Viajar para o Brasil em pé
Dia 26 de abril do ano passado publiquei neste blog um texto sobre o projeto das linhas aéreas adaptarem os aviões para vôos sem poltrona.
A repetição do texto vem a calhar quando lemos que o ministro Jobim exige mais espaço entre a poltronas nos aviões.
A repetição do texto vem a calhar quando lemos que o ministro Jobim exige mais espaço entre a poltronas nos aviões.
"Já pensou, viajar para o Brasil durante 15 horas em pé?
Pois é. Os fabricantes de aviões planejam "aumentar" o conforto da patuléia e já oferecem às empresas aéreas aviões com novo design. Em vez de ocuparem os 77,5 centímetros dos assentos atuais da classe econômica, a ralé passará a ocupar apenas 62 centímetros. Nada mal.
Se a idéia prosperar, em vez de poltronas, a plebe viajará, confortavelmente, recostada em apoios verticais, amarrada por cinto de segurança, e de quebra receberá alguma coisa (ainda não foi definido o quê) para as costas e outra para a cabeça.
Na reportagem do "The New York Times" a empresa franco-alemã, Airbus, será a primeira companhia a oferecer lugares para viagens de pé. E em vez de um Airbus 380 carregar 500 bois, digo, pessoas, passará a transportar 853.
Segundo o jornal, legalmente não existe impecilho para que o projeto tome forma. O importante é que as condições de segurança estejam garantidas.
Antecipadamente fica aqui o esclarecimento sobre a dúvida quanto à forma que nós, plebe, informaremos a amigos e inimigos sobre futuras viagens ao Brasil:
"Eu vou para - Salvador, Recife, São Paulo, Quixeramobim, Pindamonhangaba, etc - de pé (ou em pé)."

Tanto faz. A gramática permite os dois casos. O importante será notar em que estado físico e psicológico chegaremos ao nosso destino. Certamente nos afastaremos da aeronave com o mesmo entusiasmo que esses senhores da foto o fazem."
A publicação original está aqui
Se a idéia prosperar, em vez de poltronas, a plebe viajará, confortavelmente, recostada em apoios verticais, amarrada por cinto de segurança, e de quebra receberá alguma coisa (ainda não foi definido o quê) para as costas e outra para a cabeça.
Na reportagem do "The New York Times" a empresa franco-alemã, Airbus, será a primeira companhia a oferecer lugares para viagens de pé. E em vez de um Airbus 380 carregar 500 bois, digo, pessoas, passará a transportar 853.
Segundo o jornal, legalmente não existe impecilho para que o projeto tome forma. O importante é que as condições de segurança estejam garantidas.
Antecipadamente fica aqui o esclarecimento sobre a dúvida quanto à forma que nós, plebe, informaremos a amigos e inimigos sobre futuras viagens ao Brasil:
"Eu vou para - Salvador, Recife, São Paulo, Quixeramobim, Pindamonhangaba, etc - de pé (ou em pé)."

Tanto faz. A gramática permite os dois casos. O importante será notar em que estado físico e psicológico chegaremos ao nosso destino. Certamente nos afastaremos da aeronave com o mesmo entusiasmo que esses senhores da foto o fazem."
A publicação original está aqui
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