23 maio 2011

Obama, (O Palhaço) explica nova diretriz do governo dos EUA a grupo de lobby pró-Israel

O presidente norte-americano, Barack Obama, defendeu neste domingo (22/05) diante do principal grupo de pressão pró-israelense nos Estados Unidos, sua proposta para que Israel reabra a negociação com os palestinos baseando-se nas fronteiras de 1967. O apoio a essa alternativa, expressado pela primeira vez na quinta-feira 19/05), foi imediatamente rejeitada pelo premiê israelense Benjamin Netanyahu.

Em seu primeiro discurso como presidente diante da conferência anual da Aipac (organização do lobby norte-americano pró-Israel), Obama declarou que os laços que unem seu país a Israel são sólidos, mas ressaltou que a situação atual do conflito é insustentável e que é necessário reabrir o processo de paz.

Segundo Obama, interessa a Israel alcançar em breve um acordo de paz, devido à rápida transformação que está ocorrendo em países árabes e ao crescimento demográfico nos territórios ocupados, e que podem tornar cada vez mais difícil a manutenção da paz.

Opera Mundi

4 comentários:

jozahfa disse...

Interessante seria um estudo sobre esse povo, os judeus, que durante tanto tempo - e mesmo ainda hoje - esteve a frente de seu tempo (alguns indivíduos) e agora parece inteiramente mergulhado numa visão fechada e anacrônica do mundo e da vida. Triste.

aikatherine disse...

Será que esta proposta não foi uma boa? Eu acho que especificamente tenho que negociar os termos de tal forma que alcançar a paz nos países do Mediterrâneo. Guerras duraram muito tempo e eles fomentam mais guerras. A paz só será concordando. Em todo lugar agora é necessário grande sabedoria e moderação. Não são as armas, mas as habilidades de negociação, caso contrário, o ponto está todo o mundo em guerra .. A negociação é sempre a vir até a metade, diga alguma coisa tem que desistir. É como o amor das pessoas. Se um homem não está a meio caminho contra mim, eu não te amo, eu não confio .. bem, eu vou dar meia e abrir mão de algo para conseguir paz e amor ..

Anônimo disse...

Ilusionismo

Em 1947, Osvaldo Aranha era o chefe da delegação brasileira na Organização das Nações Unidas (ONU). Presidiu a 2ª Assembléia Geral da ONU que votou o Plano da ONU para dividir a Palestina. Assim, Abriu-se o caminho para a criação de dois estados.

Em 1948 a ONU inicialmente aprovou a criação do Estado de Israel. Mas a ONU logo em seguida deveria ter criado e definido as fronteira do novo Estado Palestino. Deixaram o tempo passar e deu no que deu, guerras, desgraça e sofrimento permanente.

Os Estados Unidos sempre apoiaram Israel, politicamente, economicamente, militarmente, inclusive apoiaram e financiaram a construção da bomba atômica. No Oriente Médio, atualmente somente Israel tem esta arma.

Israel é uma poderosa máquina de guerra e os verdadeiros comandantes estão todos fora, residem principalmente nos Estados Unidos e na Europa. Estes são bilionários, donos de bancos e especuladores do sistema financeiro, etc.

Em Israel fica a oligarquia que produz os políticos da direita radical, gerentes locais do capitalismo fundamentalista. Claro que uma parte da população é contra a guerra, mas a maioria da população judáica permanece manietada, envenenada mentalmente pela propaganda de massa, tudo em defesa do imperalismo internacional.

O presidente Barack Obama sabe que muitos países defendem o retorno do Estado de Israel para as fronteiras de antes da guerra de 1967. Por isto ele acena com essa bandeira, mas sem qualquer compromisso profundo, apenas para ficar na onda. A proposta para fazer um acordo é o caminho correto, entretanto, isto seria uma tarefa viável somente com uma forte pressão dos Estados Unidos e total apoio mundial. Fora disto, custa acreditar que Israel vai aceitar devolver territórios invadidos e aceitar a paz.

Gostaria de estar completamente errado nesta avaliação, afinal se fosse verdade seria excelente para o povo israelita, e especialmente, para o povo palestino e os vizinhos. Por enquanto, teremos sim a paz das eleições, a pax romana. Ave, Caesar !!

Chico Barauna
23-05-2011.

NA ESCUTA disse...

Esse Obama, uma decepçao.