30 junho 2006

Nilton Monteiro diz que autenticidade da lista de furnas prova sua verdade

29/6/2006

O senhor é filiado a algum partido?

Sou filiado ao PTB de Vila Velha desde 2001. Não tenho vínculo nenhum, nunca participei de convenção. Simpatizei-me e filiei.

Desde quando e de onde o senhor conheceu Dimas Toledo?

Conheci o Dimas em outubro de 2004, nosso primeiro encontro foi num restaurante, depois estreitamos nossa relação, eu tinha o telefone da residência dele e o celular. Hoje ele não me conhece e nunca me viu. Quando houve a coligação do PT com o PTB, o cargo do Dimas ficou com o PTB, foi um acordo entre os dois partidos. Esse cargo do Dimas era muito cobiçado porque envolvia muitos recursos, uma vez que muitas empresas já tinham sido privatizadas. Começaram a articular, houve uma pressão do Aécio (governador de Minas Aécio Neves) e do Itamar (PMDB) para ele continuar. Se ele saísse de Furnas toda uma estrutura acabaria. Dimas também participava do esquema, era um operador. E é aí que eu entro nessa história. E comecei a fazer o trabalho, notas frias, envolvendo a JP Engenharia, entre fornecedores, empreiteiras, no ano de 2004.

Leia toda a entrevista aqui.

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