05 maio 2006

Cinco curtas brasileiros em Oberhausen


Ontem começou o Festival Internacional de Curtas de Oberhausen, um dos mais antigos e renomados festivais de curtas-metragens do mundo. Serão apresentados 136 filmes selcionados entre os 5768 enviados e provenientes de 48 países. Para esse ano, cinco curtas brasileiros foram selecionados.

No ano passado, o curta brasileiro Man.Road.River, do mineiro Marcellvs L., foi premiado na competição internacional com sete mil e quinhentos euros.

Dormente, de Joel Pizzini. Estações ferroviárias, trilhos e linhas de transmissão de energia elétrica constituem o cenário noturno de Dormente. Formas infinitas, forças paralíticas, gestos que se repetem, lembranças, auto-retratos e a escuridão.

Jonas e a Baleia, de Felipe Bragança. Jonas possui uma arma, um par de sapatos e uma motocicleta. Um dia, ele se apaixona e mata um homem.

Mestre Humberto, de Rodrigo Savastano. O filme trata de um delicioso passeio pelo centro histórico do Rio de Janeiro e pela África.

Maré Capoeira, de Paola Barreto Leblanc. O curta conta a história de Maré, apelido de João, um garoto de dez anos de idade que sonha em ser mestre de capoeira como o pai, seguindo uma tradição de família.

Tudo o que é sólido pode derreter, de Rafael Gomes. Débora, aos 15 anos de idade, divide com Hamlet os mesmos medos e dúvidas de tornar-se adulta. Por ser capaz de sentir os medos do príncipe Hamlet, começa a analisar sua dor e aprende a se posicionar.

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