue. É uma lição para todos nós, uma fogueira em nossos corações, um desempenar de nossas colunas vertebrais, Um levantar de rosto, confiante, seguro, daqueles que portam uma certeza invencível, uma convicção invulnerável, uma esperança que não se apagará.

Viva o povo brasileiro

Lula "conquista" terceiro mandato na campanha de Dilma



Claudio Leal, Terra Magazine do Blog do Nogueira

“O elevador despeja Lula e Dilma Rousseff no saguão do Hotel Jandaia, em Campo Grande, a minutos do primeiro comício da campanha petista no Mato Grosso do Sul. Um homem enlaça o presidente nos braços, suplicante por uma foto.

- Eu e você? - pergunta Lula. - Vai dar capa de Playboy!

Confira o vídeo da "loucura coletiva" na passagem de Lula e Dilma por Campo Grande (MS)

De barriga estufada na camisa goiabera, o pernambucano desliza as mãos na fileira de admiradores e observa a centena de pessoas nas bordas do Jandaia. "Vamos lá", avisa aos seguranças. Os flashes iluminam em Dilma um olhar secundário, de quem o acompanhará no mergulho à histeria armada desde a manhã na rua Barão do Rio Branco.

- Lulaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Crianças com balões vermelhos tocam o presidente, mulheres acarinham a bochecha, homens puxam as mangas da camisa, oferecem o pantaneiro licor de Piqui. Responsável pela guarda presidencial, o general Gonçalves Dias olha para trás e convoca reforços. Lula, nem liga.

- Lulaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Dilma tenta encontrar um lugar na azáfama, na histeria, numa cena que define a sucessão nas ruas, do ABC paulista a Garanhuns (PE). Lula "conquista" o terceiro mandato nas viagens com a sua favorita. E transcende a política. Olhos neutros, vidrados no presidente, a garota balbucia, implora:

- Lula... Lula... Lula... Me abraça...

Como não obtém sucesso e vê a estrela se distanciar, conforma-se com a candidata:

- Dilma, toque a minha mão!

A euforia com a popularidade do ex-líder metalúrgico, transbordante em seus 80%, se repete em outras cidades brasileiras percorridas por Dilma, em sequências não captadas pelas lentes das principais emissoras televisivas. Em Mauá (SP), na dispersão do comício, um homem se junta aos jornalistas na bisbilhotagem por uma fresta do tapume:

- Olha o Lula descendo do carro! É ele mesmo. Descarado! Olha o Lula... Eta safado... Olha o Lula, está vindo ali! Que cara de malandro... Lula! Lula! Lula!

Em Campo Grande, o motorista de táxi Éberson sorri ao lembrar do presidente ironizando o uso de sua imagem pelos adversários.

- Era pra Lula continuar, bicho. Mas infelizmente não pode. Por isso voto na Dilma, porque sei que Lula vai continuar lá, mandando.
Retorno à porta do hotel.

- Lulaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Mais fotos, beijos, poses com crianças, mãos entregues a anônimos. Apenas um ou outro grito tímido:

- Dilma, futura presidenta!

A candidata retorna às costas do presidente, na poeira da glória. Lula e Dilma embarcam numa van branca, lado a lado - e a histeria prossegue, atiçada pelo barulho dos batedores e das sirenes. Lula respira e, pela janela do carro, responde a Terra Magazine se sentirá saudade do clima das ruas nas batalhas eleitorais:

- Eu, saudade? Mas vou ter campanha de dois em dois anos! - e sorriu para dentro.

Na avenida Fernando Corrêa da Costa, centro de Campo Grande, ele completará o show, desta vez com mais risos que gritos, ao saudar os "companheiros que estão soltando esses foguetinhos fracos" na hora do discurso do "Lulinha".

- Tac, Tac, Tac! Isso é pra candidato em final de mandato. Lulinha merece mais... Tac! Tac! Tac! Deus que me livre!”

Foto: Roberto Stuckert Filho, Reprodução

Dilma acerta no coração do Serra


Petista foi a 49%, tucano tem 29% e Marina fica em 9%, aponta Datafolha

Do blog da Jussara

Novo levantamento mostra ex-ministra à frente também no RS e entre os de maior renda, antes "bolsões" do PSDB

FERNANDO RODRIGUES - DE BRASÍLIA

A candidata do PT a presidente, Dilma Rousseff, manteve sua tendência de alta e foi a 49% das intenções de voto. Abriu 20 pontos de vantagem sobre seu principal adversário, José Serra, do PSDB, que está com 29%, segundo pesquisa Datafolha.

Realizado nos dias 23 e 24 com 10.948 entrevistas em todo o país, o levantamento também indica que Dilma lidera agora em segmentos antes redutos de Serra. A petista passou o tucano em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná e entre os eleitores com maior faixa de renda.

Em São Paulo, Estado governado por Serra até abril e por tucanos há 16 anos, Dilma saiu de 34% na semana passada e está com 41%. Ele caiu de 41% para 36%.

Na capital paulista, governada por Gilberto Kassab (DEM), aliado de Serra, ela tem 41% e o tucano, 35%.

No Rio Grande do Sul, a petista saiu de 35% e foi a 43%. Já Serra caiu de 43% para 39% entre os gaúchos.

A margem de erro máxima da pesquisa, contratada pela Folha e pela Rede Globo, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Todas as oscilações nacionais foram dentro do limite. Dilma tinha 47% na sondagem do dia 20 e foi a 49%. Serra estava com 30% e agora tem 29% Marina Silva (PV) manteve-se em 9%. Há 4% que dizem votar em branco, nulo ou em nenhum. E 8% estão indecisos. Os demais candidatos não pontuaram.

Se a eleição fosse hoje, Dilma teria 55% dos votos válidos (os que são dados apenas aos candidatos) e venceria no primeiro turno.

Serra se mantém ainda à frente em alguns poucos extratos do eleitorado. Por exemplo, entre os eleitores de Curitiba, capital do Paraná, onde registra 40% contra 31% de sua adversária direta.

