O Ministério Público de São Paulo desmantelou, na semana passada, um esquema de fraude em licitações e superfaturamento em obras de casas populares no interior de São Paulo. Apesar da tímida cobertura da imprensa ao fato, novas e graves informações obrigam os jornais a abrir espaço à denúncia que agora envolve o alto escalão da estatal paulista CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano).
Segundo noticiou o Estado de S.Paulo nesta terça-feira 29, o Ministério Público denunciou que três superintendentes e um assistente técnico da CDHU são suspeitos de envolvimento com a máfia, que atuaria há pelo menos sete anos e teria desviado mais de R$ 40 milhões.
Um deles é o superintendente e gestor Programa Habiteto da CDHU, Arnaldo Negri - irmão do prefeito tucano de Piracicaba e ex-ministro da Saúde na gestão FHC, Barjas Negri.
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Segundo noticiou o Estado de S.Paulo nesta terça-feira 29, o Ministério Público denunciou que três superintendentes e um assistente técnico da CDHU são suspeitos de envolvimento com a máfia, que atuaria há pelo menos sete anos e teria desviado mais de R$ 40 milhões.
Um deles é o superintendente e gestor Programa Habiteto da CDHU, Arnaldo Negri - irmão do prefeito tucano de Piracicaba e ex-ministro da Saúde na gestão FHC, Barjas Negri.
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