25 julho 2012

Bessinha

3 comentários:

Anônimo disse...

Chirico I

O candidato José Chirico Serra (PSDB-SP) corre grande risco de ser derrotado nas eleições municipais de 2012, para prefeito de São Paulo. Então, a alternativa será o papa Bento XVI promover dom José, atual "bispo" da Mooca, elevando-o para "cardeal".

Acredita-se que assim turbinado, o futuro cardeal poderia atuar discretamente para suceder o também preparado Bento XVI, de quem dom José Serra jura e garante ser fiel seguidor. Neste sentido, fontes não reveladas da Opus Dei garantem iniciar contatos imediatos do terceiro grau.

Assim, tudo indica que depois de um santo arrastão no Colegiado de Cardeais, ele seria eleito por aclamação. Então, dom José ocuparia o trono do Vaticano, com o santo nome, Chirico I, o primeiro papa brasileiro, o mais preparado.

Chico Barauna
25-07-2012.

Mabel Dias disse...

Quando não existem argumentos viáveis e reais de acordo com o caráter de alguém é muito fácil usar imagens equivocadas e de comparações tão sem ética, é decepcionante para mim ver pessoas nas quais eu admirava mas que igualmente como o Serra estão se portando de uma forma cruel como os próprios neonazistas fazem, a pratica do convencimento que é convencer o povo brasileiro a crer neste desrespeito com os católicos ofendendo a Deus e seu filho Jesus Cristo induzindo a achar que Serra é católico e que a Igreja de Deus o considera até mesmo um bispo, tudo isso são blasfêmias e atitudes groseiras e vergonhosas que envergonham esses Jornalistas que se prestam a esse papel, tudo porque querem alimentar em seus blogs a verdadeira fonte da Opus Dei que são os nazistas e os ateus que vem prosperando em blogs difundidos por eles impiedosamente, jogando com uns contra o outro gerando ódio onde em um passado recente todas as religiões se respeitavam e não havia esta disputa por poder mediático e insano criando divisões e desamor

Anônimo disse...

Bom senso

O motivo da indignação de Mabel Dias, eu não sei exatamente se foi por causa do meu comentário intitulado "Chirico I", mas, se foi prossiga lendo e considere este texto, se não foi simplesmente desconsidere.

Existem argumentos concretos, sim. O grande equívoco é não compreender as metáforas aplicadas aos homens e mulheres "pecadores e pecadoras" de todas as crenças e descrenças. O pensamento é livre, pelo menos deveria ser, embora em
muitos lugares, infelizmente, ainda não seja e prevaleça o pensamento único.

Ninguém nesse planeta Terra tem procuração passada e carimbada em cartório celestial para falar em nome de Deus. Antigamente, o pensamento único levou muita gente para a "santa" fogueira, em nome de Deus. Achar que Deus criou igrejas, sejam elas quais forem, é uma questão de fé, somente de fé, algo abstrato, um dogma e nada mais. Ninguém está desrespeitando a Igreja Romana, afinal ela tem uma história milenar, digamos, um tanto tenebrosa.

José Serra é sim um católico
"fervoroso", foi ele quem disse, com outras palavras, mas, ninguém tem nada a ver com isto, trata-se de um direito dele. José Serra é um homem público, portanto passível de críticas positivas ou
negativas. Idem para o papa Bento XVI, que é duas vezes um homem público, pois é chefe de Estado (do Vaticano) e da Igreja Católica Romana.

Mas, quando alguém mente muito e engana milhões, seja quem for, então, perde o respeito, todos podem denunciar a mentira. A metáfora envolvendo os dois
"pecadores", no caso, o leigo e o "santo padre" tem tudo a ver com a História e a Ética. Achar certo ou errado fica por conta do poder de entendimento e do tipo de ética de cada um. Cada cabeça uma sentença.

O filósofo Baruch Spinoza (1632-1677), descendente de judeus (marranos), considerado o "pai da ética" foi censurado, perseguido, excomungado em 1656 pelo judaísmo. Depois perseguido pelo catolicismo por muito tempo, tanto que os seus
livros foram relacionados no Index Librorium Prohibitorium, a Lista de livros proibidos pela Igreja Católica. Assim, se pode ver que a ética dos chefes religiosos era muito relativa. E vale dizer que nos dias atuais ainda continua
relativa.

Não se preocupe, Deus (o de Abraão e Maomé) está vendo tudo, sabe de tudo, pode tudo, sabe que tem razão, quem respeita ou desrespeita, e somente à ele cabe no final julgar o Chico Barauna, e aos dois "iluminados", o leigo e o bento, que também foram feitos de barro. Tudo isto baseado naquele livro antigo, não é verdade!?

Finalmente digo, continue assim inocente, na sua fé, pois ela remove montanhas. Mas, lembre-se daquela mensagem, "Tu és pó e ao pó retornarás". Nisto acredito e concordo. Uma bela frase, não é mesmo!?

Chico Barauna
27-07-2012.