Ontem, no Alvorada, o presidente Lula, governadores do PT, Berzoini,o presidente do PT, e o ministro Genro discutiram como vai ser a campanha para as eleições de outubro e orientaram os petistas e partidos aliados a se prepararem para uma eleição em dois turnos à Presidência.
Nesta campanha, Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência, Ricardo Berzoini, presidente do PT, o ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) e Jorge Viana, governador do Acre, cotado para ser o tesoureiro da campanha, terão papel central.
Ciro Gomes (PSB-CE), afirmou, ao chegar para participar da convenção do PT, que o seu partido apoiará a candidatura do presidente Lula à reeleição. Ele disse que está lutando para formalizar o apoio do PSB ao PT.
O governador do Acre, Jorge Viana (PT), que é cotado para ser o tesoureiro da campanha do presidente Lula, falou hoje sobre o encontro de ontem: "foi uma conversa sincera e ele [Lula] falou muito do governo. Ele está muito animado para dizer o sim hoje. Todos nós dissemos que será uma eleição dura. Não podemos esperar facilidade. Se os números são bons, ótimo, mas temos que nos preparar para uma batalha longa e sangrenta."
Sobre a oposição, Viana afirmou : "é um abuso, muitos não tem, sequer, moral para criticar. Se eles sofressem a metade das CPIs que nós enfrentamos, a exposição que o Lula sofreu, ou se investigassem apenas as duas últimas campanhas, eles não agüentariam 24 horas. Tudo que podiam fazer para destruir o presidente foi feito. " Viana ainda fez uma crítica ao candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB): "uma pessoa que governou São Paulo por mais de dez anos e diz que não é conhecida, ou é muito ruim ou não estava interessado pelo resto do Brasil."
Para evitar novos problemas e na tentativa de garantir a governabilidade num possível segundo mandato, Lula e o PT querem eleger o maior número de parlamentares.
"Vamos lembrar a necessidade de garantir uma base ampla ao presidente Lula", completou Berzoini.
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