17 abril 2006

Copa do mundo - A Alemanha é hospitaleira?


Segundo o desejo do ministro da Economia alemã, Michel Glos, seus conterrâneos jogarão fora seus preconceitos e se tornarão uma nação de cidadões amigáveis - pelos menos durante a Copa.

Franz Beckenbauer, numa entrevista, chama a atenção para o fato dos germânicos não serem conhecidos pela amabilidade. E para remediar o "jeito alemão de ser", propõe cursos intensivos de gentileza em inglês, em 30 aulas. Os policiais e motoristas de taxi e ônibus terão que aprender palavras como "Sejam benvindos" e "É um prazer". Tais gentilezas, que para outros povos são conhecidas e praticadas, na Alemanha são desconhecidas. Aqui é normal as pessoas serem confrontadas com palavras duras. É difícil definir quando dois vizinhos estão brigando ou simplesmente conversando, pois o tom de voz não se diferencia. Eles falam dando comandos, como se estivessem em guerra.

Já o comissário da União Européia, Frattini, planeja usar classificação especial para os estrangeiros durante a Copa do Mundo. Tudo dependerá do sexo e da nacionalidade do visitante. Homem será sempre torcedor enquanto mulher pode ser turista ou prostituta. Para a classificação "prostituta", ele propõe visto especial.

Estou curiosa para saber como as bonitas mulheres brasileiras, vestindo mini-saias, serão carimbadas. Em Munique já existe até mesmo uma rede de moradores do sexo masculino, dispondo quartos livres somente para brasileiras abaixo dos trinta anos.

Alguém precisa avisar o comissário Frattini!

Glória

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