- Pelo menos 20 ataques foram registrados na capital, na Grande São Paulo e no litoral, inclusive contra alvos civis. Cinco pessoas morreram, sendo um policial e quatro civis.
- Os novos ataques ocorreram algumas horas depois da prisão de um dos líderes do PCC na região do ABC. Emivaldo Silva Santos, de 30 anos, conhecido como "BH"
- Além das bases policiais e delegacias, alvos mais freqüentes nas ações atribuídas ao PCC, e de agências bancárias, que tinham sido atacadas na onda de atentados anterior, até um supermercado e uma loja foram atingidas. Pelo menos cinco ônibus já foram incendiados
- Um dos ataques dos bandidos ocorreu numa favela da zona norte da capital, no início da madrugada. Um policial foi morto na frente de sua casa. A irmã do policial também foi baleada.
- As outras mortes ocorreram no Guarujá, litoral paulista. As vítimas foram três vigilantes particulares. Um deles trabalhava no IML local e foi morto ao abrir a porta para os bandidos. O outro trabalhava no centro comunitário. Ambos eram funcionários da mesma empresa de segurança. A terceira vítima foi baleada na linha férrea.Todos os bandidos responsáveis pelas mortes escaparam.
- Ainda no Guarujá, duas lojas de carros foram atacadas, mas não houve feridos, apenas danos materiais. Um carro foi incendiado na rua e dois jovens foram presos sob acusação de atacar um caixa bancário 24 horas com uma bomba caseira.
- Na cidade vizinha de Santos, um ônibus foi incendiado. Outros quatro foram queimados - dois em Santo André e outros dois em SP.
- Um ataque a supermercado ocorreu no bairro da Liberdade, por volta das 3 horas. O local foi alvo de tiros e de uma bomba, que não explodiu. Bilhetes deixados na entrada da loja reclamavam da "opressão carcerária", reforçando a possibilidade de atuação do PCC na nova série de ataques.
- Na região central da cidade de SP, bandidos lançaram coquetel molotov em agência bancária.
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