Nos próximos 25 anos, o Brasil investirá US$ 800 bilhões, ou US$ 32 bilhões ao ano em média, para expandir sua oferta de energia. Pelo menos é essa a expectativa do governo, que divulgou, por meio da estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Plano Nacional de Energia - PNE 2030. No futuro, diz o estudo, a geração a partir do bagaço da cana e o gás natural ganharão mais importância e ocuparão o espaço sobretudo da lenha.
Graças a uma parceria entre o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e a Agência Espacial Alemão (DLR-Moraba), o Brasil se tornará o principal fornecedor, para os países europeus, de foguetes espaciais de sondagem usados em projetos científicos.
(Gazeta Mercantil)
Graças a uma parceria entre o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e a Agência Espacial Alemão (DLR-Moraba), o Brasil se tornará o principal fornecedor, para os países europeus, de foguetes espaciais de sondagem usados em projetos científicos.
(Gazeta Mercantil)
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