Para quê continuar
do Direceu
Comentando as pesquisas e as fracassadas manifestações contra Lula - 50 “gatos pingados" em Brasília nesse final de semana, por exemplo - o articulista da Folha, Fernando Rodrigues, afirma no artigo "Ecos da popularidade" (só para assinantes) que "Lula destrói a tese que o segundo mandato é o pior". Levanta, também, a tese de que só dois problemas podem inviabilizar o sucesso de Lula no segundo mandato: uma crise energética, como a de 2001 na era FHC, ou uma desaceleração da economia mundial. E termina o artigo prevendo a continuidade do lulismo no Planalto, dizendo não saber com quem, "ou mais importante, para quê?".
Como vemos, Fernando Rodrigues, no fundo, sofre da mesma miopia que a oposição e a própria mídia. Não reconhecem que Lula e o PT têm um programa e um projeto. Isso debilita a própria oposição e a crítica de jornalistas, como Fernando Rodrigues, e os impede de construir uma alternativa a médio prazo para o lulismo e o petismo.
É fácil responder à pergunta do jornalista. Para continuar criando um milhão de empregos por semestre, fazendo a economia e o país crescerem mais de 4,5% ao ano, reduzindo os juros e desonerando as empresas de impostos, investindo na infra-estrutura e na educação e inovação, integrando a América do Sul, fazendo a reforma do estado e a reforma política e administrativa, combatendo a pobreza, aumentando a renda e o salário, distribuindo renda, universalizando a educação média e ampliando a universitária ate 30% dos brasileiros em idade escolar, universalizando o saneamento e a habitação própria, modernizando o transporte público nas grandes regiões administrativas.
Não falta o para quê e o governo a cada dia pode e deve melhorar o como, a gestão e a eficiência da máquina pública. Ou seja, a continuidade, não do petismo ou do lulismo, mas de um projeto político e de desenvolvimento vale a pena.
Comentando as pesquisas e as fracassadas manifestações contra Lula - 50 “gatos pingados" em Brasília nesse final de semana, por exemplo - o articulista da Folha, Fernando Rodrigues, afirma no artigo "Ecos da popularidade" (só para assinantes) que "Lula destrói a tese que o segundo mandato é o pior". Levanta, também, a tese de que só dois problemas podem inviabilizar o sucesso de Lula no segundo mandato: uma crise energética, como a de 2001 na era FHC, ou uma desaceleração da economia mundial. E termina o artigo prevendo a continuidade do lulismo no Planalto, dizendo não saber com quem, "ou mais importante, para quê?".
Como vemos, Fernando Rodrigues, no fundo, sofre da mesma miopia que a oposição e a própria mídia. Não reconhecem que Lula e o PT têm um programa e um projeto. Isso debilita a própria oposição e a crítica de jornalistas, como Fernando Rodrigues, e os impede de construir uma alternativa a médio prazo para o lulismo e o petismo.
É fácil responder à pergunta do jornalista. Para continuar criando um milhão de empregos por semestre, fazendo a economia e o país crescerem mais de 4,5% ao ano, reduzindo os juros e desonerando as empresas de impostos, investindo na infra-estrutura e na educação e inovação, integrando a América do Sul, fazendo a reforma do estado e a reforma política e administrativa, combatendo a pobreza, aumentando a renda e o salário, distribuindo renda, universalizando a educação média e ampliando a universitária ate 30% dos brasileiros em idade escolar, universalizando o saneamento e a habitação própria, modernizando o transporte público nas grandes regiões administrativas.
Não falta o para quê e o governo a cada dia pode e deve melhorar o como, a gestão e a eficiência da máquina pública. Ou seja, a continuidade, não do petismo ou do lulismo, mas de um projeto político e de desenvolvimento vale a pena.
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