O Sindicato dos Guardas Penitenciários do Estado de São Paulo anunciou hoje o início de uma paralisação de 24 horas para exigir a segurança dos profissionais do setor.
A greve decorre dois dias depois de um agente penitenciário ter sido morto e outro feito refém durante um motim por presos ligados ao Primeiro Comando da Capital.
Nilton Celestino, agente penitenciário desde 1991, foi assassinado quarta-feira por três homens, quando saía de casa em direcção ao trabalho, na região metropolitana de São Paulo.
Na cidade de Guareí, a 207 quilômetros a Oeste de São Paulo, os detidos de uma prisão fizeram como refém um guarda, cuja identidades não foi divulgada.
Segunda-feira de madrugada, 13 pessoas supostamente ligadas ao PCC foram mortas a tiros pela polícia, momentos antes de iniciarem um ataque planeado contra um grupo de guardas.
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