A reporter Mariana Jungmann afirma em reportagem para a Agência Brasil que as demissões no funcionalismo público divulgado ontem (8) pela Controladoria-Geral da União (CGU) chamam a atenção: no acumulado dos primeiros seis meses do ano, as expulsões somam 210 – número que só foi menor que o do primeiro semestre de 2007, quando chegaram a 246.
De acordo com o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, os números, no entanto, não significam um aumento do casos de comportamento anti-ético no funcionalismo público. “O que havia antes é que não se apurava, não se descobriam os casos e, mesmo quando se descobriam, não se instauravam os processos administrativos e as sindicâncias.”
70% das expulsões foram motivadas por condutas relacionadas à corrupção – recebimento de propinas, improbidade administrativa ou uso do cargo em proveito próprio, por exemplo. Os 30% restantes estão relacionados a condutas como negligência, abandono de cargo ou indisciplina.
De acordo com o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, os números, no entanto, não significam um aumento do casos de comportamento anti-ético no funcionalismo público. “O que havia antes é que não se apurava, não se descobriam os casos e, mesmo quando se descobriam, não se instauravam os processos administrativos e as sindicâncias.”
70% das expulsões foram motivadas por condutas relacionadas à corrupção – recebimento de propinas, improbidade administrativa ou uso do cargo em proveito próprio, por exemplo. Os 30% restantes estão relacionados a condutas como negligência, abandono de cargo ou indisciplina.
Um comentário:
ué...deve ser tudo peixe pequeno e boi de piranha.
Nenhum mensaleiro ou aloprado foi mandado embora.
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