Silvia Salek
São Paulo e Rio de Janeiro dispararam no ranking das cidades mais caras do mundo, passando da 119ª e 124ª posição para a 34ª e 40ª, respectivamente.
O levantamento, que põe Moscou no topo da lista, foi divulgado nesta segunda-feira pela Mercer Human Resource Consulting e toma por base o custo de vida de executivos de multinacionais em 140 cidades ao redor do mundo.
Com os resultados, as duas cidades brasileiras passam a ser as mais caras da América Latina.
"Acompanhamos a variação de preços de bens e serviços destinados às classes mais abastadas, seguindo o padrão de consumo desses executivos", explicou a pesquisadora.
P.S. Então tá bão. A pesquisa não se refere ao povão. E para os ricos-ricos, quanto mais caro as coisas ficam, melhor. O status lhes sobe às narinas.
Quando estive em São Petersburg, na Russia, o que mais observei foi os novos-ricos entrando nas casas de câmbio protegidas por "gorilas" da ex-KGB. Tudo me parecia artificial e esnobe. E evidentemente me senti mais roubada por todos do que jamais me senti no Brasil. Ô povinho ladrão, os russos!
São Paulo e Rio de Janeiro dispararam no ranking das cidades mais caras do mundo, passando da 119ª e 124ª posição para a 34ª e 40ª, respectivamente.
O levantamento, que põe Moscou no topo da lista, foi divulgado nesta segunda-feira pela Mercer Human Resource Consulting e toma por base o custo de vida de executivos de multinacionais em 140 cidades ao redor do mundo.
Com os resultados, as duas cidades brasileiras passam a ser as mais caras da América Latina.
"Acompanhamos a variação de preços de bens e serviços destinados às classes mais abastadas, seguindo o padrão de consumo desses executivos", explicou a pesquisadora.
P.S. Então tá bão. A pesquisa não se refere ao povão. E para os ricos-ricos, quanto mais caro as coisas ficam, melhor. O status lhes sobe às narinas.
Quando estive em São Petersburg, na Russia, o que mais observei foi os novos-ricos entrando nas casas de câmbio protegidas por "gorilas" da ex-KGB. Tudo me parecia artificial e esnobe. E evidentemente me senti mais roubada por todos do que jamais me senti no Brasil. Ô povinho ladrão, os russos!
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