"Eles se entregaram", diz dono de hotel no Rio
Segundo o dono da pousada, os cubanos chegaram à Estalagem Pirata no dia 30 acompanhado de dois brasileiros - um taxista e um guia de turismo.
"Eles foram apresentados como colombianos, que haviam participado do Pan. Tratávamos tudo com os brasileiros, que ficaram o tempo inteiro com eles. Como não sei falar espanhol, só nos cumprimentávamos", disse Forte.
"Eles eram bem discretos. Na quinta, os dois saíram para almoçar e voltaram com a polícia. Em nenhum momento os policiais disseram que os cubanos tinham sido presos.
Eles chegaram sem algemas, foram aos seus quartos, pagaram a conta daqui e foram embora com os policiais. A impressão que tive era que os dois queriam voltar para casa. Até as malas deles já estavam prontas.
"Eles foram apresentados como colombianos, que haviam participado do Pan. Tratávamos tudo com os brasileiros, que ficaram o tempo inteiro com eles. Como não sei falar espanhol, só nos cumprimentávamos", disse Forte.
"Eles eram bem discretos. Na quinta, os dois saíram para almoçar e voltaram com a polícia. Em nenhum momento os policiais disseram que os cubanos tinham sido presos.
Eles chegaram sem algemas, foram aos seus quartos, pagaram a conta daqui e foram embora com os policiais. A impressão que tive era que os dois queriam voltar para casa. Até as malas deles já estavam prontas.
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