O Tribunal do Júri do Pará condenou ontem Amair Feijoli da Cunha, o Tato, a 18 anos de prisão, em regime fechado, pelo assassinato da missionária norte-americana naturalizada brasileira Dorothy Stang, 73. A pena inicial, por homicídio duplamente qualificado, foi de 27 anos. Mas os sete jurados decidiram que Tato, apontado como o intermediário do assassinato da freira, teve como atenuante o fato de ter colaborado na apuração do crime. Por isso a pena foi reduzida em um terço.
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