Jornal britânico põe Marina Silva entre “50 pessoas que podem salvar o planeta”
A ministra do Meio Ambiente do Brasil, Marina Silva, foi citada neste sábado em uma lista preparada pelo jornal britânico The Guardian com "as 50 pessoas que podem ajudar a salvar o planeta". Segundo o jornal, a lista, preparada por um painel de especialistas, identifica "os 50 homens e mulheres com o poder de nos salvar de nós mesmos"."Todo mundo concorda que uma ação urgente é necessária para evitar uma mudança climática catastrófica, mas quem realmente tem a influência e as idéias para fazer isso acontecer?", diz o Guardian em sua apresentação.
No texto dedicado a Marina Silva, o jornal destaca sua história como "filha de um seringueiro brasileiro, passando sua infância coletando látex da floresta amazônica e protestando contra a destruição provocada pelos madeireiros ilegais".
"Em uma das grandes histórias políticas, ela passou de analfabeta aos 16 anos à mais jovem senadora do Brasil e agora é a mulher mais capaz de prevenir a total ruína da Amazônia", diz o texto.
O jornal comenta que, sob sua gestão no ministério, o desmatamento na Amazônia caiu 75%, e vastas áreas de floresta foram destinadas a comunidades indígenas.
"Mas o futuro, diz Silva, é arriscado. A única maneira de evitar uma perda no longo prazo é com ajuda internacional", diz o jornal, citando uma declaração da ministra: "Não queremos caridade, é uma questão da ética da solidariedade".
A ministra é a única latino-americana da lista, que traz ainda nomes como os do ex-vice-presidente americano Al Gore, da primeira-ministra alemã, Angela Merkel, do geneticista americano Craig Venter, do prefeito de Londres, Ken Livingstone, e até mesmo do ator norte-americano Leonardo DiCaprio.
A foto da ministra é uma das três escolhidas para ilustrar a chamada para a lista na capa do jornal, ao lado de Leonardo DiCaprio e da ambientalista Wangari Maathai, ex-ministra-assistente do Meio Ambiente do Quênia e Nobel da Paz de 2004.
Portal IG
No texto dedicado a Marina Silva, o jornal destaca sua história como "filha de um seringueiro brasileiro, passando sua infância coletando látex da floresta amazônica e protestando contra a destruição provocada pelos madeireiros ilegais".
"Em uma das grandes histórias políticas, ela passou de analfabeta aos 16 anos à mais jovem senadora do Brasil e agora é a mulher mais capaz de prevenir a total ruína da Amazônia", diz o texto.
O jornal comenta que, sob sua gestão no ministério, o desmatamento na Amazônia caiu 75%, e vastas áreas de floresta foram destinadas a comunidades indígenas.
"Mas o futuro, diz Silva, é arriscado. A única maneira de evitar uma perda no longo prazo é com ajuda internacional", diz o jornal, citando uma declaração da ministra: "Não queremos caridade, é uma questão da ética da solidariedade".
A ministra é a única latino-americana da lista, que traz ainda nomes como os do ex-vice-presidente americano Al Gore, da primeira-ministra alemã, Angela Merkel, do geneticista americano Craig Venter, do prefeito de Londres, Ken Livingstone, e até mesmo do ator norte-americano Leonardo DiCaprio.
A foto da ministra é uma das três escolhidas para ilustrar a chamada para a lista na capa do jornal, ao lado de Leonardo DiCaprio e da ambientalista Wangari Maathai, ex-ministra-assistente do Meio Ambiente do Quênia e Nobel da Paz de 2004.
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Um comentário:
Enquanto a gente ficar neste lero-lero, de conversinha de comadre nada vai mudar nesta mídia. Eu não sei o que o PT e outros partidos com identidades próximas estão esperando para mobilizar suas bases para acabar com a tirania da mídia.
Hoje, O Globo, jornal que tem batido constantemente no governo Lula, passou dos limites da torpeza publicando uma matéria na qual o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero acusa o governo Lula de estar “mancomunado com os destruidores da floresta”. Ricupero, segundo o jornal, mesmo mantendo distância dos fóruns de discussões, virou “militante da causa”.
Sem dizer precisamente em que contexto e porque o governo estaria “mancomunado com destruidores da floresta” Ricupero não foi nada ético em sua explanação.
Para quem não sabe, Ricupero é o autor da famigerada frase.
"Eu não tenho escrúpulos: o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde" - em relação aos indíces de inflação, manipulados para favorecer o candidato governista, Fernando Henrique Cardoso (1 de setembro de 1994).
Ricúpero foi demitido do cargo pelo presidente Itamar Franco em 1º de setembro de 1994, assim que se soube de uma conversa sua com o jornalista da Rede Globo Carlos Monforte revelando alguns detalhes sobre o Plano Real, quando se preparava para entrar ao vivo no Jornal da Globo. O episódio ficou conhecido como Escândalo da parabólica.
O sinal do link via satélite que transmitiria a entrevista já estava aberto, e os lares cujas antenas parabólicas estavam sintonizadas no canal privativo de satélite da Rede Globo captaram a conversa informal do ministro com Carlos Monforte (que também é cunhado de Ricupero - a irmã do jornalista é mulher do ex-ministro).
Assim, o ex-ministro não está capacitado, nem tem moral para falar contra o governo Lula. E, Quanto ao globo, só lamento, cada vez mais afunda na excrescência de sua pocilga.
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