Previdência, Bolsa Família, aumento do salário mínimo e do emprego formal elevaram a renda do nordeste
As transferências de recursos da Previdência e de programas sociais do governo federal, com destaque para o Bolsa Família, explicam o crescimento da renda familiar média no Nordeste nos últimos anos, conforme avaliação da economista Tania Bacelar, da Universidade Federal de Pernambuco.
Bacelar explica que, embora represente apenas 28% da população brasileira, o Nordeste detém 42% da população economicamente ativa (PEA) agrícola do Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Como a Previdência transferiu a previdência para o mundo rural, o Nordeste tem um peso maior na população rural. O primeiro impacto veio da Constituição de 88, no começo dos anos 90”, justifica.
O segundo elemento que impulsionou o aumento da renda familiar na região foi o Bolsa Família, que passou de R$ 2 bilhões ao ano para R$ 10 bilhões ao ano. Tania Bacelar explicou que apesar da região ter 28% da população nacional, ela concentra a metade dos pobres do Brasil. “Então ela capta a metade do volume transferido no Bolsa Família”.
Um comentário:
é o Sul que odeia Lulla e sua organização criminosa financiando o projeto eleitoreiro delle no Nordeste.
Ele compra os votos do Nordestinos com o dinheiro do Sul.
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