Sob o slogan "Brasil e Alemanha – parceiros numa economia globalizada", 450 empresários dos dois países reúnem-se desde o último sábado (08/07) até o próximo 11 de julho em Berlim. Em pauta estão assuntos relacionados à cooperação e ao comércio bilaterais, com destaque para as áreas de agronegócios, energias renováveis (biocombustíveis) e infra-estrutura.
As reuniões decisivas acontecem hoje e amanhã (10-11/07). No primeiro dia, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, terá seu primeiro encontro com o ministro alemão da Economia, Michael Glos, com quem discutirá medidas para reduzir o déficit no comércio bilateral, que chegou a US$ 1,121 bilhão no ano passado.
Em seguida, participa da abertura oficial do encontro empresarial, num painel chamado "As perspectivas de cooperação econômica entre Brasil e Alemanha". No mesmo dia, Furlan almoça na Confederação da Indústria Alemã (BDI) e se encontra com o diretor financeiro do grupo ThyssenKrupp Steel, Peter Urban.
Planejado há dois anos, em Fortaleza, quando Brasil ainda era cotado como favorito absoluto ao título, esperava-se que o encontro de Berlim tivesse em torno de 800 participantes, muitos deles com ingressos para assistir à final da Copa. O fiasco da seleção canarinho em campo, porém, deixou os brasileiros de ressaca antes mesmo de desembarcarem na capital alemã.
Geraldo Hoffmann
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