ETANOL DESEMBARCA NA ÁFRICA
Aos poucos, empresas brasileiras começam a desembarcar na África onde o nível de insolação é propício para a produção de etanol, além de ser porta de entrada do produto na Europa.
A Petrobrás e a fabricante Dedini já colocaram o continente em seu roteiro. Em 2009, o etanol deve ser incluído entre os produtos africanos isentos de tarifas para entrar na União Européia e, até 2012, os países europeus passarão a misturar 5,75% de álcool a gasolina.
“A nova regra abrirá mercado de 8 bilhões de litros por ano, metade do que o Brasil produz hoje”, disse Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura.
Como costuma acontecer nas primeiras etapas do desenvolvimento de uma nova indústria, os primeiros a chegar foram os fabricantes de equipamentos, o que favorece a exportação de bens de capital e divisas para o Brasil.
Há pelo menos onze países no continente criando regras para produção e comercialização de etanol, entre eles África do Sul, Angola, Moçambique e Benin. A maioria pretende estabelecer a mistura de 10% de álcool a gasolina.
“Nosso plano é reduzir no longo prazo nossa dependência da gasolina importada, que hoje representa 70% do consumo”, disse Mark Rabbitts, assessor do consulado da África do Sul no Brasil.
(Revista Exame)
A Petrobrás e a fabricante Dedini já colocaram o continente em seu roteiro. Em 2009, o etanol deve ser incluído entre os produtos africanos isentos de tarifas para entrar na União Européia e, até 2012, os países europeus passarão a misturar 5,75% de álcool a gasolina.
“A nova regra abrirá mercado de 8 bilhões de litros por ano, metade do que o Brasil produz hoje”, disse Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura.
Como costuma acontecer nas primeiras etapas do desenvolvimento de uma nova indústria, os primeiros a chegar foram os fabricantes de equipamentos, o que favorece a exportação de bens de capital e divisas para o Brasil.
Há pelo menos onze países no continente criando regras para produção e comercialização de etanol, entre eles África do Sul, Angola, Moçambique e Benin. A maioria pretende estabelecer a mistura de 10% de álcool a gasolina.
“Nosso plano é reduzir no longo prazo nossa dependência da gasolina importada, que hoje representa 70% do consumo”, disse Mark Rabbitts, assessor do consulado da África do Sul no Brasil.
(Revista Exame)
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