Esse certamente é amigo da senadora Cátia Abreu, do PFL
Uma suspeita de escravidão por dívida e de trabalho degradante em uma propriedade rural de Alta Floresta (MT) levou à prisão em flagrante do dono da fazenda -o que nunca havia ocorrido até então no Estado.
O Ministério Público do Trabalho só teve conhecimento da situação na fazenda depois que um dos trabalhadores abandonou seu alojamento e andou -sem água ou comida- cerca de 40 km em um atalho aberto na meio da mata fechada para fazer a denúncia.
De acordo com seu relato, ele e dois colegas só poderiam ir embora depois de pagar, com trabalho, alimentos comprados pelo proprietário. O procurador do Trabalho Rafael de Araújo Gomes afirmou que, ainda assim, a travessia não pode ser considerada uma fuga, já que o fazendeiro Altair Vezentin não o impediu fisicamente de ir embora, apenas o obrigou a andar pela floresta para fazê-lo.
"[Vezentin] Disse que ele [trabalhador] poderia ir, mas os outros dois deveriam ficar para garantir o pagamento do que ele havia comprado para eles comerem, uns R$ 400 em arroz, café, açúcar e óleo", afirmou o procurador.
O Ministério Público do Trabalho só teve conhecimento da situação na fazenda depois que um dos trabalhadores abandonou seu alojamento e andou -sem água ou comida- cerca de 40 km em um atalho aberto na meio da mata fechada para fazer a denúncia.
De acordo com seu relato, ele e dois colegas só poderiam ir embora depois de pagar, com trabalho, alimentos comprados pelo proprietário. O procurador do Trabalho Rafael de Araújo Gomes afirmou que, ainda assim, a travessia não pode ser considerada uma fuga, já que o fazendeiro Altair Vezentin não o impediu fisicamente de ir embora, apenas o obrigou a andar pela floresta para fazê-lo.
"[Vezentin] Disse que ele [trabalhador] poderia ir, mas os outros dois deveriam ficar para garantir o pagamento do que ele havia comprado para eles comerem, uns R$ 400 em arroz, café, açúcar e óleo", afirmou o procurador.
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