A escritora portuguesa Lídia Jorge disse à agência Lusa que o 'governo do Brasil poderá querer minorar o fato de entrar na CE através do primo pobre, mas penso que as populações lêem mais fundo do que isto e percebem que será uma coisa boa'.
Segundo Lídia Jorge, a iniciativa portuguesa de propor uma elevação do diálogo político entre o país e o bloco europeu, poderá não ser reconhecida num primeiro momento, «mas depois terá de ser».
«Portugal não tem tanta força no plano internacional quanto outros países, e é natural que o governo brasileiro acabe por querer apagar um pouco a perspectiva portuguesa. Mas, mesmo que este jogo seja feito, acho que no fundo se percebe que Portugal teve uma palavra decisiva», observou.
Segundo Lídia Jorge, a iniciativa portuguesa de propor uma elevação do diálogo político entre o país e o bloco europeu, poderá não ser reconhecida num primeiro momento, «mas depois terá de ser».
«Portugal não tem tanta força no plano internacional quanto outros países, e é natural que o governo brasileiro acabe por querer apagar um pouco a perspectiva portuguesa. Mas, mesmo que este jogo seja feito, acho que no fundo se percebe que Portugal teve uma palavra decisiva», observou.
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