Lula da Silva critica e pede respeito para brasileiros no exterior
Deu no Jornal Digital/Portugal 15.07.2008
O Presidente brasileiro Lula da Silva criticou hoje, no seu programa de rádio semanal, a política de imigração da União Europeia e disse que os brasileiros devem ser tratados com respeito no exterior, avançou a agência Lusa.
«Hoje, na União Europeia, eles estão cada vez mais aprovando leis para dificultar a vida dos migrantes, ou seja, dos pobres que chegam lá. É importante lembrar as várias comunidades que têm aqui. E nós convivemos tranquilamente, em harmonia», assinalou, citado pela Lusa.
Lula da Silva disse que abordou a questão da imigração com os líderes europeus durante a reunião entre o G-8, grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia, com o G-5 (Brasil, Índia, África do Sul, México e China) na semana passada, no Japão.
«Eu fiz questão de dizer para eles que eu quero que os brasileiros tenham no exterior o tratamento que nós damos aqui aos estrangeiros. O que nós queremos é que os brasileiros lá fora e os povos do mundo sejam tratados com respeito, levando em conta a questão dos direitos humanos, e não tratados como se fossem delinquentes», destacou.
«Hoje, na União Europeia, eles estão cada vez mais aprovando leis para dificultar a vida dos migrantes, ou seja, dos pobres que chegam lá. É importante lembrar as várias comunidades que têm aqui. E nós convivemos tranquilamente, em harmonia», assinalou, citado pela Lusa.
Lula da Silva disse que abordou a questão da imigração com os líderes europeus durante a reunião entre o G-8, grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia, com o G-5 (Brasil, Índia, África do Sul, México e China) na semana passada, no Japão.
«Eu fiz questão de dizer para eles que eu quero que os brasileiros tenham no exterior o tratamento que nós damos aqui aos estrangeiros. O que nós queremos é que os brasileiros lá fora e os povos do mundo sejam tratados com respeito, levando em conta a questão dos direitos humanos, e não tratados como se fossem delinquentes», destacou.
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