28 novembro 2007

Lula em entrevista sobre a Transposição do Chico


Em entrevista à Record ontem, Lula lamentou a greve de fome contra a transposição do rio São Francisco que o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, anunciou ter retomado nesta terça.
"Nunca houve a quantidade de investimento que o Governo federal está fazendo para recuperar o rio São Francisco. O bispo me coloca numa situação complicada. Tenho que escolher entre ele, que está fazendo uma greve premeditada, e os 12 milhões de nordestinos no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em Pernambuco e no Ceará que precisam da água para sobreviver", disse. "Não tenha dúvida que ficarei com os pobres desse país."
Para o presidente, o protesto do bispo é "um ato impensado". "Espero que ele reveja sua posição. Da nossa parte, a obra vai continuar."

2 comentários:

Anônimo disse...

esse assunto é o único do qual até agora não formulei uma opinião segura, não sei se é seguro, bom eu sei que é, mas seguro não sei, a natureza muitas vezes é capciosa e já provou um milhão de vezes que quando a gente mexe demais com ela, ela reclama, e a maioria das vezes com razão. por isso, ainda não formulei o meu livre convencimento.

Anônimo disse...

É por isso que a cada dia me aproximo mais da doutrina espírita. Sem qualquer preconceito a outras seitas espiritualistas que não podem ser confundidas com o espiritismo tais como a umbanda, candomblé e outras, a religião espírita kardecista tem a seguinte posição quanto a política.

"Nos embates políticos.
situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os ideais espíritas cristãos, sem confundir os interesses de Cesar com os deveres para com o Senhor.
Só o espírito possui eternidade.
Distanciar-se do partidarismo extremado. Paixão em campo, sombra em torno.
Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em palanque de propaganda política nem mesmo com sutilezas comovedoras em nome da caridade.
O despistamento favorece a dominação do mal.
Cumprir os deveres de cidadãio e eleitor, escolhendo os candidatos aos postos eletivos, seguindo os ditames da própria consciência, sem, contudo enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.
O discernimento é o caminho para o acerto.
Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio social para a Doutrina em troca de votos ou solidariedade a partidos e candidatos.
O espiritismo não pactua com intresses puramente terrenos.
Não comerciar com o voto de companheiros de Ideal, sobre quem a sua palavra ou ou cooperação possam exercer alguma influência.
A fé nunca será produto para mercado humano.
Por nenhum pretexto condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesses público, mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.
Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha ao látego da crítica.
Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das instituições doutrinárias, não olvidando qye o serviço de evangelização é tarefa essencial.
A rigor não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum da política humana."
"Nenhum Servo pode servir a dois senhores" - Jesus.
(Lucas,16:13)