Antônio Pedro Pereira - Jornalista
Os alemães têm um plano: mostrar simpatia. Sorrir, acolher, perceber, tolerar. É um bom plano, mas está num plano distante da capacidade de planificação dos alemães, povo metódico e perseverante - veja-se o país que reconstruíram em 60 anos, depois da perversa II Guerra Mundial.
Só que a simpatia não se organiza, sente-se. Aos alemães, basta um contratempo no plano para que a simpatia pretendida se esboroe. Chega o empregado de mesa, sorridente, afável.
"Olá, querem o menu?"; "Com certeza, obrigado"; "Estava tudo bom? Ótimo." Tudo muito bem. Peça-se depois a conta, mas separada, com as respectivas faturas. E a simpatia dilui-se na incapacidade de alterar o plano de pormenorizar. O rosto fecha-se nessa diminuta incapacidade para perceber os solavancos próprios do carácter latino, comum a muitos dos convidados do Mundial.
Os alemães têm um plano: mostrar simpatia. Sorrir, acolher, perceber, tolerar. É um bom plano, mas está num plano distante da capacidade de planificação dos alemães, povo metódico e perseverante - veja-se o país que reconstruíram em 60 anos, depois da perversa II Guerra Mundial.
Só que a simpatia não se organiza, sente-se. Aos alemães, basta um contratempo no plano para que a simpatia pretendida se esboroe. Chega o empregado de mesa, sorridente, afável.
"Olá, querem o menu?"; "Com certeza, obrigado"; "Estava tudo bom? Ótimo." Tudo muito bem. Peça-se depois a conta, mas separada, com as respectivas faturas. E a simpatia dilui-se na incapacidade de alterar o plano de pormenorizar. O rosto fecha-se nessa diminuta incapacidade para perceber os solavancos próprios do carácter latino, comum a muitos dos convidados do Mundial.
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