12 maio 2008

Modelo brasileiro ajuda Angola a melhorar saúde

por Ferdinando Casagrande

Todos os dias Laurindo Tomás acorda por volta das 5 horas. Ele se apronta para trabalhar, verifica o tempo (quando está chovendo sai descalço, única forma de se equilibrar nas ruas de barro) e depois veste a peça de roupa que o diferencia dos outros 50 mil habitantes do bairro Boa Esperança, na cidade de Cacuaco, a 25 quilômetros de Luanda, capital de Angola. No colete azul lê-se em letras brancas: "Vigilante da Saúde".

Tomás é um dos 1.770 agentes comunitários que estão ajudando a mudar o perfil da saúde pública na região. Inspirado no modelo brasileiro, o programa começou no ano passado em seis municípios angolanos e já começa a colher resultados. No ano passado, o paludismo (como é chamada a malária em Angola) deixou de ser a primeira causa de mortalidade infantil nas maternidades de Luanda. A malária é uma doença infecciosa febril aguda transmitida por mosquito.

Leia mais aqui sobre algo que o PIG não consegue esconder.

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