"BOLSÕES"

Mas o avanço da petista ocorre também nesses bolsões serristas. No levantamento de 9 a 12 deste mês, Serra liderava entre os curitibanos com 43% contra 24% de Dilma, uma vantagem de 19 pontos. Agora, a diferença caiu para nove pontos.

Quando se observam regiões do país, a candidata do PT lidera em todas, inclusive no Sul. Na semana passada, ela estava tecnicamente empatada com Serra, mas numericamente atrás: tinha 38% contra 40% do tucano.

Agora, a situação se inverteu, com Dilma indo a 43% e o tucano deslizando para 36% entre eleitores sulistas.

SEGUNDO TURNO

Como reflexo de seu desempenho geral, Dilma também ampliou a vantagem num eventual segundo turno. Saiu de 53% na semana passada e está com 55%. Serra oscilou de 39% para 36%. Ampliou-se a distância que era de 14 para 19 pontos.

Outro dado relevante e que indica um mau sinal para o tucano é a taxa de rejeição. Dilma é rejeitada por 19% dos eleitores, taxa que se mantém estável desde maio.

Já Serra está agora com 29% (eram 27% semana passada) e chega a seu maior percentual neste ano.

Na pesquisa espontânea, quando os eleitores não escolhem os nomes de uma lista de candidatos, Dilma foi a 35%, contra 18% de Serra.

No levantamento anterior, os percentuais eram 31% e 17%, respectivamente.

Charge Online do Bessinha

25 Agosto 2010

Grécia deveria seguir lições econômicas do Brasil, sugere 'FT'


A Grécia deveria aprender com o Brasil “a lição de como um governo de centro-esquerda pode transformar o rigor fiscal em ganho político”, segundo afirma um artigo publicado nesta quarta-feira pelo diário britânico Financial Times.

O texto, assinado pelo editor de economia internacional do jornal, Alan Beattie, comenta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o cargo “em meio ao pânico sobre uma iminente bancarrota do governo e está prestes a deixá-lo luxuriando-se em uma antes inimaginável popularidade nas nuvens”.

A Grécia, governada pelo primeiro-ministro socialista George Papandreou, vem há meses enfrentando a desconfiança internacional sobre sua capacidade de honrar com sua dívida.

O jornal comenta que Papandreou “herdou essa confusão de seu antecessor incompetente e mentiroso” (certamente o jornal compara aqui com o desgoverno do FHC - comentário meu) e que “resolver essa bagunça pode criar uma narrativa política poderosa de recuperação e redenção”.

‘Cantos da sereia’

Ao citar o exemplo brasileiro, o artigo observa que quando Lula foi eleito, em 2002, o Brasil havia recém recebido um empréstimo de US$ 30 bilhões do FMI, o maior da história até então, para tentar conter a queda acentuada da confiança sobre a solvência do país.

O texto observa que Lula ignorou os “cantos de sereia” para anunciar uma imediata suspensão do pagamento da dívida ao assumir o cargo e adotou uma dura meta de superávit fiscal primário ainda mais alta do que o FMI pedia.

O jornal relata que em um ano o Brasil havia recuperado a confiança dos investidores internacionais e não se falava mais sobre a possibilidade de uma moratória.

“Os oito anos subsequentes – que, para sermos justos, aproveitaram o trabalho iniciado pelo governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso – constituíram um raro período de sucesso para a democracia social na América Latina”, afirma o jornal.

“Ortodoxia fiscal, crescimento estável, alívio da pobreza por meio do emprego e do sistema de benefícios da Bolsa Família: todos são exemplos extremamente úteis em uma região onde o modelo de esquerda alternativo é o populismo brutamontes de Hugo Chávez”, diz o artigo.

Chances pequenas

Para o jornal, porém, “tristemente” as chances de o atual governo grego conseguir repetir o sucesso brasileiro são pequenas.

A principal razão para isso é que o Brasil se aproveitou de um período de crescimento econômico mundial e preços de commodities em alta.

A Grécia, por sua vez, tem de fazer suas mudanças “em um ambiente internacional de consumidores relutantes e investidores temerosos”, observa o jornal.

“A pouco competitiva Grécia, com baixa produtividade e altos custos por unidade, desastrosamente presa ao euro, está tentando se vender em meio a uma recuperação global claudicante”, diz o FT.

O jornal conclui afirmando que provavelmente a Grécia não terá como escapar de declarar uma moratória para reestruturar sua dívida, mas que não deverá fazer isso imediatamente, para ter tempo de resolver outros problemas estruturais de sua economia e para permitir aos investidores se prepararem para isso e evitar assim uma contaminação para o resto da economia europeia ou mundial.

Dilma dá de lavada no Serra no Piauí



Dilma Roussef - 58,2%

José Serra - 23,4%

Marina Silva - 7,9%

Pesquisa foi realizada entre os dias 19 a 24 de agosto com 1.076 eleitores em 45 municípios, de 15 microrregiões do Estado. A margem de erro é de 2,99%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número 22.476/2010


Comentário de José lopes

Para Dilma não fará muita diferença. Quando o presidente Lula viajava para conseguir investimento para o Brasil quem ficava à frente dos destinos do país era a ministra Dilma. Quantas reuniões com os ministérios foram realizadas? Quantas noites sem dormir? Quantas vezes foi procurada via celular por ministros de diferentes pastas, outros políticos, trabalhadores e empresários até na hora de descanso? Quantas vezes deixou seu lazer de lado, festinhas de aniversários e reuniões sociais de familiares e amigos mais íntimos para atender as demandas do país? Quantas ligações foram feitas para cuidar dos interesses do Brasil? Quantas vezes teve de engolir refeições para dar conta de tantos compromissos? Quantas vezes teve de se desviar de seus trabalhos para responder às calunias da oposição instigada pela mídia venal? Como esse pessoal atrapalha! E Dilma dizia para si mesma, calma já passei por coisa pior... E, tudo a favor do país, nada pessoal. Essas coisas não aparecem na mídia e o salário de uma ministra ou do presidente não é nada comparado ao que recebe um executivo de uma grande empresa. Fica longe do que ganha um bom jogador de futebol ou um artista de destaque ou de um famoso jornalista de uma emissora de televisão. Algumas pessoas fazem isso pelo poder, para manter status, para se locupletar do erário público ou tirar vantagens ou cuidar de interesses corporativos. Com a Dilma não acontece isso. Mal tinha saído da adolescência e já sentia a necessidade de lutar por um país mais democrático, mais justo e pelos mais necessitados. Isso está em seu sangue. Foi presa, por isso. Quanto sofrimento deve ter passado por amor ao nosso povo e ao Brasil nas prisões do poderio militar? Para que eu pudesse escrever o que estou escrevendo hoje... Os jovens nem sempre pensam 'o poder', são mais pelos ideais. A chama da indignação arde com mais intensidade em seus corações contra a truculência, o arbítrio e a injustiça. Taí nossa Dilma. Guerrilheira??!! Não, guerreira! Da jovem presa e torturada e chegando agora, na maturidade, presidente do Brasil. Falta pouco. Merece. Nós merecemos.

