18 abril 2006

A palhaçada vai parar temporariamente



O presidente da OAB, Roberto Busato, afirmou nesta terça-feira que a Ordem dos Advogados não tomará posicionamento político com relação ao possível pedido de impeachment do presidente Lula. A declaração foi dada durante visita ao Congresso Nacional.

Para ele, a direção a ser tomada sobre o assunto não depende da OAB, e sim do clamor popular. "O clamor natural deve ser espontâneo, assim como foi no caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello", afirmou ele. Para avaliar a situação política, a OAB marcou uma reunião para o próximo dia 8 de maio.

Sobre o apoio do PPS ao possível pedido de impeachment, decidido hoje, Busato afirmou que isto não pode influenciar a OAB. Para ele, a Ordem não serve como porta-voz de um partido político. "Nos interessa mais sermos o porta-voz da sociedade civil", argumentou. Como partido, o PPS não pode pedir o impeachment de Lula. Mas o partido informou que vai apoiar um eventual pedido de impeachment que for apresentado por qualquer entidade da sociedade civil. Em nota divulgada hoje, o partido informa que "com a responsabilidade histórica que sempre pautou seus atos em 84 anos de existência, conclama a sociedade brasileira a se mobilizar em torno do impeachment, instrumento democrático e constitucional de resolução de crises e de defesa das instituições republicanas, hoje enxovalhadas por práticas indecentes e crimina.

O Busato e o PPS, junto com o Gabeira e seu Partido Verde, se merecem. O Presidente da OAB representa o golpismo nojento do Antônio Carlos Magalhães e sua Máfia chefiada pelo Jorge Bornhausen (PFL). Ele só não pede o impeachment do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva por que sabe que o povo está articulado e que o Brasil se tornaria ingovernável.

Essa oposição irresponsável que ouse tocar no Lula para ver em que o Brasil se transformará.

Glória

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