| Segundo Rubem Fonseca Filho, da coordenação de campanha de Cristovam Buarque (PDT), a estratégia do partido será apresentar regionalmente o candidato, uma vez que Cristovam é conhecido basicamente no Distrito federal, Rio de Janeiro e Pernambuco. "É uma campanha muito rápida, de apenas três meses, e é preciso percorrer pelo menos as grandes cidades", diz.
Geraldo Alckmin, da coligação PSDB-PFL, pretende percorrer todo o país e "estadualizar" seu discurso. "Ele será preciso do ponto de vista dos compromissos estaduais, do nosso projeto para cada uma daquelas áreas que serão visitadas", explica o coordenador da campanha, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE).
Jorge Luis Martins, da coordenação de campanha de Heloísa Helena (Psol-PSTU-PCB), diz que a candidata priorizará os estados com maior número de eleitores – RJ, SP, RS e MG – mas deverá ir a cada estado brasileiro pelo menos uma vez nos três meses de campanha. "A idéia é combinar convenções de lançamento de candidaturas regionais com eventos de rua, congressos e encontros setoriais. Será uma campanha que vai dialogar com os trabalhadores, com os setores sociais abandonados."
Segundo a assessoria de comunicação do partido, o candidato José Maria Eymael pretende viajar o Brasil inteiro, pois o PSDC concorre com candidatos próprios ao governo nos 26 Estados e no Distrito Federal. Luiz Inácio Lula da Silva (PT/ PRB/ PCdoB) iniciará campanha em 13 de julho, em São Bernardo (SP). O presidente do partido e coordenador político da campanha de Lula, Ricardo Berzoini, afirma que as realizações do governo Lula poderão ser exploradas na campanha e que terá destaque o papel da educação fundamental como elemento de desenvolvimento econômico e social do país.
O PT pretende, ainda, incluir como ponto central em sua campanha, segundo Berzoini, a importância de votar em candidatos do partido ao Congresso, para foramr uma base sólida de apoio ao governo. "Vamos fazer um trabalho para convencer de que, quanto mais parlamentares que apoiam o governo tivermos no Congresso Nacional, melhor para a governabilidade".
Com relação aos gastos de campanha, a coligação registrou um limite de R$ 89 milhões no TSE. De acordo com Berzoini, ainda o orçamento efetivo da campanha presidencial ainda não está concluído, mas deve ser inferior ao limite.
O PCO, de Rui Pimenta, pretende fazer atos públicos com a presença dele para lançamento de todos os candidatos do partido aos governos estaduais, mas ainda não tem datas definidas. Quanto aos gastos com campanha, o limite registrado no TSE é de R$ 100 mil.
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