Programa de TV da Dilma - Noite - 24/08

A nova derrota da grande mídia

Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

“A se confirmarem as previsões de todos os principais institutos de pesquisa apontando a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno das eleições presidenciais, não serão apenas o candidato José Serra e sua aliança demotucana de oposição os grandes derrotados. Perdem também, mais uma vez, os barões da grande mídia brasileira.

Foram-se os tempos em que eles faziam ou derrubavam presidentes e se julgavam os verdadeiros donos do poder, os formadores de opinião, os únicos proprietários da verdade. Durante os últimos oito anos, desde a primeira eleição de Lula, não fizeram outra coisa a não ser mostrar em suas capas e manchetes um país desgovernado, sempre à beira do abismo.

Em cada estatística divulgada, procuravam destacar sempre o lado negativo, sem se dar conta de que a vida dos brasileiros estava melhorando em todas as áreas, e os cidadãos eleitores percebiam isso.

Fechados em seus gabinetes e certezas, longe do país real, imaginavam que desta forma ajudariam a eleger o candidato da oposição em 2010. Fizeram a sua parte, é verdade, anunciando uma crise do fim do mundo atrás da outra, batendo no governo dia sim e no outro também, mas não deu certo de novo.

Em reunião da Associação Nacional dos Jornais, a presidente da entidade, Judith Brito, chegou a dizer com todas as letras que, na falta de uma oposição partidária, era preciso a imprensa assumir este papel, como de fato fez. Os líderes demotucanos acharam que isto seria suficiente para derrotar Lula e a sua candidata. Acreditarem que o apoio da mídia poderia fazer a diferença, decidir o jogo a seu favor. Que bobagem!

Até a última semana, antes da divulgação das novas pesquisas, o noticiário ainda alimentava o discurso da oposição numa operação casada contra o governo e a sua candidata. Como a vaca da campanha tucana caminhou inexoravelmente para o brejo, num lance desesperado para tentar virar o jogo, José Serra procurou associar sua imagem à de Lula no programa de televisão. Aí foi a vez dos seus aliados na mídia darem um basta e jogarem a toalha: assim também não…

Quem sabe agora tenham a humildade e o bom senso de reconhecer que acabou a época dos formadores de opinião abrigados na grande imprensa, que perde circulação e audiência a cada dia. Novos meios e novos agentes multiplicaram-se pelo país, democratizando a informação e a opinião.

Ninguém mais precisa dizer o que devemos pensar, como devemos votar, o que é melhor para nós. A liberdade de imprensa e de expressão não tem mais meia dúzia de donos. É um direito conquistado por todos nós.”

24 Agosto 2010

Charge Online do Bessinha

Programa de TV da Dilma - Tarde - 24/08

Até o bairro onde Serra nasceu e cresceu, a Mooca, é uma desgraça

A Mooca, na zona leste, foi a região de São Paulo com a pior qualidade do ar nos últimos seis dias. Ela foi a única classificada como "má" pela Companhia de Saneamento Ambiental do Estado (Cetesb) na última semana.

A marca foi atingida no domingo.
No período, o ar se tornou pior nas dez áreas da cidade em que as medições são feitas. Os efeitos da poluição na saúde são agravados pela baixa umidade do ar. Pela segunda vez em cinco dias, a Defesa Civil Municipal decretou estado de alerta por causa do ar seco. As informações são do jornal Estado de São Paulo.


Terra

Garotinho é condenado por formação de quadrilha

O ex-governador Anthony Garotinho, o ex-chefe de Polícia Civil do Rio e ex-deputado Álvaro Lins e mais oito envolvidos foram condenados em processo da 4ª Vara Federal do Rio por crimes de formação de quadrilha, corrupção e lavagem de bens a até 28 anos de prisão. A partir da denúncia proposta pelo MPF em maio de 2008, a 4ª Vara Federal Criminal condenou o ex-deputado estadual Álvaro Lins a 28 anos de prisão (por formação de quadrilha armada, corrupção passiva e lavagem de bens) e o ex-governador Anthony Garotinho a dois anos e meio de prisão por formação de quadrilha (convertidos a serviços à comunidade e suspensão de direitos).

A Justiça condenou ainda os policiais civis Alcides Campos Sodré Ferreira, Daniel Goulart, Fábio Menezes de Leão, Mario Franklin Leite de Carvalho e Ricardo Hallak, entre outras pessoas. Suas penas variam de dois anos de reclusão (Daniel Goulart) a 11 anos e três meses de prisão (Mario Franklin Carvalho). Todos os réus podem apelar da decisão em liberdade. Quatro outros investigados na Operação Segurança Pública foram absolvidos.

O processo resultou das apurações da operação Gladiador, desencadeada pelo MPF e pela Polícia Federal, da quebra de sigilo fiscal de Álvaro Lins e de investigações posteriores de documentos colhidos pela PF. A Justiça atestou a prática de crimes como facilitação de contrabando (a exploração de caça-níqueis pelo grupo de Rogério Andrade não era reprimida) e corrupção ativa e passiva.

