* Por Clomar Porto e Carlos Fernando Nierdersberg
Tendo atingido quase a metade do seu primeiro ano, o governo Yeda, eleito sob o slogan "do novo jeito de governar", tem demonstrado na prática, velhas formas de tratar a gestão pública. Até agora não atacou os privilégios, as grandes isenções e, sob o pretexto do ajuste fiscal, diminui o investimento público nas áreas essenciais do estado.
Além disso, outra característica do governo tem sido a truculência, autoritarismo e inabilidade política. Por tudo isso, e por transferir para os mais necessitados o ônus de escolhas equivocadas de governo, é possível afirmar que a condução tucana à frente do executivo estadual aprofundou a crise vivida pelo Rio Grande.
Vermelho
Tendo atingido quase a metade do seu primeiro ano, o governo Yeda, eleito sob o slogan "do novo jeito de governar", tem demonstrado na prática, velhas formas de tratar a gestão pública. Até agora não atacou os privilégios, as grandes isenções e, sob o pretexto do ajuste fiscal, diminui o investimento público nas áreas essenciais do estado.
Além disso, outra característica do governo tem sido a truculência, autoritarismo e inabilidade política. Por tudo isso, e por transferir para os mais necessitados o ônus de escolhas equivocadas de governo, é possível afirmar que a condução tucana à frente do executivo estadual aprofundou a crise vivida pelo Rio Grande.
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