Sempre sonhei com esse momento
Assistimos diariamente a mídia golpista tentar e destruir histórias de cidadãos dígnos.
Por que a mídia tem o direito de chicanear as pessoas, por que os jornalistas tem o direito de destruir biografias construídas ao longo de décadas e com muito sacrifício?
Ao mesmo tempo que assistimos ao festival de calúnias contra pessoas que lutam para construir um Brasil melhor, constatamos que os Frias, Marinhos, Mesquitas e Civitas, donos perpétuos dos meios de comunicação, permanecem poderosos por trás da desgraça do povo.
Será porque são representantes de Deus na terra?
Serão intocáveis?
Acho ótimo que o presidente do senado, Renan Calheiros, finalmente comece a peitar a mídia conservadora e golpista.
Reproduzo carta enviada ontem pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, aos 80 senadores:
"Brasília DF, 06 de agosto de 2007.
Prezada amigo (a).
Como é notório, uma revista semanal, sem limites éticos e qualquer critério jornalístico, travestida de Tribunal Político, vem difundindo inverdades, tentando desonrar o mandato que me foi legitimamente outorgado pelo povo de Alagoas, e dificultar a minha permanência na direção da Casa.
Reafirmo a Vossa Excelência que sempre preservei a dignidade do cargo que ocupo.
Jornalistas e repórteres são as mais expressivas testemunhas do meu respeito pela liberdade de imprensa. No entanto, reajo com veemência a essas reiteradas torpezas.
É nítido o propósito da revista de manter aceso, artificialmente, o pseudo-escândalo por ela mesma criado. Como as primeiras acusações já foram por mim rebatidas definitivamente, agora fabricam outras, no embalo das maledicências provincianas e do ressentimento dos derrotados.
A derradeira frustração foi tentar me envolver numa negociação da Schincariol em Alagoas, quando logo ficou claro que nada tenho a ver com a empresa vendida.
Dessa vez, além da capa, a revista reservou generosas páginas para destilar vilanias. E mais uma vez mentiu.
Grande parte da nação está curiosa. Quer saber o que está por trás de tudo isso, desta voraz e contínua tentativa de linchamento moral. Desses ataques que não cessam.
Patriotismo? Compromisso ético com a lisura e o comportamento dos homens públicos?
Ou, quem sabe, usar-me como cortina de fumaça para que, por suas sombras, acabe por ser celebrada uma nebulosa transação de cerca de um bilhão de reais, envolvendo a venda de uma concessão de canal de televisão pelo Grupo Abril, proprietário da revista Veja, a uma empresa estrangeira?
Este, sim, um assunto que verdadeiramente interessa à sociedade brasileira. Talvez fosse o caso de investigar o negócio bilionário que se deseja manter na obscuridade.
Ninguém ignora o poder dessa gente. Aliás, poder ostensivamente demonstrado na série interminável de reportagens infamantes, editadas para garantir que detalhes sórdidos da operação não venham à tona.
De minha parte, asseguro a Vossa Excelência que tanto no plano ético quanto no plano moral nada devo.
Não irei decepcioná-lo (a).
Afetuosamente,
Senador RENAN CALHEIROS
Por que a mídia tem o direito de chicanear as pessoas, por que os jornalistas tem o direito de destruir biografias construídas ao longo de décadas e com muito sacrifício?
Ao mesmo tempo que assistimos ao festival de calúnias contra pessoas que lutam para construir um Brasil melhor, constatamos que os Frias, Marinhos, Mesquitas e Civitas, donos perpétuos dos meios de comunicação, permanecem poderosos por trás da desgraça do povo.
Será porque são representantes de Deus na terra?
Serão intocáveis?
Acho ótimo que o presidente do senado, Renan Calheiros, finalmente comece a peitar a mídia conservadora e golpista.
Reproduzo carta enviada ontem pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, aos 80 senadores:
"Brasília DF, 06 de agosto de 2007.
Prezada amigo (a).
Como é notório, uma revista semanal, sem limites éticos e qualquer critério jornalístico, travestida de Tribunal Político, vem difundindo inverdades, tentando desonrar o mandato que me foi legitimamente outorgado pelo povo de Alagoas, e dificultar a minha permanência na direção da Casa.
Reafirmo a Vossa Excelência que sempre preservei a dignidade do cargo que ocupo.
Jornalistas e repórteres são as mais expressivas testemunhas do meu respeito pela liberdade de imprensa. No entanto, reajo com veemência a essas reiteradas torpezas.
É nítido o propósito da revista de manter aceso, artificialmente, o pseudo-escândalo por ela mesma criado. Como as primeiras acusações já foram por mim rebatidas definitivamente, agora fabricam outras, no embalo das maledicências provincianas e do ressentimento dos derrotados.
A derradeira frustração foi tentar me envolver numa negociação da Schincariol em Alagoas, quando logo ficou claro que nada tenho a ver com a empresa vendida.
Dessa vez, além da capa, a revista reservou generosas páginas para destilar vilanias. E mais uma vez mentiu.
Grande parte da nação está curiosa. Quer saber o que está por trás de tudo isso, desta voraz e contínua tentativa de linchamento moral. Desses ataques que não cessam.
Patriotismo? Compromisso ético com a lisura e o comportamento dos homens públicos?
Ou, quem sabe, usar-me como cortina de fumaça para que, por suas sombras, acabe por ser celebrada uma nebulosa transação de cerca de um bilhão de reais, envolvendo a venda de uma concessão de canal de televisão pelo Grupo Abril, proprietário da revista Veja, a uma empresa estrangeira?
Este, sim, um assunto que verdadeiramente interessa à sociedade brasileira. Talvez fosse o caso de investigar o negócio bilionário que se deseja manter na obscuridade.
Ninguém ignora o poder dessa gente. Aliás, poder ostensivamente demonstrado na série interminável de reportagens infamantes, editadas para garantir que detalhes sórdidos da operação não venham à tona.
De minha parte, asseguro a Vossa Excelência que tanto no plano ético quanto no plano moral nada devo.
Não irei decepcioná-lo (a).
Afetuosamente,
Senador RENAN CALHEIROS
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