"A sentença é positiva e reflete uma conquista no combate à corrupção e à impunidade no país. Não obstante, o MPF já recorreu, entre outras coisas, para aumentar a pena de alguns dos condenados, entre eles o ex-governador Anthony Garotinho", disse o procurador da República Leonardo Cardoso de Freitas.

Dilma com 18 pontos de vantagem sobre Serra


Pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta terça-feira (24):

Dilma Rousseff - 46 % (antes 41,6%)

José Serra despencou para 28,1% (antes 31,6%)

Marina Silva (PV) - 8,1% (antes 8,5%).

Votos em branco, nulos e indecisos somam 16,8 % (antes 14,3%).

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

A pesquisa fez também uma simulação de segundo turno. Nela, Dilma aparece com 52,9%, contra 34 % do ex-governador de São Paulo. Dentro desse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 13,2 %.

Pesquisa espontânea

Dilma aparece com 37,2 %

Serra - 21,2 %

Marina Silva - 6% .

Brancos, nulos e indecisos representam 30,6%.

foram entrevistadas 2 mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 20 e 22 de agosto de 2010. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 24903/2010.

Aberração alemã

É uma história de horror.

Um professor (63 anos) de crianças baixou mais de 70 fotos pornográficas de crianças em uma só noite.

Foi condenado a perder o salário de dois meses.

A tentativa de expulsá-lo do serviço público foi barrada pela Justiça.

O criminoso pode continuar funcionário público.

Agora se tenta pelo menos afastá-lo das crianças.

Fonte

Sou militante, vou de Mercadante

Maluf, procurado pela interpol, perde direito à reeleição

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo indeferiu por quatro votos a dois nesta segunda (23) o registro de candidatura à reeleição do deputado federal Paulo Maluf (PP) com base na Lei da Ficha Limpa. A lei veta a candidatura de políticos condenados em decisão colegiada da Justiça ou que renunciaram ao mandato para não responderem a processo de cassação, mesmo antes da vigência da norma.

Leia mais

23 Agosto 2010

Marina, ao justificar uso de Lula em sua campanha para presidente


"Não posso negar que fui ministra do presidente Lula"

É Marina, não esqueça que você agora é oposição, vai ter que bater para justificar a derrota da Dilma.

E o Serra vai contar aos eleitores que foi ministro do FHC durante seus 8 anos de Desastre, digo, de governo?

A hora da verdade chegou.

Eleições no Amazonas

Presidência do Brasil:

Dilma Rousseff (PT) - 67,3%

Marina Silva (PV) - 14,2%

José Serra (PSDB) - perde até para a Marina - 10,7%

Senado:

Eduardo Braga (PMDB) - 82,7%

Vanessa Grazziotin (PCdoB) - 39,3%

Artur Neto (o Arthur Virgílio que ameaçou bater na cara do Lula) - 39%.

Horário eleitoral

Dilma e Lula com trabalhadores em São Bernardo do Campo

O Dia em que Lula se Despediu

*por FERNANDO RIZZOLO

Toda manhã, como se isso já fosse rotina, ele voltava para casa com uma sacola contendo alguns produtos embrulhados num papel-jornal. Caminhava daquele seu jeito de menino pobre, meio se esforçando para andar com o peso daquele saco, pisando firme na estrada de terra de mais ou menos dois quilômetros, a distância entre sua casa e a venda. De olhar franzino, pernas finas, rosto moreno e cabelo mal cortado, ele fazia aquele trajeto todos os dias.

De vez em quando passava um caminhão pela estrada empoeirada, e lá já não se via mais ele, até a poeira assentar. Mateusinho era seu nome, e assim ele era conhecido em Potuverá, um bairro da periferia de Itapecerica da Serra, município da região metropolitana de São Paulo. Era filho de dona Eunice, desempregada, costureira, mãe solteira, que vivia do Bolsa-Família, o que, segundo ela, “ajudava a criar Mateusinho”. Vez ou outra eu levava algumas roupas à sua casa para ajustar, fazer barra, reforçar os botões, essas coisas que costureiras de bairro costumam fazer. Sua casa era humilde, de móveis pobres, e havia uma mesa simples, com toalha de plástico, que cheirava a café feito na hora. Num canto da sala, perto da TV, havia uma imagem do presidente Lula, dessas que se recortam em revistas.

Ainda me lembro da última vez em que lá estive. Mateusinho estava se preparando para ir à escola, e num gesto amistoso, ainda segurando minhas roupas nas mãos, a serem entregues a dona Eunice para o devido reparo, eu disse a ele: “Tudo bem, Mateusinho? Te vejo sempre pela manhã, na estrada, a caminho da venda”. Num gesto tímido de criança, ele me olhou e balançou a cabeça, como se dissesse “sim”. Com olhar de mãe orgulhosa, rindo, dona Eunice completou minha frase e disse a Mateusinho: “Diz bom-dia pro moço”. Então, desajeitado, ele sorriu e disse “Bom dia”, com voz baixinha.

Quando já estava de saída, eu disse a dona Eunice: “A senhora gosta do Lula, não é? Vi a foto dele lá perto da TV”. Tão logo concluí a pergunta, percebi que Mateusinho olhou para mim e num sorriso se antecipou e disse: “Ela gosta do Lula e eu também”. Dona Eunice balançou a cabeça, como quem agradecesse ao presidente, e completou: “Adoramos o Lula”. Foi naquele momento que percebi que aquela fotografia, meio perdida ao lado da TV, para aquela família simples, pobre e sem recursos, significava mais que uma foto – Lula ali era um pai, um pai que naquela casa nunca existira. Dei-me conta também de que o trajeto diário de Mateusinho entre sua casa e a venda, como se cumprisse uma oração, era a possibilidade daquela família pobre, através do Bolsa-Família, de comprar uma manteiga, um pão e um leite que alimentavam mãe e filho e davam o mínimo de dignidade e segurança àquela união familiar destroçada pelo destino, como tantas por este Brasil.

