Por que não te calaste, Joãozinho Filhote de Ditador
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, ameaçou na sexta-feira cortar os laços diplomáticos com a Espanha se o rei da ex-potência colonial não pedir desculpas por ter mandado o presidente venezuelano "se calar" numa reunião de cúpula.
Discursando em um comício favorável à aprovação de reformas constitucionais em um referendo marcado para o domingo, Chávez também alertou que poderá tomar medidas contra empresas espanholas que operam na Venezuela caso o rei Juan Carlos não atenda as suas exigências.
As ameaças de Chávez intensificam a disputa com a Espanha e vêm em um momento de fortes atritos da Venezuela com a Colômbia e os Estados Unidos.
"Se isso não acontecer (o pedido de desculpas do rei) então eu não terei nada que tratar com a Espanha", disse Chávez
(Reuters)
Discursando em um comício favorável à aprovação de reformas constitucionais em um referendo marcado para o domingo, Chávez também alertou que poderá tomar medidas contra empresas espanholas que operam na Venezuela caso o rei Juan Carlos não atenda as suas exigências.
As ameaças de Chávez intensificam a disputa com a Espanha e vêm em um momento de fortes atritos da Venezuela com a Colômbia e os Estados Unidos.
"Se isso não acontecer (o pedido de desculpas do rei) então eu não terei nada que tratar com a Espanha", disse Chávez
(Reuters)
Um comentário:
A Venezuela é uma democracia. Ponto. Se você vier até aqui, como eu fiz, vai constatar isso nas ruas. Há liberdade de ir e vir, de reuniao, de imprensa, de expressao e de manifestaçao. Só nao há, neste maldito computador, o til - ou pelo menos nao consigo encontrá-lo. No encerramento da campanha do SIM, Chávez parecia determinado a explorar o sentimento nacionalista dos eleitores, voltando a atacar o rei da Espanha, a Colômbia e o império americano. Ele também fez referência a um suposto planos dos Estados Unidos para provocar o caos nas ruas da Venezuela se o SIM vencer. Segundo o governo, a Operaçao Alicate teria o objetivo de extrair Chávez do poder, contando com setores da oposiçao como organizaçoes nao governamentais e o movimento estudantil.
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