"Acredito que dentro de cinco a dez anos, o que o Brasil fizer vai ser crítico para o continente. Nós precisamos prestar atenção ao Brasil, porque ele será uma importante chave para a América Latina nos próximos anos," afirmou o diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI) , Anoop Singh, nesta segunda-feira em Nova York.
De acordo com Singh, o próximo governo brasileiro, independentemente de quem ganhe a eleição presidencial, poderá manter os gastos sociais com programas de redistribuição de renda, como o Bolsa Família, desde que mantenha uma política fiscal conservadora.
"O Brasil continuará podendo expandir o Bolsa-Família e seus gastos sociais enquanto mantiver seu superávit primário no nível entre 4% e 4,25% do PIB," disse. "Não vejo nenhuma dificuldade para o país continuar com essa política nos próximos anos."
Singh comentou que hoje as taxas de juros brasileiras "estão muito abaixo do que estavam em 2002." "Além disso, a inflação também voltou a cair para onde deveria estar. Do ponto de vista macro-econômico o Brasil se encontra numa posição muito forte," concluiu.
De acordo com Singh, o próximo governo brasileiro, independentemente de quem ganhe a eleição presidencial, poderá manter os gastos sociais com programas de redistribuição de renda, como o Bolsa Família, desde que mantenha uma política fiscal conservadora.
"O Brasil continuará podendo expandir o Bolsa-Família e seus gastos sociais enquanto mantiver seu superávit primário no nível entre 4% e 4,25% do PIB," disse. "Não vejo nenhuma dificuldade para o país continuar com essa política nos próximos anos."
Singh comentou que hoje as taxas de juros brasileiras "estão muito abaixo do que estavam em 2002." "Além disso, a inflação também voltou a cair para onde deveria estar. Do ponto de vista macro-econômico o Brasil se encontra numa posição muito forte," concluiu.
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