Já no portão, despedindo-me, comentei: “Logo o presidente Lula vai nos deixar, não é? Vai acabar seu mandato”. E complementando ainda fiz uma observação: “Acho que o dia em que a gente acordar e souber que o Brasil não mais terá o Lula a gente vai sentir, não é?”. Foi quando os olhos de dona Eunice marejaram, e de mãos dadas com o seu Mateusinho ambos me olharam com cara de quem queria chorar. Naquelas mãos dadas entre mãe e filho, vi mais que tristeza nos olhos dos dois – vi receio, saudade e gratidão de gente que nunca teve nada por um presidente que serviu de pai e supriu a lacuna da miséria e da desesperança, com inúmeros projetos de inclusão social. Ao abrir o portão, dona Eunice me olhou e, apertando mais ainda a mãozinha de Mateusinho e a minha, me disse, com os olhos cheios de lágrimas: “Não quero nem pensar nesse dia, doutor. Pra mim vai ser igual à despedida de um pai. Vou me acabar de chorar, espero que a Dilma seja nossa presidenta, a escolhida por ele”.

Fernando Rizzolo é Advogado e editor do Blog do Rizzolo – www.blogdorizzolo.com.br

Amigos desde a infância: Lula e Serra

18 Agosto 2010

Charge Online do Bessinha



Por que será que o Serra fala tanto em não olhar pelo espelho retrovisor hein?

Será porque ele nos quer fazer esquecer do seu passado junto ao desgoverno do Farol de Alexandria?

Mas então por que ele faz tanta questão em se mostrar um experiente político ?

Por que fala tanto que já foi deputado, senador, governador e os cambaus?

E que a Dilma nunca teve experiência eleitoral?

Quer dizer então que para falar de suas experiências em eleições, pode?

Mas dizer que ele foi ministro do Fernando Henrique Cardoso, o Procriador, durante os oito anos de seu desgoverno, não pode?

Esse Serra é um jênio !

Pergunta do Dia

A Polícia Federal ainda existe ?

Vox Populi: cresce tendência de vitória no primeiro turno




Pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça-feira pela TV Bandeirantes dá vantagem ainda maior da candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, em relação ao seu adversário José Serra (PSDB).

Segundo o levantamento, Dilma ganharia a eleição já no primeiro turno. Ela está 16 pontos a frente de Serra com 45% das intenções de voto, enquanto o tucano tem 29%.

Em relação à pesquisa Vox Populi divulgada em julho, Dilma subiu quatro pontos percentuais, enquanto Serra caiu quatro pontos. A candidata Marina Silva (PV) manteve, em agosto, os 8% da preferência do eleitorado de julho.

A pesquisa Vox Populi confirma a tendência já apontada pelo Instituto Ibope que Dilma Rousseff poderia ganhar a eleição no primeiro turno.

Programa TV da Dilma - 17/08 - Noite

17 Agosto 2010

Propaganda Eleitoral 2010 - Dilma Rousseff

Charge Online do Bessinha

Dilma no rádio (obrigada, Jussara)







O programa Dilma 13 presidente na radio hoje

Bolo Nega Maluca

Comunico aos amigos culinaristas que, devido à Lei Affonso Arinos, Lei Eusébio de Queiroz, Artigo Quinto da Constituição, Código Penal, Código Civil, Código do Consumidor, Código Comercial, Código de Ética, Moral e Bons Costumes e Lei Maria da Penha, o “Bolo Nega Maluca” passa a se chamar

“Bolo senhora afro-descendente com distúrbio neuro psiquiátrico”.

Obrigado.

Ibope: Povo descobre que o careca “é o inimigo do homem”

Ibope: Dilma abre 11 pontos sobre Serra e amplia chance de vitória no 1º turno

Petista aparece com 43% das intenções de voto contra 32% de tucano; Marina registra 8%

Jair Stangler, em O Estado de S.Paulo

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, abriu 11 pontos de vantagem sobre o tucano José Serra e ampliou suas chances de vitória no primeiro turno. Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, a petista está com 43% das intenções de voto contra 32% de Serra. Na última pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, realizada entre 2 e 5 de agosto, a diferença era de cinco pontos: 39% a 34%. A candidata do PV, Marina Silva, continua com 8%, e os demais candidatos juntos somam 1%.

A candidata do PV, Marina Silva, continua com 8%, e os demais candidatos juntos somam 1%. Brancos e nulos somam 7% e indecisos são 9%.

Em um eventual segundo turno, Dilma teria 48% e Serra, 37%. 78% dos entrevistados avaliam como ótimo ou bom o governo Lula, 18% como regular e 4% como ruim ou péssimo.

A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 23548/2010. Foram realizadas 2506 entrevistas em 174 municípios de todo o País entre os dias 12 e 16 de agosto.

Dilma bomba e passa Serra, o Meigo

16 Agosto 2010

Funes diz que Governo Lula demonstrou que não se deve temer a esquerda

San Salvador (EFE).- O presidente de El Salvador, Mauricio Funes, afirmou que o Governo de Luiz Inácio Lula da Silva dissipou o medo dos Governos de esquerda e demonstrou que um país pode crescer sem seguir "as receitas do neoliberalismo selvagem" ou do populismo.

"O presidente Lula demonstrou que é possível perder o medo da esquerda e que os empresários podem estabelecer uma relação de aliança estratégica e cooperação com a esquerda", disse Funes em entrevista concedida durante sua visita a São Paulo e divulgada hoje pelo "Canal 2" da televisão salvadorenha.

Segundo Funes, a gestão de Lula demonstrou o "rompimento de paradigmas".

"Quando ganhei as eleições, tomei Lula como exemplo. Em El Salvador, os empresários podem apostar num Governo de esquerda e este Governo de esquerda pode ser bem-sucedido", declarou.

Funes e Lula participaram na segunda-feira passada de um encontro empresarial Brasil-El Salvador em São Paulo.

Charge Online do Bessinha

Lula X FHC: TV Vermelho compara o que mudou para o Brasil

Ôba, o Fernando Henrique voltou a abrir a boca. Quando sai a próxima pesquisa?



Leia sobre a porcaria aqui

Como a Dilma diz: lutar por cada voto, com garra



Leia mais sobre a visita relâmpago feita por Dilma à Feira do Produtor, em Vicente Pires (Distrito Federal), que fica a 13 quilômetros de Brasília.

