Liberado parte do diálogo da PF
Transcrição da reunião entre Protógenes Queiroz e seus superiores na Polícia Federal e que foi liberada por ordem do Excelentíssimo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.
Primeira parte
Protógenes: "Eu não preciso nem falar em relação ao doutor Troncon. [..] Eu devo praticamente 100% da execução dessa operação a dois homens de bem dessa Polícia Federal. Primeiramente eu destaco doutor Troncon. Em segundo, o doutor Leandro. Em terceiro, como coadjuvante dos dois, eu não poderia me esquecer aqui também do doutor Luiz Fernando Corrêa. Ele era sabedor dessa operação e correu tudo bem(...) Houve a presença da imprensa aqui em São Paulo, houve. Falhou, falhou. Quem falhou? O Queiroz falhou (...)"
Segunda parte
Protógenes: "[...] Evasão fiscal e outros crimes que porventura se relacionem com a formação de quadrilha."
Troncon: "Informação privilegiada."
Protógenes: "Informação privilegiada e formação de quadrilha também para esses crimes correlatos."
Troncon: "Quer dizer: a estrutura principal desse inquérito que você instaurou é a questão do laudo que trata da gestão fraudulenta mais a corrupção."
Protógenes: "Isso. Esse inquérito, ele está sequinho. (...) A estratégia foi justamente fazer três instrumentos para poder facilitar o trabalho. (...).
Protógenes: "Eu marquei de fazer até sexta-feira"
Leandro: "Você consegue fazer até sexta? Consegue relatar até sexta?"
Troncon: "Não, tem que ouvir o pessoal. Mas você consegue concluir até sexta? Se conseguir concluir até sexta, aí tudo bem."
Protógenes: Depende de eu falar com o advogado. Só faltava o Humberto. O Humberto se apresentou... Não vejo nenhum óbice, não."
Leandro: "Então ele conclui até sexta e a gente fica para resolver os outros."
Troncon: "(...) O Saadi está aqui porque está como chefe da Delecin, mas o superintendente está dizendo que ele vai permanecer. (...) Tem que ter um alinhamento, uma sinergia completa com a chefia da delegacia, (...) com o superintendente, com o (...) e comigo."
Terceira parte
Protógenes: [...] E até mesmo depois da academia eu não pretendo. A minha proposta é: eu fico até o final da operação, porque eu criei um problema para os meus colegas delegados, criei um grande problema, e eu acredito que para você também, e a minha proposta é essa. É permanecer a minha vinculação no seu gabinete, à sua disposição, até o final dos trabalhos, pra não ficar aquela pecha de que Brasília vem fazer operação nos Estados e deixa no meio do caminho. As minhas nunca ficaram no meio do caminho. As minhas nunca ficaram. E, a exemplo dessa, não vai ficar. Só que com um diferencial. Eu não vou estar presidindo, eu não pretendo presidir nenhuma investigação. Aí ficaria uma coisa, um trabalho, coletando dados."
Troncon: "Se eventualmente, dentro do desdobramento natural desse inquérito que você instaurou, se você concluir antes desse período de você ir pra academia, sem nenhum problema. Agora, se não conseguir, dentro da melhor técnica, se falar não, se requer mais tempo, requer maior análise, aí a gente passa pra um dos colegas."
Comentário meu: pelo diálogo ficou-me a impressão que há sério contradição entre o que foi conversado e a exposição feita pelo Bob Ferndandes no Terra.
Primeira parte
Protógenes: "Eu não preciso nem falar em relação ao doutor Troncon. [..] Eu devo praticamente 100% da execução dessa operação a dois homens de bem dessa Polícia Federal. Primeiramente eu destaco doutor Troncon. Em segundo, o doutor Leandro. Em terceiro, como coadjuvante dos dois, eu não poderia me esquecer aqui também do doutor Luiz Fernando Corrêa. Ele era sabedor dessa operação e correu tudo bem(...) Houve a presença da imprensa aqui em São Paulo, houve. Falhou, falhou. Quem falhou? O Queiroz falhou (...)"
Segunda parte
Protógenes: "[...] Evasão fiscal e outros crimes que porventura se relacionem com a formação de quadrilha."
Troncon: "Informação privilegiada."
Protógenes: "Informação privilegiada e formação de quadrilha também para esses crimes correlatos."
Troncon: "Quer dizer: a estrutura principal desse inquérito que você instaurou é a questão do laudo que trata da gestão fraudulenta mais a corrupção."
Protógenes: "Isso. Esse inquérito, ele está sequinho. (...) A estratégia foi justamente fazer três instrumentos para poder facilitar o trabalho. (...).
Protógenes: "Eu marquei de fazer até sexta-feira"
Leandro: "Você consegue fazer até sexta? Consegue relatar até sexta?"
Troncon: "Não, tem que ouvir o pessoal. Mas você consegue concluir até sexta? Se conseguir concluir até sexta, aí tudo bem."
Protógenes: Depende de eu falar com o advogado. Só faltava o Humberto. O Humberto se apresentou... Não vejo nenhum óbice, não."
Leandro: "Então ele conclui até sexta e a gente fica para resolver os outros."
Troncon: "(...) O Saadi está aqui porque está como chefe da Delecin, mas o superintendente está dizendo que ele vai permanecer. (...) Tem que ter um alinhamento, uma sinergia completa com a chefia da delegacia, (...) com o superintendente, com o (...) e comigo."
Terceira parte
Protógenes: [...] E até mesmo depois da academia eu não pretendo. A minha proposta é: eu fico até o final da operação, porque eu criei um problema para os meus colegas delegados, criei um grande problema, e eu acredito que para você também, e a minha proposta é essa. É permanecer a minha vinculação no seu gabinete, à sua disposição, até o final dos trabalhos, pra não ficar aquela pecha de que Brasília vem fazer operação nos Estados e deixa no meio do caminho. As minhas nunca ficaram no meio do caminho. As minhas nunca ficaram. E, a exemplo dessa, não vai ficar. Só que com um diferencial. Eu não vou estar presidindo, eu não pretendo presidir nenhuma investigação. Aí ficaria uma coisa, um trabalho, coletando dados."
Troncon: "Se eventualmente, dentro do desdobramento natural desse inquérito que você instaurou, se você concluir antes desse período de você ir pra academia, sem nenhum problema. Agora, se não conseguir, dentro da melhor técnica, se falar não, se requer mais tempo, requer maior análise, aí a gente passa pra um dos colegas."
Comentário meu: pelo diálogo ficou-me a impressão que há sério contradição entre o que foi conversado e a exposição feita pelo Bob Ferndandes no Terra.
Um comentário:
Glória, não há contradição alguma. Bob Fernandes, como um bom jornalista, escreveu na base do chutômetro. Hoje li Josisa de Souza dizer que 'A INTERLOCUTORES PROTÉGENES DISSE QUE A GRAVAÇÃO MOSTRA FALHA(MAIS OU MENOS ASSIM). ORA, VAI SABER QUE INTERLOCUTORES SÃO ESSES. PREFIRO ACREDITAR NA PF, E O VÍDEO NÃO DEIXAM DÚVIDAS
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