Para desgraça do PIG
do jornal de extrema-direita - O Globo
O quarteto de países emergentes, conhecido pela sigla Brics e formado por Brasil, Rússia, Índia e China - podem se tornar o fiel da balança na atual crise. Analistas depositam neles a esperança de que uma recessão nos Estados Unidos não vai arrastar a economia global, mas outros ainda vêem os EUA como principal motor do crescimento mundial. No entanto, são unânimes em afirmar que os Brics não passarão imunes às turbulências americanas: Rússia depende muito do petróleo e China e Índia são dependentes da economia americana
No quesito contágio da crise, o Brasil sai em vantagem. Reservas internacionais elevadas, redução do endividamento externo e economia em expansão funcionam como blindagem financeira para o Brasil, que está muito menos vulnerável a crises externas do que no passado, na opinião de analistas.
Para o economista Caio Prates, do Grupo de Conjuntura da UFRJ, mesmo no pior cenário possível - uma recessão profunda nos Estados Unidos - a economia brasileira poderia crescer 4% em 2008.
Outros economistas destacam a solvência externa do país, enquanto que há os que apontam como trunfo do Brasil o crescimento sustentado no mercado interno, via consumo das famílias e investimento das empresas.
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