15 Agosto 2010

Lula agradece aos internautas e blogueiros



Enviado pelo Valdir

DILMA PRESIDENTE

Charge Online do Bessinha

Resposta de Dilma à mais nova safadeza da revista Época

Globo acusa o golpe (literalmente?!)

Do blog "E Agora"?

Depois da gigantesca repercussão na blogosfera sobre as entrevistas do casal do JN a emissora é forçada a divulgar nota oficial tentando convencer o público de que não é golpista.

Lembro que essa já é a TERCEIRA vez que prestam esclarecimentos em menos de 45 dias pra dizer que “não são”.

1º Na Globo News e no Fantástico, ao mesmo tempo, foi lida uma carta onde explicavam que não torciam contra a seleção.

2º No principal programa de esporte, o apresentador vem a público se retratar, explicando que a emissora não tem nenhum preconceito contra o povo do Paraguai.

3º Agora, divulgam nota pra dizer que o telejornal da Globo é imparcial e que o papel do jornalismo global não é levantar nem derrubar nenhum candidato, ou seja, afirmam que não possuem DNA golpista.

Mais do que uma bandeira sem precedentes, o que estamos assistindo é histórico no Brasil, um sinalizador inequívoco dos tempos em que vivemos. Eles não armam e nem mutretam mais nada “impunemente” no nosso país. Distorcem, mentem e manipulam de lá que a gente pressiona, pressiona e pressiona de cá e eles tem que vir a público pra esclarecer tudo.

E quando fazem isso se entregam, claro, pois parafraseando o saudoso Barão de Itararé, do mesmo jeito que quem é não diz que é, quem muito diz que não é na verdade é justamente aquilo que jura de pé junto que não é”.

Eu poderia me estender sobre isso, mas prefiro divulgar um trecho da fala do deputado Brizola Neto sobre o assunto, muito pertinente:

“..A Globo tenta desmentir o que todo mundo viu. Aliás, essa é uma tendência da emissora desde que a sua direção foi assumida por Ali Kamel, que se dedica a provar que não existe preconceiro racial no Brasil. Kamel tenta reescrever a história do Brasil e da TV Globo sob sua ótica. Garante que a Globo não ocultou ao máximo a campanha das Diretas Já, que não atuou no caso Proconsult, que tentou roubar de meu avô a eleição a governador do Rio, em 1982, e que não manipulou a edição do debate entre Lula e Collor, em 1989. O diretor da Globo vive no país do faz de conta e acha que alguém acredita nele...”

Eu não resisto e concluo, Ali Kamel, vive sim no mundo mágico de sua ilusão, absorto em seus pensamentos e idéias ultra-conservadoras/reacionárias; completamente distante da realidade do Brasil, do nosso Brasil que mudou e só a Globo não viu..

O padrão Globo de manipular, distorcer e surrupiar a realidade para convencer os leitores e telespectadores mais incautos está com os dias contados e acho, sinceramente, quer eles já começam a perceber isso.

O fato de nunca terem sido forçados a lidar com o contraditório – como agora acontece com a força crescente e inexorável da mídia alternativa eletrônica – os fizeram também descansar e relaxar em suas artimanhas - é só notar como ficam completamente desnorteados, desconfortáveis, perdidos mesmo, quando seus velhos métodos são revelados e repercutidos.

Tenho certeza que seus dias de armações ilimitadas (e impunes) estão contados. Como tenho certeza que não tardará muito ver um Brasil onde cada vez mais e mais pessoas – de qualquer ideologia, cor, raça, crença ou time de futebol - terão vergonha de dizer que leram no Globo, que viram na Globo que ouviram na CBN etc_ pois revelar isso será como passar atestado de ingênuo, desinformado, de tolo mesmo.

By By, Globo, sua hora está chegando. São vocês mesmo que estão nos dizendo.

14 Agosto 2010

Charge Online do Bessinha

Maria da Conceição Tavares - Veja quem já está com Dilma

Encontro marcado

Ilimar Franco

Preterido na sucessão presidencial, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) vai pedir votos publicamente para Dilma Rousseff (PT).

A petista e o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), candidato à reeleição, estão organizando um comício, em 22 de setembro, para que Ciro abra seu voto.

O apoio de Ciro integra a estratégia petista para ampliar os votos de Dilma no Nordeste, que estão abaixo dos obtidos pelo presidente Lula em 2006.

DILMA 41% X SERRA 33%




DATAFOLHA JOGA A TOALHA E DÁ UM CAVALO DE PAU DE 9 PONTOS EM 20 DIAS PARA SE 'ADEQUAR' AO DECLÍNIO TUCANO

Entre a pesquisa de 24 de julho e a de agora, um intervalo de 20 dias, o Datafolha tira 4 pontos de Serra e adiciona cinco pontos às intenções de voto em Dilma. O que se intui por esse ajuste sem pudor é que a situação de Serra pode ser até pior.

Há muito, o esfarelamento de sua candidatura vem sendo constatado por praticamente todos os demais institutos. Só o Datafolha resistia. Ao jogar a toalha sangrando Serra em praça pública com um cavalo de pau de nove pontos, o instituto da família Frias envia uma mensagem devastadora, quase uma admissão pública de que 'não dá mais para segurar'.

O recado pode desencadear um 'salve-se quem puder' na coalizão demotucana, multiplicando-se as defecções na base aliada às vésperas de iniciar o horário político eleitoral. Esse risco é reforçado por outro indicador indigesto revelado pela pesquisa, uma espécie de 'fuja dele se você for candidato' que parece dar razão às estratégias de campanha que já escondem o nome e o rosto de Serra em santinhos.

O ex-governador de SP, com declinantes 33% de apoio, já se aproxima dos 30% de rejeição -- está com 28%, segundo o Datafolha. Confirma-se assim o que outros institutos vinham captando: o tucano se debate espetado em uma cruz feita de porcentuais quase idênticos, mas de sinais trocados, em que a linha da rejeição sobe e a das intenções de votos desaba.

