Estados Unidos, União Européia, Japão e Austrália aumentaram a pressão para que Brasil e Índia limitem a 15% a tarifa máxima de importação de bens industriais e de consumo, colocando mais combustível na explosiva negociação para liberalizar o comércio global.
A resposta dos dois países, ontem, em reunião dos países do G-6 na Organização Mundial do Comércio (OMC), foi "não".
Em vez de posições mais flexíveis, aumentaram as divergência entre os principais países exportadores e importadores, reunidos para tentar desbloquear a Rodada Doha.
"O fosso ampliou-se", disse o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim. "Os elementos para um acordo não estão aqui".
A resposta dos dois países, ontem, em reunião dos países do G-6 na Organização Mundial do Comércio (OMC), foi "não".
Em vez de posições mais flexíveis, aumentaram as divergência entre os principais países exportadores e importadores, reunidos para tentar desbloquear a Rodada Doha.
"O fosso ampliou-se", disse o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim. "Os elementos para um acordo não estão aqui".
Nenhum comentário:
Postar um comentário