A cristianização de sua candidatura, a exemplo do que ocorreu com o presidenciável Cristiano Machado, nos anos 50, abandonado pelo próprio partido, o PSD, que apoiou Vargas, pode se tornar um fenômeno epidêmico nas campanhas demotucanas em todo o país.

(Carta Maior; 14-08)

Bessinha, o Gabeira é ex-tudo, com uma excessão: ele nunca deixa de ser oportunista

13 Agosto 2010

Hoje é dia da Onda Vermelha



Copiado do Zé Carlos

Quem vai salvar William Bonner?



Manoel Fernandes Neto


Muito já se falou sobre o papel vergonhoso do Jornal Nacional desta primeira semana de agosto de 2010, com as entrevistas armadas com os candidatos, a poupar José Serra e comprometer a candidatura Dilma, utilizando também Marina Silva na trama.

No entanto, uma figura se destacou em todo o episódio, comparado ao debate de 1989, ao avião da TAM de 2006 e outras tramóias menores: William Bonner, esse menino desorientado, que mancha sua carreira porque quis fazer o jogo do padrão e de mentes doentias escondidas do grande público, independentemente do que preza a sua profissão.

Muitos ainda inseriam no folclore outros episódios vividos por ele, como o choro descontrolado ao vivo na morte de Roberto Marinho, ou a confissão desavisada de que editava o jornal nacional para uma platéia de Homer Simpson. Mas a forma como se submeteu aos interesses da emissora em detrimento da própria carreira comprovou que não exagerávamos: William Bonner sofre mesmo de algum desequilíbrio interior muito maior do que os interesses de Ali Kamel, seu chefe.

Concorde-se ou não com Dilma ou PT. Apóie-se ou não José Serra e o PSDB. Um jornalista de qualidade teria ouvido as orientações da emissora e com algum jogo de cintura e ferramentas de que dispõe na profissão teria proporcionado ao público uma série de entrevistas competentes, mesmo tocando em temas delicados e espinhosos com todos os candidatos.

Mas William Bonner quis algo mais, no teatro montado pelos seus rufiões, mostrar para seus donos que ele fazia parte deste grupo seleto que vive em torno do poder: o dos submissos sem escrúpulos, atrás de migalhas, a deixar pelo caminho valores éticos e de caráter. “Exemplos”, como diziam os mais antigos. O que importou, para Bonner, foi o “serviço bem feito”.

Para William, não bastava uma entrevista educada e bem-aplicada aos candidatos. Não. Ele viveu a pequena ilusão de que poderia reverter a queda do candidato da casa, José Serra. Imaginou-se um caçador em busca de uma vitima a ser abatida: Dilma, com a manipulação de outra personagem: Marina. Imaginou-se o ser supremo que derrubaria o mito onipresente de um presidente popular, erguido bravamente por sua candidata, sem vergonha de mostrá-lo. E assim fez.

Revelou-se, este pobre menino rico, um covarde ingênuo. Primeiro, ao achar que detinha conhecimento e competência suficientes para criar armadilhas jornalísticas à candidata do governo, líder nas pesquisas de opinião. Armadilhas honestas são válidas em uma entrevista. O que não vale é deslealdade, falta de respeito, infâmia no trato com as pessoas. E foi assim que William agiu, como um carrasco trapalhão que busca o sangue a todo custo, mesmo na hora do jantar. William entrou nos lares de milhões de telespectadores e revelou sua face sexista, quando só faltou urrar como um tirano e babar como torturador diante de suas “escolhidas”: Dilma e também Marina, para uma desesperada atônita Fátima Bernardes, a esposa submissa, mas não menos cúmplice desse desalento

Diante de José Serra, "homem como ele", a opera-bufa se completou e jogou no lixo o restante de uma carreira que já balançava na superficialidade. A miudeza diante do senhor do engenho, o rapapé que pede perdão para falar: William Bonner coroou a identidade que será reconhecida pela próxima década. O ser menor, rastejante, que nada tem a ensinar aos mais novos, que é incapaz de uma colocação inteligente além do telepromper. O indivíduo a serviço de uma conspiração vil, que o desnudou em horário nobre.

Reputação é caso sério. Eleições passam. Políticos se aposentam. Partidos reescrevem suas relações e coligações. Quem vai recuperar a imagem de William Bonner, que já não era um referância para novas gerações de profissionais? O que seus filhos irão encontrar como herança intelectual?

Em algum momento, em uma universidade, empresa, associação, ao fim de uma palestra, Bonner será obrigado a defender com unhas e dentes o papel que desempenhou no episódio. Ou pedir perdão, envergonhado, como fazem os criminosos acuados, quando utilizados como inocentes úteis de elevadas conspirações. Qualquer atitude não o livrará do limbo reservado aos medíocres, do vazio existencial, ao se descobrir solitário dentro de suas próprias convicções.

A Vogel voou para os confins do inferno. Ô Surra !

10 Agosto 2010

PERGUNTAS QUE BONNER DEVERIA FAZER AO CANDIDATO SERRA

Excelentes perguntas elaboradas pela amiga Jussara Seixas:


1- Candidato Serra, o Sr se aliou ao DEM, o partido mais corrupto do Brasil, responsável pelo maior escândalo de corrupção jamais visto até agora. Perdeu seu vice, o Arruda, nesse escândalo – pela primeira vez na história democrática deste país, um governador foi para a cadeia. Se eleito, qual será o ministério destinado ao Arruda no seu governo, considerando que na Fazenda o cargo é de FHC?

2- Candidato Serra, ao invés de dialogar com os movimentos sociais, com os professores, estudantes da USP, com a polícia civil, que pacificamente queriam audiências com o governador para reivindicar melhores salários e melhores condições de trabalho, o Sr mandou a policia militar descer o cassetete nos manifestantes. Por que o Sr não gosta de dialogar? O Sr é truculento e autoritário também em casa, com sua família?

3- Candidato Serra, por que o Sr, que foi ministro duas vezes no governo FHC, tenta esconder FHC em sua campanha? FHC não seria um ótimo cabo eleitoral em sua tentativa de se eleger? Afinal, ele lhe deu dois ministério e o Sr foi governo por 8 anos junto com FHC?

4- Candidato Serra, FHC disse em entrevista na Veja, para o jornalista Augusto Nunes (tem vídeo), que o Sr é um grande entusiasta, defensor ferrenho das privatizações. Se eleito, o Sr vai privatizar a Petrobras, o BB e a Caixa? Vai vender para o capital estrangeiro a preço de banana, como fez com a Vale?

5- Candidato Serra, em sua campanha para Prefeitura de São Paulo, em 2004, prometeu que não deixaria a prefeitura de SP para concorrer à eleição para governador. Jurou, prometeu e registrou a promessa em cartório, com a maior cara de pau. Depois deixou sampa nas mãos do Kassab, do DEM, o partido mais corrupto do Brasil. Por que o Sr mentiu?

6- Candidato Serra, a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down publicou uma nota segunda-feira, 9/08, repudiando suas críticas à política do governo federal para as pessoas com deficiências no debate da Band, dia 5 de agosto. O Sr mentiu novamente?

7- Candidato Serra, um manifesto elaborado por cinco centrais sindicais o acusa de mentir ao divulgar que foi um dos responsáveis pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e pela implementação do seguro-desemprego. A carta afirma que o Sr praticou "impostura e golpe contra os trabalhadores". O Sr mentiu novamente?

8- Candidato Serra, o candidato Joaquim Roriz, do DF, lhe ofereceu apoio e palanque em negociação com FHC. Agora um vídeo que o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) pagou propina pelo silêncio de um suposto laranja em seus negócios. Roriz também já teve a candidatura impugnada pelo TRE do DF pela lei da Ficha Limpa. Como fica o Sr agora quanto a sua aproximação com Roriz: vai receber e dar apoio a ele? Ou vai fingir que nem o conhece?

Dou-lhe uma, dou-lhe duas ...


Convite para jantar da campanha de Marina custa R$ 5.000.

Quem dá mais ?

Eu não dou um puto.

BB e Bradesco anunciam parceria para atuar na África

Caio Quero - BBC

Um mês depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter feito um giro pela África em busca de parcerias e novas oportunidades de negócio para empresas brasileiras, mais uma estatal anuncia uma investida no continente.

O estatal Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira ter firmado um memorando de entendimento com o Bradesco e o português Banco Espírito Santo para realizar estudos sobre uma "parceria estratégica" com o objetivo de atuar no continente africano

De acordo com um comunicado divulgado pelo BB, no início, a parceria se concentrará nas operações que o Banco Espírito Santo já possui na região, por meio da holding BES África, que terá os três bancos como principais acionistas.

Esta holding deve coordenar a eventual aquisição de participação em bancos no continente, além do estabelecimento de operações do BB e do Bradesco na África.

O continente é visto como um celeiro de oportunidades por empresários e pelo governo brasileiro.

Nos últimos sete anos, as exportações do Brasil para a África cresceram 267%, embora, em termos absolutos, os negócios brasileiros ainda sejam pequenos no continente.

Em 2009, o grupo dos países africanos comprou US$ 8,9 bilhões do Brasil, enquanto chineses forneceram US$ 50,5 bilhões em produtos, e a Índia, cerca de US$ 15 bilhões.

Mesmo respondendo a série de perguntas cretinas, Dilma se sai maravilhosamente

Charge Online do Bessinha

09 Agosto 2010

Acredite, mesmo coligados candidatos do Demo escondem o Serra

Cartão falso de campanha

Serra dorme demais, se atrasa e é barrado em santuário na Bahia

Candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra visitou a cidade de Bom Jesus da Lapa nesta sexta-feira, 6, no dia mais movimentado da romaria que este ano deve reunir cerca de 450 mil pessoas. Acompanhado do candidato a governador da Bahia pelo DEM, Paulo Souto e grande comitiva de políticos, Serra fez uma caminhada por ruas próximas ao santuário, justamente no horário que as pessoas aguardavam a passagem da procissão com a imagem do Bom Jesus, ponto alto dos festejos que tem 319 anos de tradição.

Leia mais sobre o padre que colocou o Serra pra correr

Entrevista de Lula a Istoé



Carlos José Marques, Delmo Moreira, Mário Simas Filho e Octávio Costa


ENCONTRO COM EDITORES

“Fico feliz em saber que ninguém quer fazer campanha falando mal de mim”

Antes de iniciar a conversa com ISTOÉ, o presidente Lula mostrou que estava disposto a dar uma entrevista reveladora. “Vamos combinar o seguinte: podem fazer qualquer pergunta, por mais inconveniente que pareça”, disse ele ao ocupar a cabeceira da comprida mesa de reuniões no seu gabinete improvisado no Centro Cultural Banco do Brasil. “Vamos adotar o seguinte: é probido proibir”, afirmou.

E assim foi. Animado, coloquial e bem-humorado, Lula falou por quase duas horas com a equipe de ISTOÉ, sem recusar nenhum tema proposto. Em dois momentos mostrou um especial estado de espírito. Primeiro um largo sorriso quando recebeu de um assessor, durante a entrevista, os dados da última pesquisa Sensus/Ibope que dava 10% de vantagem à sua candidata Dilma Rousseff sobre o oposicionista José Serra. Pouco depois, o presidente ficaria com o olhos marejados quando falava dos principais legados que julga deixar para o País: “Hoje os pobres sabem que podem chegar lá.”

ISTOÉ – O sr. deixa o Planalto como o presidente mais popular da história do País. Como pensa em administrar esse patrimônio depois de sair do governo?

Luiz Inácio Lula da Silva – O meu medo é tomar uma atitude precipitada sobre o que eu vou fazer. Montar alguma coisa e depois de seis meses descobrir que não era aquilo. Então, eu acho que alguém que deixa o mandato, como vou deixar, numa situação graças a Deus muito confortável, tem que dar um tempo de maturação. Preciso de um tempo, quem sabe quatro, cinco, seis meses. Tem que deixar a Dilma construir um governo que seja a cara dela, do jeito dela, e eu ficarei no meu canto, curtindo o fato de ser um ex-presidente da República.


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